7 de jul de 2014

Copa e jogos diferentes...

Quem pariu que o embale.
Este militar falou o que o povo necessita ouvir...
Costumo ler quase tudo o que me cai nas mãos, e acho sensacional quando alguém foge da regra. Ultimamente, em particular os militares, tanto ativos como inativos, estão com as armas voltadas para os atuais chefes, reivindicando alguma atitude em relação aos destinos do País. Acontece que todos (civis e militares), conceituam as Forças Armadas como o xerife da Nação (ao longo da História, desde o Império, era assim mesmo), e, agora, a realidade é diferente, pois uma intervenção militar hoje, certamente levaria a uma guerra civil, e isso ninguém quer. A posição do Coronel Sergio Augusto muda nossa ótica e, sem preâmbulos, coloca a "bomba" no colo da Força Civil. Excelente!
O que dizer diante de fatos?
Sou Coronel da Reserva do Exército Brasileiro.
No dia 18 dez 1865, às 10 h, em solenidade pública e aberta, com a presença obrigatória do Presidente da República, diante do pavilhão Nacional desfraldado, fiz um Juramento de defender a Pátria com a própria vida se preciso fosse.
Ano passado e este ano a Presidente descumpriu a tradição e não foi às solenidades militares.
Após 31 mar 64, até disfarçado tive que sair à rua. Os civis nos agrediam de todas as formas e usando todos os meios.
Os civis elegeram Lula e o reelegeram. Não satisfeitos, elegeram a Dilma. Tenho absoluta certeza que irão eleger um ou outro em breve.
Portanto, venho pedir ao brilhante amigo virtual, que não coloque o pedido para que as forças armadas resolvam o que os civis é que fizeram e irão ter que resolver!!!
Nós existimos para defender a Pátria e não para resolver as besteiras que os civis fazem e ainda se dão ao desplante de querer que nós façamos algo.
O Brasil está tendo o que pediu e votou livremente para ter. Queriam diretas, achincalharam o atentado do Rio Centro e nada fizeram com relação ao atentado estúpido do Recife. Lamarca nos traiu e o fuzilamos.
Cortamos nossos males na carne!
Mas os civis ficam em barezinhos da vida tomando cerveja de forma livre e cômoda, defendendo um pústula do Che Guevara, um frustrado frouxo e assassino, ou Fidel, comprando no Paraguai, apoiando o comunismo que faliu e deixou a Rússia e seu povo na maior baderna mundial e com um estado mafioso impressionante.
Os civis, foram fundo na infeliz propaganda do Gerson, um jogador ímpar, levando vantagem em tudo. Beleza!!!!
O que é feito de Tiradentes, Rui Barbosa, Barão do Rio Branco e tantos outros do passado? Ah! agora é o copista Paulo Coelho, o pústula do Jorge Amado!
Os civis deveriam se olhar no espelho e, se não o tem, peçam emprestado, e tomar vergonha na cara!!!
Se fizeram besteira, vão lá e consertem!!!
Por que tem que ser as Forças Armadas?
Para começar, vão estudar e ver que não existimos para isto. E mais: cometemos um grande erro em 1964, mais pelo motivo de nossos generais à época terem ido à II Grande Guerra e terem no sangue a execração pelo que viria.
Mas os tempos mudaram! Acordem!
Agora nossos generais se aprontam para defender a Pátria de um ataque de um poder externo. Não de um câncer pútrido, cachaceiro, vagabundo, safado, aliado a ladrões, incompetentes e prostitutas ladras de banco.
Isto é responsabilidade do povo (civis!) que devem ser tão ou mais valentes que nós.
Nós damos, por opção, nossa vida à Pátria, em qualquer lugar, a qualquer hora, de qualquer forma.
Os civis exigiram que a Academia Militar passasse a 4 ou até 5 anos, por causa das universidades. Mas na AMAN, nosso regime é integral! 24 horas por dia, 7 dias por semana, 30 dias por mês!
E no curso de nossa vida, temos que pagar nossos uniformes.
Eu tenho 71 anos e meio de idade. Fiz 19 mudanças na vida militar, sendo 4 em 1 ano! Descontam, na fonte, 27% de Imposto de Renda, para pagar certos cartões corporativos que aí existem, verdadeira pornografia!
Agora, como se não bastasse o Legislativo e Executivo em disparada roubalheira e insanidade, o Judiciário entrou no esquema.
E aonde estão os civis?
Tomando chopp, água de coco, na praia ou nos estádios vendo futebol e à noite novelas! Ohhhh, meu!
Nós temos hombridade, dignidade, abnegação.
