28 de jul de 2014

Hoje, juntos e misturados.... igual no mundo.

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Lava Jato e Petrobras, alguém se habilita? 

Mais uma entrada do governo a desmoralizar ainda mais o futebol após os 7 a 1. Reunião com cartolas anuncia grupo de trabalho para solução. Será o PAC 6? 

O Correio Braziliense de hoje traz detalhes da guerra diplomática entre Israel e Brasil. Parceiro irrelevante e anão diplomático. Os termos usados por Israel em reação à decisão do Brasil de convocar o embaixador em Tel Aviv surpreenderam o Itamaraty. Veja também a entrevista exclusiva que o jornalista Rodrigo Craveiro fez com Ygal Palmor, o homem que fez as duras declarações sobre o governo brasileiro.

Recado à Lula Eu não tenho vocação para Marcos Valério. (Nestor Cerveró) 

Povos, ó povos abram os olhos. Templo de Salomão: R$ 680 milhões e tem 100 mil metros quadrados. Lembro dos braços erguidos de alguém da Escolinha do Raymundo clamando Quem, Quem....

A FIFA não sossega. A empresa privada ataca agora na Rússia em 2018. Dizem coisa de (US$ 40 bilhões).

Sinistrismo - Mercado torce pra que Dilma, a quem acusa de intervencionista, perca a eleição; e a cada pontinho perdido nas pesquisas, surgem outros, positivos, nos índices das bolsas. É verdade que contra fato não há argumento, mas é preciso saber lidar. O Santander Brasil mostrou que não sabe. Repassou aos clientes seu sinistrismo ao sugerir que, se Dilma se estabilizar ou subir nas pesquisas, o real perde, os juros sobem e a Bovespa, cai. A dica alimenta a especulação, cenário em que poucos ganham, salvo eles, os bancos - mas isso é eterno, com ou sem Dilma. (Equipe do Blog do R. Jefferson)

Enquanto a trégua de 4 horas, Número de mortos em Gaza passa de mil; Israel tem 42 mortos, incluindo 2 civis.

IBOPE, o vendilhão do templo
A crise alimentar no Sudão do Sul é agora a pior do mundo, afirmou sexta-feira o Conselho de Segurança das Nações Unidas, que pede um financiamento urgente para intensificar as entregas da ajuda necessária.

Síria registra 1.700 mortes em uma semana.

Começou pela Prefeitura do Rio a auditoria para apurar contratos de Bethlem, apontados pela revista Época.

Jovens que integraram protestos aproveitam exposição e viram candidatos.

Israel diz que últimos ataques na faixa foram de foguetes de Gaza fracassados. Ataque a hospital mata 10 em Gaza. Além de hospital, um parque também foi atingido; Israel e Hamas negam autoria. Secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, diz que situação em Gaza é crítica. Suásticas e palavra Hamas são pichadas em sinagoga dos EUA. Tensão entre Israel e EUA cresce mesmo após diminuição da hostilidade em Gaza.

Dizendo apostar no Brasil, Santander vira alvo de petistas após dizer que economia piora com Dilma e banco anuncia que vai demitir todos os responsáveis por informe.

Espionagem dos EUA pode ameaçar a liberdade de imprensa. Os grupos de direitos humanos, Human Rights Watch e a União das Liberdades Civis, defendem que programas também podem atrapalhar o direito à assistência jurídica.

Do Alerta Total: “...O polêmico deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) adicionou mais uma pitada de pimenta yiddish à “Guerra de Itarareh” entre os terroristas petralhas e o governo israelense. Já vira festa na internet a nota de apoio enviada no último dia 25 de julho pelo Capitão da reserva Bolsonaro ao Embaixador de Israel no Brasil, Rafael Eldad. A petralhada vai ficar ainda mais PT da vida com Bolsonaro que aproveitou o texto para pedir desculpas ao povo isrealense pela destrambelhada, inoportuna, hipócrita e covarde manifestação do governo brasileiro contra o governo de Tel Aviv...”.

Duda Mendonça convence Skaf a vetar palanque a Dilma em São Paulo para dar o troco em João Santana.

Eles não têm ética: computadores da presidência editaram Wikipédia em prol de Dilma e Padilha e caluniar adversários.
Com tarifa zero, Brasil quer anular Aliança do Pacífico. Proposta de antecipar redução da alíquota com países do Pacífico será apresentada na Cúpula do Mercosul, que começa em Caracas. Mercosul emperra relação do Brasil com União Europeia. De olho em comércio, Mercosul aposta em Venezuela mais pragmática.

