15 de mai de 2014

Tapetes, a solução...

1) Petroleiros cobram reposição, por concurso, da mão-de-obra que optou pelo PIDV Ao divulgar esclarecimentos sobre o desempenho da Companhia no primeiro trimestre de 2014, a Petrobras afirmou a acionistas e público em geral que irá repor apenas 60% dos postos de trabalho dos funcionários que estão deixando a empresa por conta do Plano de Incentivo ao Desligamento Voluntário (PIDV).
 
2) A informação surpreendeu e contrariou as entidades ligadas aos trabalhadores da Petrobrás, que esperam a total reposição, por concurso público, do pessoal que deixa a empresa. Emanuel Cancela, diretor do Sindipetro-RJ, afirmou que a Petrobras se comprometeu a repor integralmente, em três anos e através de concurso, o pessoal da área operacional. Para o administrativo, a presidente ficou calada. Então, os 40% restantes poderão terceirizados. Lamentamos essa postura, criticou, lembrando que existe uma decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) determinando a reposição dos concursados até 2015. 3433 Energia nuclear: debate necessário Existir ou não a geração elétrica a partir de fonte nuclear no nosso país é um debate importante que deve ser realizado. No entanto, neste instante, sugiro que esta divergência seja colocada de lado, porque há uma emergência maior, sobre a qual os adeptos e os críticos da energia nuclear devem opinar.
 
1) O deputado federal Alfredo Kaefer, do PSDB do Paraná, apresentou em 2007 a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) no 122, que visa modificar os artigos 21 e 177 da nossa Constituição para excluir do monopólio da União a construção e operação de reatores nucleares para fins de geração de energia elétrica. Hoje, só a empresa estatal Eletronuclear constrói e opera no setor.
 
2) Salvo engano, esta proposta será submetida brevemente à votação do plenário, o que pode não significar grande debate, se for aprovada por acordo de lideranças.
 
3) Aliás, o capital tem o timing perfeito, pois este é o momento ideal para quem tem dinheiro passar as suas propostas no Congresso. Com a proximidade das eleições, todos os partidos estão precisando de dinheiro para as campanhas, pois infelizmente nosso povo é pouco politizado e, assim, uma campanha é, em grande parte, definida pela disponibilidade de recursos financeiros. (Paulo Metri)
 
Crime organizado e cartéis
miram mercado de comida falsificada
O laboratório Campden BRI, na região rural de Cotswolds (Inglaterra), empreende uma parte discreta da guerra contra o crime organizado.
Ele foi contratado pelo governo para executar testes de pureza do azeite, sujeito, desde março, a novas regras da União Europeia para garantir sua autenticidade.
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Policiais do escritório de administração
de indústria e comércio da China
confiscam garrafas de conhaque francês falsificado,
em boate de Pequim.
 
A 'Ndrangheta, a mais temida organização criminosa italiana, é uma das quadrilhas que há décadas vendem óleo vegetal e azeite de qualidade inferior como se fossem do tipo extra virgem, mais nobre.
 
Segundo o comitê de segurança alimentar do Parlamento Europeu, o azeite é o alimento que corre maior risco de fraude. É uma commodity valiosa, diz Julian South, diretor do Campden BRI.
 
A fraude é altamente lucrativa: um tipo produzido com resíduos de azeitonas e extraído com produtos químicos custa £ 3,23 por litro; o extra virgem, £ 15.
 
Outros produtos são igualmente vulneráveis. As fraudes incluem diluição de mel com xarope de açúcar, venda de metanol como vodca, mistura de arroz inferior à variedade basmati e troca de peixes como o bacalhau por variedades mais baratas. É algo mais fácil (e menos arriscado) do que misturar cocaína a talco para ganhar volume.
 
Os riscos para os criminosos que operam nesse ramo são baixos, porque eles não enfrentam com frequência investigadores treinados, diz Gary Copson, assessor do Elliot, comitê do governo britânico que analisa a integridade da cadeia alimentar.
 
O relatório do comitê, a ser publicado em junho, ajudará a iluminar a penetração do crime organizado nas redes de distribuição de comida.
 
Ela veio à tona durante o escândalo, em 2013, da venda de carne de cavalo, e foi confirmada em fevereiro por uma operação da Interpol.
 
