13 de jun de 2014

Deveria haver ou não...

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A solução justa!...
Na abertura da Copa do Mundo, realizada ontem no Itaquerão, pode-se dizer que ocorreu a solução justa: os brasileiros, com o livre arbítrio que cada um tem, expressou os dois sentimentos que estavam assentados em seus corações!
Primeiro, colocou para fora a repulsa, a discordância, a rejeição a esse absurdo esquema de irresponsabilidade que foi montado por Lulla e seu PT apóstata, na farra inconsequente e inimaginável dos gastos alocados a essa Copa do Mundo, realizada no País.
Por mais que fosse tentado um esquema de proteção e de ocultação desse cadáver ambulante que é o PT apóstata e seus luminares, esse esquema não funcionou e o povo pode expressar o que realmente pensa de tudo isso!
Louve-se a coragem da senhora DIImáh que, mesmo sabendo o que a esperava, foi para o sacrifício de comparecer à solenidade! Afinal, ela como Chefe de Estado teria a obrigação de estar ali, ainda mais depois do convite que fez a todos os chefes de Estado do mundo! Mesmo tendo comparecido somente oito deles!....
Mas, entre vivos e mortos, se salvaram quase todos: o povo presente ao Itaquerão, soube exatamente enaltecer o que é o País Brasil que está no coração de todos, o amor pelo futebol, a adoração por sua seleção, ovacionada sem limites, em todos os minutos, mesmo quando estava em situação difícil. E soube, do mesmo modo, condenar e rejeitar esse governo e esse Partido apóstata, que têm tentado, por todos os meios se apoderar e se confundir com o País que todos nós veneramos e amamos e que, absolutamente, não é propriedade sua!
Ao contrário do que diz o articulista abaixo, não foi grosseria xingar DIImáh! Ela, por opção exclusivamente sua, representa o País da esbórnia, da EPTica relativa, das parcerias com criminosos, da repetida insistência em não apurar e condenar os crimes que são praticados por agentes públicos ( Veja a CPI da Petrobrás!...). A sra DIImáh, se quisesse, poderia ter revertido o quadro de decomposição, de destruição e de institucionalização do crime, implantado no País por seu antecessor e poderia ter se tornado na grande Estadista com que todos sonhavam!
A Copa do Mundo 2014, aqui realizada, começou bem, sendo justa com as partes envolvidas!... (Márcio Dayrell Batitucci)
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Xingar Dilma Roussef foi grosseria indesculpável
Quando Ronaldo disse estar envergonhado com os desacertos da organização da Copa, Dilma Rousseff reagiu à moda de Nelson Rodrigues: Tenho certeza que nosso país fará a Copa das Copas. Tenho certeza da nossa capacidade, tenho certeza do que fizemos. Tenho orgulho das nossas realizações. Não temos por que nos envergonhar. Não temos complexo de vira-latas.
Nesta quinta-feira, Dilma submeteu seu orgulho a teste na tribuna de honra do Itaquerão. Dali, assistiu a partida inaugural da Copa do Mundo. Dessa vez, tentou blindar-se no silêncio. Absteve-se de discursar. Não funcionou. Como queria a presidente, a torcida exorcizou o vira-latismo. Mas, desamarrando suas inibições, incorporou um pitbull.
Ao entoar o hino nacional, ao ovacionar os jogadores, a arquibancada tomou-se de um patriotismo inatural. Contudo, rosnou com agressividade inaudita ao dirigir-se a Dilma. Fez isso uma, duas, três, quatro vezes. Diferentemente do envelope de uma carta ou do e-mail, a vaia não tem nome e endereço. Pode soar inespecífica. Como no instante em que o serviço de som anunciou os nomes de Dilma e de Joseph Blatter.
Até aí, poder-se-ia alegar que o destinatário da hostilidade era o cacique da Fifa, não Dilma. A coreografia estimulava a versão. Blatter levantou-se. Dilma manteve-se sentada. O diabo é que o torcedor, salivando de raiva, tratou de dar nome aos bois. Foi assim no coro entoado nas pegadas da cerimônia de abertura da Copa.
Ei, Dilma, vai tomar no c…, rosnava um pedaço da multidão. Ei, Fifa, vai tomar no c…, gania outra ala. Quando Dilma foi exibida no telão do estádio vibrando com o segundo gol do Brasil, arrostou, solitariamente, uma segunda onda de xingamentos. Após a comemoração do terceiro gol, ela ouviu um derradeiro urro: Ei, Dilma, etc…
O que fizeram com Dilma Rousseff no Itaquerão foi indesculpável. Vamos e venhamos: ela não era nem culpada de estar ali. Com as vaias da Copa das Confederações ainda não cicatrizadas, Dilma teria ficado no Palácio da Alvorada se pudesse. Foi ao alçapão do Corinthians porque o protocolo a escalou.