Informacion de los terroristas capturados Veja

Milagre do Hamas 
O que escrevi de manhã, torna-se verdadeiro agora.
O serviço secreto Shin Bet pegou muitos dos Hamas vivos, incluindo seniors deles. Após investigação, descobriram que eles fizeram 45 tuneis.
Os tuneis tinham saídas nas colonias (kibbutzim e moshavim) emvolta de Gaza. O programa deles era o seguinte:
Na noite de Rosh Hashana' (o ano novo judaico-24/09/2014) quando todos os habitantes dessas colônias estivessem reunidos nos refeitórios, comemorando o nosso ano novo, de cada túnel sairiam 200 soldados deles e começariam a matar todos os judeus, raptando alguns. Ao todo, 9.000 terroristas num ataque súbito a colônias de civis.
Um Mega Ataque. Uma carnificina imensa!
Quem pensou em fazer paz com o Hamas, chegou a hora de reconsiderar isso…
O Hamas preparou um plano para conquistar e destruir Israel! Nada mais, nada menos!
Em um determinado dia, centenas ou milhares de terroristas sairiam dos tuneis, muito bem armados e começariam a entrar em aldeias e cidades nossas, vestindo fardas do nosso exército (pra causar confusão), enquanto milhares de foguetes destruiriam nossas cidades, causando um pânico tremendo (não imaginaram que o Iron Dome teria um sucesso assim). Enquanto isso, o Hizbullah faria o mesmo, saindo por tuneis pra dentro de Israel na fronteira com o Líbano e mandando milhares de foguetes para o norte e centro de Israel. 
Os dois grupos se encontrariam em Jerusalém.
O assassinato dos três rapazes nossos raptados e a resposta de Israel contra o Hamas mais a tentativa de um grupo de terroristas de atacar um kibutz perto de Gaza, causou o ataque de Israel, destruindo os planos deles.
Em Israel, milagres acontecem.

O socorro de Lula a Dilma Foi necessário que o ex-presidente Luiz Inácio da Silva entrasse em campo para evitar que a presidente Dilma Rousseff fosse incluída pelo Tribunal de Contas da União (TCU) entre os responsáveis pela desastrosa compra da Refinaria de Pasadena, no Texas, pela Petrobrás. Sem a intervenção pessoal de Lula, Dilma teria de lidar na campanha eleitoral com o fato de não ter impedido a realização de uma das transações mais lesivas aos cofres públicos na história da Petrobrás. Para quem já enfrenta queda de popularidade e críticas cada vez mais pesadas pela condução ruinosa da economia nacional, ser ademais tachada de inepta na administração dos negócios da mais emblemática empresa estatal do País certamente traria prejuízos incalculáveis à sua candidatura. Por isso, Lula não titubeou.
Dois dias antes de o assunto sobre a refinaria entrar na pauta do TCU, Lula recebeu José Múcio Monteiro, ministro do tribunal, em São Paulo. Múcio foi ministro de Relações Institucionais do governo Lula e nomeado para o TCU pelo petista.
Somos amigos, resumiu Múcio ao Estado, ao relatar seu encontro com Lula - no qual, segundo disse, trataram de política, eleição, Brasil, o governo dele, as perspectivas, blá-blá-blá, a vida dele, a minha... conversa de compadre, foi exatamente o que aconteceu.
Múcio negou ter falado sobre Pasadena, mas o fato é que, após a reunião com Lula, ele conversou com seus pares no TCU para adverti-los de que responsabilizar Dilma neste momento, em plena campanha, seria politizar demais o assunto - como se o tribunal devesse se pautar pelo calendário eleitoral.
De fato, o caso tinha, e talvez ainda tenha, grande potencial para causar estragos na campanha de Dilma. Ela era nada menos que a presidente do Conselho de Administração da Petrobrás quando este autorizou a estatal a comprar metade da Refinaria de Pasadena, em 2006.
Os problemas envolvendo o negócio, conforme revelou em 2012 a Agência Estado, começaram com o pagamento de US$ 360 milhões ao grupo belga Astra Oil, dono de Pasadena, por 50% da refinaria. O valor era 8,5 vezes maior do que o que havia sido desembolsado pela Astra para adquirir a refinaria toda.
No ano seguinte, o conselho, ainda presidido por Dilma, vetou a compra da outra metade da refinaria. Com isso, a Astra foi à Justiça invocando uma cláusula contratual, a Put Option, que obrigava um dos sócios a comprar a parte do outro em caso de desavença. A Petrobrás foi derrotada e teve de pagar aos belgas cerca de US$ 820,5 milhões, valor que incluiu honorários e custas.
No início deste ano, quando confrontada pelo Estado com documentos que atestavam seu voto favorável à compra de Pasadena, Dilma respondeu que tomou sua decisão com base em um resumo executivo técnica e juridicamente falho. Segundo ela, o resumo não mencionava nem a Put Option nem outra cláusula, a Merlin, segundo a qual a Astra teria remuneração anual de 6,9% fosse qual fosse a situação do mercado. A presidente afirmou que, se soubesse dessas condições, seguramente não teria aprovado o negócio.
Decerto a presidente percebia que poderia ser acusada de crime de responsabilidade em tão danoso negócio. Preferiu jogar o escândalo no colo dos executivos da empresa, na expectativa de que o TCU a isentasse.
Foi o que aconteceu, mas, ao que parece, só depois da intervenção de Lula. O relator do caso no tribunal, ministro José Jorge, um ex-pefelista, foi avisado de que seu relatório seria rejeitado se incluísse Dilma entre os responsáveis pelo negócio. Ao apresentar suas conclusões sem apontar nenhum integrante do Conselho de Administração, Jorge disse que preferiu focar a investigação nos executivos da Petrobrás. O Palácio do Planalto respirou aliviado.
Mas o alívio pode ser momentâneo, porque os executivos da estatal não parecem dispostos a assumir o escândalo sozinhos. Como disse o presidente da Petrobrás na época da compra de Pasadena, José Sergio Gabrielli, Dilma não pode fugir da responsabilidade dela. (Estado S.Paulo) 
Estátua descoberta por nazistas é feita de meteorito Aqui

O que mais sinto é que vou morrer sabendo que a estupidez humana não tem solução! (Voltaire)

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