A campanha prendeu cem pessoas em 33 países e confiscou 430 mil litros de bebidas, 131 mil litros de azeite e vinagre, 80 mil biscoitos e barras de chocolate, 20 toneladas de especiarias, 186 toneladas de cereais, 45 toneladas de laticínios e 42 litros de mel.
 
Os maiores volumes foram de peixes e frutos do mar - 484 toneladas de atum.
 
A maioria das pessoas se surpreenderia com o volume de produtos de uso diário falsificados. Estamos diante de um problema sério e mundial, disse Michael Ellis, diretor da divisão de tráfico e falsificação de bens da Interpol.
 
E a falsificação é só uma das armas. No México, um cartel assumiu plantações na região de Tierra Caliente e agora controla grande parte do limão exportado aos Estados Unidos - que triplicou de preço.
 
A atividade de criminosos nessa cadeia já se provou fatal. Mais de 40 pessoas morreram por vodca e rum contaminados com metanol na República Tcheca (em 2012).
 
E o uso da melamine, agente químico industrial, no leite em pó chinês, em 2008, segundo especialistas, prova que os criminosos estão se tornando mais sofisticados.
 
Não há dados concretos sobre a parcela das fraudes alimentares que se deve ao crime organizado. Mas mesmo as perpetradas por operadores de pequena escala podem ter grandes repercussões.
 
O uso de um corante vermelho se tornou popular depois de pequenos produtores de chilli na Itália perceberem que, quanto mais vermelho o pó, mais alto é seu preço, diz Jenny Morris, diretora do Chartered Institute of Environmental Health, organização de saúde ambiental.
 
Segundo a Food Standards Agency, que fiscaliza a produção e comércio de alimentos no Reino Unido, as denúncias de supostas fraudes alimentares sobem a cada ano: em 2007, quando a agência criou seu banco de dados, 49 denúncias foram apresentadas. Em 2013, foram 1.538.
 
O comitê Elliot deve recomendar que o setor de comida pense como criminoso, para deter os crimes.
 
Hilary Ross, advogada com 22 anos de experiência em fraudes com alimentos, concorda que é preciso pensar de modo inovador. Aumento de preços, instabilidade econômica, escassez... Quando isso acontece, os preços da comida tendem a mudar, e a probabilidade de fraude cresce.
 
O segredo, para ela, é examinar eventos que os criminosos buscariam explorar. Precisamos de vigilância por organizações internacionais para que, por exemplo, saibamos quando vai haver uma safra baixa. É nessas horas que a criminalidade cresce. (Jamie Doward, Observer)
 
Olimpíada Rio 2016: quem não tem competência não se estabelece.
 
Quatro jornais ingleses (The Guardian, The Independent, The Telegraph e London Evening Standard) noticiaram ontem (6a. Feira, 9 de Maio de 2014), que o COI estaria sondando Londres para substituir o Rio nas Olimpíadas de 2016. Seria o Plano B, devido aos atrasos na preparação da edição 2016 por parte do Rio de Janeiro, conforme consta do noticiário dos jornais britânicos.
 
É inquestionavelmente, a organização mais atrasada entre todas as Olimpíadas anteriores. O COI enfrenta atualmente sua pior crise internacional nos últimos 30 anos. Não é uma opinião, mas algo comentado e compartilhado por muitas pessoas dentro da própria entidade, declarou Michael Payne, um dos diretores do COI durante 20 anos e hoje consultor da entidade. A situação é crítica e sem precedentes, disse John Coates, Vice-Presidente do COI, que acumula 40 anos de experiência em jogos olímpicos. Oficialmente, no entanto, o COI nega o que foi noticiado pelos jornais.
 
Nada surpreendente
 
A própria Copa do Mundo de Futebol-FIFA de 2014 não poderia ser realizada no Brasil, nem as quatro ou cinco copas seguintes, no mínimo. O país está atolado na mais completa desordem política e social. Reinam a anarquia, a corrupção, a violência, a frouxa e complacente legislação penal… Reina a Mentira. O Brasil apodreceu e fede. Até mesmo a Copa de 2014 não está garantida no Brasil. O Jérôme-FIFA ( aquele que disse que o Brasil precisava levar um chute na bunda, chute que o governo brasileiro levou mesmo, não doeu e não reclamou, nem revidou como deveria), Jérôme aconselhou ontem ao Mundo que os torcedores estrangeiros não durmam em seus veículos, como fizeram na Alemanha. Nem foi preciso dizer a razão desse cuidado. Todos sabemos. Ele também disse organizar a Copa do Mundo no Brasil foi um inferno.
 
