26 de jun de 2014

Cadê o avião....

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EUA perdem da Alemanha, mas é Portugal que cai fora.

Mordida saiu caro - Suárez é suspenso, está fora da Copa e não pode nem ir a estádio. Fifa decide punir atacante por nove partidas. Atacante não joga mais na Copa do Mundo e está banido por quatro meses de qualquer atividade ligada ao futebol.

Notícias do ex-Mensalão - Mensaleiros já podem trabalhar fora da prisão. Assim como Dirceu, Delúbio, Valdemar Costa Neto, Bispo Rodrigues, Jacinto Lamas e Pedro Corrêa podem ser beneficiados. Ministro Roberto Barroso assumiu relatoria após Joaquim Barbosa deixar o caso. Supremo autoriza trabalho externo para José Dirceu.

Governo da Dilma perde o controle da economia e inflação volta com força total corroendo os salários.

Bope apreende arsenal de armas do tráfico em ação no Morro do Dendê, na Ilha do Governador.

Renato Aragão volta a ser internado no Rio.

Petrobras não avisou conselho sobre acordo com governo e estatal vai pagar ao governo R$ 15 bilhões em cinco anos pelo direito de explorar reservas excedentes do pré-saldo no Rio.

Centenas de investidores britânicos que perderam milhões de libras em um suposto esquema fraudulento de compra de terras no Brasil devem recorrer à Justiça inglesa para recuperar o dinheiro. Britânicos foram atraídos por uma empresa com sede em Londres pela perspectiva de que as terras se valorizariam com a realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas, em 2016. Os negócios foram fechados nos últimos três anos.


A omissão de Lula
O Lula não foi ao jogo de inauguração da copa do mundo, mesmo a poucos quarteirões de seu apartamento, mas apenas para não dividir com Dilma a metade das vaias lá verificadas? Dilma não foi à convenção estadual do PT que formalizou a candidatura de Alexandre Padilha ao governo de São Paulo, por não fazer fé na sorte desse novo poste inventado pelo antecessor?
A verdade é que o ex-presidente permanece à margem da campanha da sucessora, enquanto essa aproveita, sem ele, os últimos dias que a lei eleitoral permite para inaugurar obras e distribuir benesses pelo país. Apesar de terem estado juntos na convenção nacional do PT que oficializou Dilma como candidata à reeleição, tratou-se de um relacionamento frio entre criador e criatura. Fica difícil supor que não se encontrem em divergência, porque não se trata, propriamente, de uma dupla integrada na campanha pelo segundo mandato, ainda que os otimistas expliquem como razão do distanciamento estarem as atenções nacionais voltadas para a copa do mundo de futebol. Depois de 13 de julho tudo poderá mudar, alegam. Como também pode ser que não mudem. O resultado, até agora, tem sido uma Dilma isolada, meio órfã de apoio do Lula, ao contrário de 2010.
O mesmo clima gelado estende-se entre o PT e a presidente. Quando ela entrega casas próprias ou tratores pelo interior, o que menos se escuta são aplausos dos companheiros. A menos que o marqueteiro João Santana tenha armado essa impressão de fraqueza para depois dar ampla volta por cima, prejudicada fica a campanha de Dilma. Jogar todas as fichas no horário eleitoral gratuito é temerário. A rejeição de mais de 50% que a presidente colheu nas pesquisas mais recentes leva para as telinhas o mesmo sentimento de abandono, bem como desperta previsões não apenas para a realização do segundo turno, mas abre perspectivas para Aécio Neves, na decisão final.
Ainda que não existam milagres em política, a verdade é que além de outros fatores vem pesando na disputa atual a omissão do Lula. Se não houver uma virada no jogo, o empate poderá significar a derrota. Se consciente ou inconsciente, a postura do primeiro-companheiro conduz à perda do poder pelo PT e penduricalhos. Será esse desfecho desejado pelo ex-presidente? Ou, no mínimo, desconsiderado?
Sem falar nos negócios escusos e no assalto às estruturas do poder público, importa registrar que pelo menos 32 mil cargos federais em comissão fazem a felicidade dos atuais detentores do poder. Seria uma contradição imaginar que o Lula não se importasse, a ponto de levar a esse extremo suas divergências com Dilma. O problema é que falta identificar a azeitona no meio dessa empada. Por que o ex-presidente fechou-se como uma ostra, não apenas deixando de viajar pelo país, como havia prometido, mas isolando-se em São Bernardo, sem entrevistas, exortações e pronunciamentos em favor da presidente? Estaria dando o troco por nos últimos meses não ter sido obedecido como esperava? Seu conceito de madre superiora do convento deveria esgotar-se antes. Não se trata de estar preparando 2018, porque voltaria em muito melhores condições caso sucedesse Dilma. Ou não? (Carlos Chagas) 
Agora é oficial 
PT vai censurar a comunicação no Brasil
Irmão de Genuíno e líder do PT.

Limpar oceanos 


Em 2010, Lixão do Pacífico: existe um lugar terrível no paraíso!


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