Vaiar autoridade em estádio é parte do espetáculo. Numa arena futebolística, dizia o mesmo Nelson Rodrigues, vaia-se até minuto de silêncio. Porém, ao evoluir do apupo para o palavrão, a classe média presente ao Itaquerão exorbitou. Mais do que uma pose momentânea, o presidente da República é uma faixa. Xingá-la significa ofender a instituição.
Quando o xingamento é transmitido em rede mundial, adquire uma pungência hedionda. No limite, o que a torcida fez na tarde desta quinta-feira foi informar ao planeta que o Brasil está deixando de ter uma noção qualquer de civilidade.
Quando o fenômeno atinge uma plateia como a do Itaquerão, com grana para pagar os ingressos escorchantes da Fifa, a deterioração roça as fronteiras do paroxismo. Evaporam-se os últimos vestígios de institucionalidade.
A sociedade tem os seus abismos, que convém não mexer nem açular. Dilma não se deu conta disso. E vive a cutucar os demônios que o brasileiro traz enterrados na alma. Fez isso pela penúltima vez no pronunciamento levado ao ar na noite da véspera. Muita gente achava que ela merecia uma reprimenda sonora. Mas a humilhação do xingamento transpassou a figura da presidente, atingindo a própria Presidência.
Quem deseja impor a Dilma um castigo que vá além da vaia, tem à disposição um instrumento bem mais eficaz do que a língua. Basta acionar, no silêncio solitário da cabine de votação, o dedo indicador. O gesto é simples. Mas a pata de um pitbull não é capaz de executá-lo. (Josias de Souza)
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50 anos do golpe militar: sabedoria popular....
Em 1 de abril de 2014 09:14 escrevi:
Ontem, dia 31 de março, aos 50 anos da Revolução de 64, às 22:15h, entraram dois pedreiros no ônibus em que eu estava e sentaram-se à minha frente.
Indo para casa, depois de um longo dia de labuta e de horas-extras, iam conversando sobre a data, sobre os PTistas-sindicalistas apóstatas, sobre os políticos, sobre os militares, sobre a imprensa e a televisão e sobre os brasileiros, em geral, que eles, carinhosamente, chamavam de f.d.p!...
Não posso deixar de lhes repassar, uma observação do mais velho deles que, a certa altura, contrapondo o massacre que está acontecendo esses dias, em todo o País, em cima dos militares, filosofou: ...Pois é: esses f.d.p de Lulla, de Dirma, de governo, de político, de jornal e de tudo que é brasileiro, fica jogando pedra em vira-lata morto e nem olha pros rotweiler bem alimentado que estão comendo nóis todo, há muito tempo...
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Sem outros comentários!... (MDB)
A pedido de uma amiga, repasso para seu conhecimento, seu testemunho abaixo, me enviado há pouco, em reposta a um episódio que relatei, em 01/04/deste ano, envolvendo os militares e a revolução de 64!...
Sem descer a detalhes, é sintomático observar como alguém, diretamente prejudicado por uma interferência dos militares, mesmo assim, ainda dá graças a Deus pelo governo que eles conduziram, em comparação com a ...tzunami PTista que está hoje destruindo o Brasil... Como se lembram, naquela época, o direito aos Cartórios, era hereditário!... (Márcio Dayrell Batitucci)
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Márcio,
Meu pai, que era o 27º Tabelião de São Paulo, foi aposentado pelo AI V e, em consequência, minha irmã e eu, após 18 anos de trabalho como escreventes, fomos exoneradas a bem do serviço público sem o devido processo legal, sem qualquer tipo de indenização ou aposentadoria.
Tenho plena consciência de que houve interferências mil para que isso nos acontecesse. Sofremos as consequências que v. pode imaginar, até hoje. Sei que, por causa do mesmo AI V, muitos donos de cartórios, pelo Brasil afora, foram espoliados de seus direitos.
Milhares de pessoas foram indiretamente prejudicadas de várias maneiras, sem que ninguém tenha se preocupado em dar-lhes legalmente alguma anistia e/ou indenização pelos prejuízos e danos morais e financeiros.
Entretanto, quando penso no que nos teríamos tornado se não fosse a contra-revolução de 64 (com todos os aproveitadores canalhas que dela se serviram para obter vantagens), dou graças a Deus pelos governos militares, pelos cinco generais que nos governaram e morreram pobres e tiraram o Brasil de um atraso econômico conhecido por todos que viveram naquela época.
Vemos hoje essa tsunami que está destruindo o Brasil, mas seríamos uma Cuba/Venezuela/Argentina medonha/miserável, se não fossem os militares. Tenho o maior respeito por eles.
Agradeceria se v. repassasse esse meu depoimento para o máximo de pessoas....

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