A frustrada candidatura de 2004
 
O assanhamento-atrevimento de trazer uma edição dos Jogos Olímpicos para o Rio é antigo. O movimento começou em 1996, quando Fernando Henrique Cardoso nomeou Ronaldo César Coelho embaixador do Comitê Rio-2004. Empresário, banqueiro (foi dono do banco Multiplic), administrador de empresa e também (vejam só!), sem ser médico, secretário de saúde da prefeitura do Rio, (gestão César Maia, 2000-2002 e 2004-2006), Coelho esteve à frente da empreitada que defendeu, no escrutínio na sede do COI, a candidatura do Rio para sediar a Olimpíada de 2004. Perdeu. E ganhamos nós, o povo do Rio, o Brasil e os brasileiros.
 
Comitê Rio-2004 x Comitê Rio-Real
 
Em oposição ao comitê que César Coelho presidiu e dele foi embaixador, um advogado do Rio criou o Comitê Rio-Real, do qual esteve à frente, praticamente sozinho, e sem o pomposo título de embaixador. Durante quatro meses, por conta própria, o advogado reuniu 40 sentenças condenatórias-indenizatórias que a Justiça do Rio impôs ao Estado e à Prefeitura do Rio, por mortes nos presídios, mortes por falta e por má prestação de atendimento hospitalar, dentre outras mazelas que perduram até hoje, quase 20 anos depois. Também reuniu fotos e notícias a respeito das precárias condições de vida da maioria da população da cidade e de suas regiões e bairros, entregues ao abandono. As sentenças da Justiça e os textos dos jornais, o próprio advogado as verteu para o francês.
 
O exitoso passo seguinte
 
A mídia sediada no Rio (rádios, jornalões e TV), mesmo ciente, ignorou a iniciativa do advogado. Apenas o Jornal dos Sports/RJ, o Estado de São Paulo e a Folha de São Paulo, a ela deram divulgação. De posse da documentação que reuniu e anexando uma carta de 29 páginas, escrita também em francês, o advogado deu entrada naquela maçaroca* de 5 quilos no protocolo do COI, em Lausanne, Suiça. Na carta-petição, solicitou que os membros do COI confrontassem as credenciais que o Comitê Rio-2004 apresentou com aquelas que o Comitê Rio-Real entregava.
 
A iniciativa não foi em vão. Meses e meses depois, quando a cúpula do COI visitou o Rio, ligaram para a casa do advogado pedindo seu comparecimento no Hotel Copacabana Palace, em determinado dia, às 11 da noite. E que o advogado não entrasse pela portaria da Avenida Atlântica, e sim pela dos fundos, da Avenida N.S.de Copacabana. Quem ligou se apresentou como integrante da comitiva do COI, fazendo referência à documentação protocolada meses antes na sede da entidade, na Suiça. O advogado, a quem foi solicitado que fosse sozinho ao hotel, ele lá compareceu, sozinho.
 
O encontro e o fim de tudo
 
Recepcionado por dois integrantes do COI, ambos acusaram o recebimento da documentação, agradeceram e elogiaram a iniciativa geste inédit et très fécond. Quando perguntei se haveria chance para que o Rio vencesse a disputa para sediar a Olimpíada de 2004, ouvi deles, a um só voz: autre, peut-être. Antes da despedida, foi-me pedido sigilo, que jurei guardar e guardei. Somente agora, perto de 20 anos depois, narro este fato que trago guardado comigo. E se não fosse a oportunidade, que tanto me honra, de escrever neste nosso blog, para tão fidalgos leitores, continuaria a guardar, a ficar sigiloso entre nós, minha querida esposa, companheira de 43 anos, e eu. Enfim, tanto como décadas atrás, bem como agora, em 2016 e por muitos e muitos anos ainda, o Rio (e o Brasil) não têm condições de sediar uma Olimpíada. Quem não tem competência e condições, não se estabelece. Não pode bancar festa alguma. (Jorge Béja, Tribuna da Internet)
 
Tablet: como o cara faz isso? Quem se habilita a explicar?