Todos os anos, recebíamos mais de 3 milhões de jovens mocorongos e, a ferro e fogo, como se nossos filhos fossem, os transformávamos em homens, com todos os documentos.
Cansei de chorar aos prantos com eles e os familiares, ao fim do ano, quando davam baixa.
Estou cansado de ouvir as maiores asneiras sobre fronteiras, Amazônia e falta de água e oxigênio.
Em minha vida, o que mais odiei, foram os burros, que são impossíveis de endireitar.
Eu era Ajudante de Ordens de um General de Exército e, quando findou meu tempo na função, poderia escolher o melhor lugar para servir. Pedi (e quase fui preso) para ir comandar o 4º Pelotão de Fronteira, à margem esquerda do Rio Negro, que divide a Colômbia da Venezuela e entra no Brasil.
Era Deus no Céu e eu na Terra! Era uma área militar, com 850 habitantes. Além de comandante, era diretor e professor do Colégio (do Maternal ao final do 2º Grau).
O Padre fugiu na véspera de São Sebastião, sagrado para o lugar. Quem teria que conduzir a missa?... Sou Espírita Kardecista! Houve um culto. Os homens falavam o que o padre deveria falar e as mulheres o que cabia aos fiéis. Eu fiz o sermão e li o Evangelho. Todo mundo estava lá. Foi a missa mais linda do lugar. Ah! Não posso ler o Evangelho? Pois em Brasília eu gostava de ir à missa da Igreja de São Judas Tadeu na Asa Norte. O padre Roberto era gaúcho... Quem lia o Evangelho? ÉHHH! E ao ser interpelado por um civil, o Padre Roberto respondeu: - A igreja é minha; o padre sou eu; e é ele que lê o Evangelho!
Um dia perguntei por que? E ele disse: você nos leva àqueles tempos com sua voz, e eu sou gaúcho grosso!
E a Amazônia tem floresta, água e oxigênio a dar com pau. Nunca acabará! Se for num jato 747 de Brasília a Manaus, passará 4h vendo selva e rio, a 900 Km/h!
Tem muito civil tomando cerveja em vez de estudar e procurar amar e conhecer nossa Pátria. É! Nossa! Não é quintal para as Forças Armadas.
Cada macaco no seu galho!
A pátria somos todos nós. E quem fez a besteira, agora, vá consertar. Nós, não!
Quiseram até pederasta em quartel! Que que é isto? Pederastia é crime! E se fosse acatável, Deus teria criado Adão e Ivo....
E viver na Amazônia só para os fortes. É maravilhoso, mas não é fácil. E a riqueza de lá é inimaginável e nossa!
As Forças Armadas garantem-lhes isto! Nunca se preocupem.
Mas, agora, vocês que são civis (pois esta separação vocês a querem...) providenciem dar fim ao que fizeram.
Até mais ver! Minha saudação Militar a todos. (Continência), (Sérgio Augusto Pinto De Campos, Cel Inf R/1) 
Urna Eletrônica: a prova definitiva de que é fraudável.
O gol de Dilma.
Fiúza lamente gol de Dilma e virada na Copa.
Agora a Copa deu certo, o brasileiro está sorrindo, e a popularidade de Dilma voltou a subir - provando, de uma vez por todas, que planejamento sério é uma babaquice. O que importa é bola na rede, diz o colunista do Globo, que, aparentemente, preferia que o Brasil desse vexame no Mundial; É a virada dos companheiros, a vitória dos oprimidos palacianos sobre as elites impatrióticas etc. A taça é deles. E a conta é nossa. Se você não suporta mais essa alquimia macabra, que faz qualquer sucata populista virar ouro eleitoral, faça como os atletas do Felipão: chore!
O jornalista Guilherme Fiúza, colunista do Globo, está insatisfeito com o sucesso do Brasil na Copa de 2014. Segundo ele, isso será compreendido pela população brasileira como gol de Dilma e virada dos companheiros, trazendo impactos positivos para o PT nas próximas eleições. Leia abaixo:
A taça é deles (e a conta é nossa).
País gastou com os estádios da Copa mais do que Alemanha e África do Sul juntas. Com brasileiro não há quem possa!
Os pessimistas e a elite branca deram com os burros n’água: a Copa do Mundo no Brasil é um sucesso. A bola está rolando redondinha, os gramados estão todos verdinhos e o país chegou até aí batendo mais um recorde: gastou com os estádios da Copa mais do que Alemanha e África do Sul juntas. Com brasileiro não há quem possa.