Renomado cientista americano projeta o mundo nos próximos 30 anos.
O físico teórico Michio Kaku, professor da Universidade de Nova York e co-criador da Teoria das Cordas, afirmou que o computador como o conhecemos hoje terá desaparecido em 2020.
 
No futuro, eles estarão em todos os lugares e em lugar nenhum, disse o cientista durante palestra realizada na Campus Party em 11 de Fevereiro.
 
Na ocasião, Kaku fez um exercício de futurologia mostrando como será o mundo nos próximos 30 anos.
 
Segundo ele, tanto os computadores como a internet serão como a eletricidade é hoje.
 
Ambos estarão presentes nos tetos, no subsolo, nas paredes e nos aparelhos, afirmou.
 
 O professor da Universidade de Nova York foi além e disse que a Internet estará nos óculos e nas lentes de contato das pessoas.
 
Você será capaz de ver todas as informações biográficas de um individuo só olhando para ele. Encontrar sua alma gêmea será tarefa fácil, brincou.
 
Outra revolução que está a caminho é na área da medicina.
 
Kaku afirmou que, em um futuro próximo, a tecnologia levará o homem a um estado perfeito de saúde. Segundo ele, o câncer irá desaparecer. Escrevam isso: a palavra tumor não mais existirá na nossa língua. Na visão do físico, as pílulas terão chips e microcâmeras que escanearão o corpo humano por dentro. Uma vez localizada a ameaça, nano-robôs serão introduzidos para combater o câncer célula por célula sem a necessidade de cirurgias ou intervenção direta dos médicos. Kaku também acrescentou que o câncer e outras doenças serão diagnosticadas com anos de antecedência graças a vasos sanitários que monitoram a saúde.
 
Os banheiros serão equipados com inteligência artificial capaz de analisar os resíduos corporais e identificar o surgimento de uma doença com muita antecedência.  Neste futuro, Steve Jobs não teria morrido, enfatizou.
 

Abaixo as Ditaduras
Estamos a pouco dias do começo da Copa do Mundo Brasil, promovida pela megalomania e pela irresponsabilidade de Lulla e de seu PT apóstata!
 
Foram bilhões e mais bilhões desviados das questões básicas que afetam o nosso País, para o bolso dos empreiteiros e para o bolso dos políticos criminosos. Além da perda de nossa soberania, como País, nas mãos da ditadura desse covil de ladrões que se chama FIFA!
 
Não podemos perder essa grande oportunidade, onde todo o mundo estará com os olhos voltados para o nosso País, para mostrar a todos, as várias ditaduras que nos escravizam, talvez bem mais criminosas e mais profundas que a ditadura militar que vivemos a partir de 1964!
 
Você não pode deixar de ver e refletir sobre o documento abaixo! É um testemunho factual sobre a dura realidade que nos escraviza e um apelo para que consigamos sacudir o jugo dessas ditaduras que nos aprisionam!
 
É possível e é necessário! Depende de você. Inclusive, de estender o seu inconformismo e a sua postura cidadã de mudar esse País, até as próximas eleições de outubro!
 
Precisamos escorraçar de nossas vidas, com nosso voto, esses ditadores criminosos e todos os segmentos que nos escravizam!
 
E como afirmei em texto de 28/04/2014, Deus é Brasileiro, certamente nós teremos a ajuda de nosso compatriota, lá dos céus: vamos perder essa Copa e enterrar de vez, o sonho de Poder desses irresponsáveis que pensaram em usá-la, para sua perpetuação!... (Márcio Dayrell Batitucci)
 
Julgue o seu sucesso pela medida em que você está desfrutando de paz, saúde e amor. E ainda: Não diga que não tem tempo suficiente. Você tem exatamente o mesmo número de horas por dia de que dispuseram Helen Keller, Pasteur, Michelangelo, Madre Teresa de Calcutá, Leonardo da Vinci, Thomas Jefferson e Albert Einstein.(H. Jackson Brown, Jr.)

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