Aos espíritos de porco que ainda têm coragem de reclamar do derrame sem precedentes de dinheiro público promovido pelos faraós brazucas, eis a resposta definitiva e acachapante: a Copa no Brasil tem uma das maiores médias de gols da história. Fim de papo. De que adianta ficar economizando o dinheiro do povo, evitando os superfaturamentos e as negociatas na construção dos estádios, para depois assistir a um monte de zero a zero e outros placares magros? Fartura atrai fartura. Depois da chuva de verbas, a chuva de gols. É a Copa das Copas. Viva Messi, viva Neymar, viva Dilma.
Está todo mundo feliz, e o país mais uma vez se renderá a Lula. O oráculo afirmou que era uma babaquice esse negócio de querer chegar de metrô até dentro do estádio. Que o brasileiro vai a jogo até de jegue. O filho do Brasil mais uma vez tinha razão.
O país teve sete anos para usar a agenda da Copa e investir seriamente em infraestrutura de transportes. Sete anos para planejar e executar uma expansão decente do metrô nas capitais saturadas, por exemplo - obras caras que dependem do governo federal. Ainda bem que nada disso foi feito, e as capitais continuaram enfrentando sua bagunça a passo de jegue. Seria um desperdício, porque todo mundo sabe que essa mania de querer chegar aos lugares de metrô é uma babaquice da elite branca. Felizmente, o dinheiro que seria torrado nessa maluquice foi bem aplicado nos estádios mais caros do mundo, entre outros investimentos estratégicos.
Agora a Copa deu certo, o brasileiro está sorrindo e a popularidade de Dilma voltou a subir - provando de uma vez por todas que planejamento sério é uma babaquice. O que importa é bola na rede.
Nos anos que antecederam a Copa das Copas, os pessimistas encheram a paciência do governo popular com a questão dos aeroportos. Mas o PT resistiu mais uma vez à conspiração dessa burguesia ociosa que reclama de tudo. E deixou para privatizar (que ninguém nos ouça) os aeroportos às vésperas da Copa. Foi perfeito, porque sobrou mais tempo para o bando da companheira Rosemary Noronha parasitar o setor da aviação civil, proporcionando aos brasileiros o que eles mais gostam: ser maltratados nos aeroportos em ruínas, se possível derretendo com a falta de ar-condicionado (o que Dilma chamou carinhosamente de Padrão Brasil).
Os pessimistas perderam mais essa. Na última hora, com um show vertiginoso de remendos e puxadinhos (Brasil-sil-sil!), os aeroportos nacionais não obrigaram nem uma única delegação estrangeira a vir para a Copa de jegue. Todas as seleções entraram em campo - a televisão está de prova. E, no que a bola rolou, quem haveria de memorizar detalhes insignificantes, como metade dos elevadores da Favela Antonio Carlos Jobim enguiçados, além de algumas esteiras e escadas rolantes interditadas, entre outros desafios dessa gincana Padrão Brasil?
Ora, calem a boca, senhores pessimistas. A Copa deu certo. A Rosemary também.
Quem vai cronometrar o tempo dos otários nas filas monumentais? Os cronômetros só medem a posse de bola. E bem feito para quem ficou preso nos engarrafamentos a caminho do estádio, de casa ou de qualquer lugar. Lula avisou para ir de jegue. Você ficou engarrafado porque é um membro dessa elite branca que contribui para o aquecimento global. Além de tudo, é ignorante, porque ainda não entendeu que o combustível no Brasil foi privatizado pelos companheiros e seus doleiros de estimação. Como diria o petista André Vargas ao comparsa Alberto Youssef, o petróleo é nosso.
Além de jegue e jabuticaba, o Padrão Brasil tem feriado. Muito feriado. Quantos o freguês desejar. Pode haver melhor legado que esse para a mobilidade urbana? Se todo mundo andar de jegue e ninguém precisar ir trabalhar, acabaram-se os problemas viários. Poderemos ter Copa todo mês. E os brasileiros não precisarão mais correr riscos com obras perigosas como os viadutos - que, como se sabe, desabam.
A Copa no Brasil tem tido jogos realmente emocionantes. É o triunfo do único inocente nessa história - o futebol. Viva ele. Os zumbis que ficavam gemendo pelas ruas que não vai ter Copa sumiram na paisagem do congraçamento das torcidas. Mas é claro que isso será entendido pela geleia geral brasileira como... gol da Dilma! É a virada dos companheiros, a vitória dos oprimidos palacianos sobre as elites impatrióticas etc. A taça é deles. E a conta é nossa.
Se você não suporta mais essa alquimia macabra, que faz qualquer sucata populista virar ouro eleitoral, faça como os atletas do Felipão: chore! (Guilherme Fiuza, 247) 

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