14 de mai de 2014

Por que de tanta violência...

Una foto para el mundo.
 photo papaejudeus.jpg Algo distinto pasó este jueves en Santa Marta, donde se encuentra la residencia del Papa Francisco en el Vaticano. Los 15 dirigentes de la comunidad judía que tuvieron la oportunidad de asistir a un encuentro con el líder de la Iglesia católica quedaron sencillamente maravillados. El Sumo Pontífice los recibió como a sus hermanos y convirtió un almuerzo en un momento histórico.

La imagen se expandió y multiplicó velozmente en Twitter y Facebook.

El ex cardenal Jorge Bergoglio rodeado amistosamente en una mesa por rabinos y dirigentes de la comunidad judía.

Ya nada será igual. Dentro de lo que es mi vida es algo inolvidable, manifestó a la Agencia Judía de Noticas el presidente de una entidad judía que participó de la reunión. Tiene una trascendencia mundial la presencia de la comunidad judía con el Papa.

Algunos de los que asistieron aseguraron que fue la primera vez que se sirvió comida kosher y que se cantó en hebreo en el Vaticano.

Una simple mesa simbolizó un hito en la historia del diálogo interreligioso.

Hine ma tov umá naím shébet ajim gam iájad fue la canción que entonaron junto al Papa, el fragmento de un salmo que reivindica lo bueno y lindo que es que los hermanos se sienten juntos.

Es una de las canciones más significativas para el pueblo judío y simboliza lo bueno que es estar todos reunidos, expresó una de los dirigentes.

Por otro lado, el presidente de la entidad resaltó que esa mesa es la mejor respuesta a la vida, debido a que 70 años atrás desde el mismo lugar salían los trenes cargados de judíos a Auswitch.

Los dirigentes calificaron al momento como un punto de inflexión muy importante y le desearon a Francisco que dios lo bendiga y le de salud.

Quizás el momento más emotivo, y el que causó la espontaneidad que refleja esta fotografía tan cautivadora, fue cuando en esa mesa se compartió un vino kosher e hicieron todos un lejaim (brindis por la vida).

Este día jamás podrá ser superado, todavía no tomamos conciencia de lo que pasó y fuimos parte de un encuentro histórico eran las afirmaciones que repitieron una y otra vez los dirigentes.

Sin dudas, este encuentro fue otro de los motivos por los que el Papa argentino sigue marcando precedentes en la vida interconfesional.

Comentário: Minha humilde opinião: Muito mais do que uma simples foto para o mundo. O Papa Francisco conseguiu muito mais do que isso, enviando mais uma de suas mensagens sutis. O hábito familiar mais comum do almoço frugal atinge uma proporção inusitada, o social cede seu lugar ao universal. Falta pouco, assim o estimo, para sermos outra vez surpreendidos, por mais uma de suas news, de mesma natureza, fora de série, tocando agora, o polo mais drástico e controverso da tríade monoteísta. Quiçás! Imaginem! cristãos e muçulmanos dividindo qual irmãos a mesma mesa e trocando brindes de longa vida e prosperidade, na paz. Seria sonhar muito? Note-se que a notícia chega através das redes sociais. Fica a pergunta que não quer calar: E a grande imprensa, seja escrita, falada, vista, etc...?. Resposta: Muda. (AD)
 
A plataforma de produção P-62, um dos projetos estratégicos do Plano de Negócios e Gestão 2014-2018 da Petrobrás, entrou em operação nesta segunda-feira (12/05), no campo de Roncador, na Bacia de Campos. A P-62, instalada em profundidade de água de 1.600 metros, é parte integrante do projeto Módulo 4 do campo de Roncador. Nela serão interligados 22 poços, sendo 14 produtores de óleo e gás e 8 injetores de água. (AEPET)
 
Petrobrás apresenta balanço do trimestre Ao repercutir o resultado financeiro da Petrobrás referente ao primeiro trimestre de 2014, divulgado na última sexta-feira, a maior parte da imprensa deu ênfase à queda de 30% nos lucros da Companhia, sem acrescentar a informação de que, no mesmo período, a Shell amargou recuo de 44%, o da BP diminuiu 23% e o da Chevron 27%. Tampouco foi lembrado que outras companhias de grande porte, inclusive ligadas ao setor financeiro, também apresentaram redução da mesma ordem nos respectivos resultados.
 
A princípio também não foi suficientemente esclarecido que pesou negativamente o Plano de Incentivo ao Desligamento Voluntário (PIDV), registrado integralmente no balanço e que totalizou R$ 2,4 bilhões. Sem este, o lucro se manteria no patamar de R$ 7,8 bilhões, ligeiramente superior aos R$ 7,7 bilhões apurados em 2013. Tanto que o lucro operacional no 1º trimestre de 2014 foi de R$ 7,6 bilhões, 8% superior ao do último trimestre de 2013.
 
Ainda sobre o PIDV, na resposta da Petrobrás ao mercado e ao público em geral, divulgada nos jornais desta segunda-feira, a Companhia afirma que as demissões voluntárias representarão uma redução de custos da ordem de R$ 13 bilhões no período compreendido entre 2014 e 2018. Em seguida, é esclarecido que o cálculo parte de uma premissa de reposição de apenas 60% dos desligamentos.
 
Cabe aí um esclarecimento sobre se esse percentual é relativo à massa salarial ou às reposições dos funcionários que estão deixando a empresa, pois a promessa da diretoria às entidades que representam seus funcionários é repor integralmente a mão-de-obra demitida.
 
Acrescente-se ainda que a queda de produção, de 2.552 mil barris de óleo equivalente diários para 2.531 mil, é de apenas 26 mil barris/dia, montante inferior à produção de um único posto em operação no pré-sal, o campo de Lula, por exemplo, e isso só ocorreu porque uma plataforma alugada está sendo substituída por uma própria no campo de Roncador, e pela paralisação, devido a um incêndio, da plataforma P-20 (20 mil barris diários) no campo de Marlim, também provocada por um incêndio, e que já voltou a produzir, como destacou o blog Tijolaço. ( AEPET)
 
TSE: 141,8 milhões de eleitores estão aptos a votar. Balanço parcial divulgado nesta sexta indica que número de eleitores aptos a votar em outubro cresceu 6 milhões em comparação com 2010. Pedidos de transferência para seção com acessibilidade cresceram 700%.
 
Jornais: maioria dos eleitores é contra voto obrigatório. Datafolha mostra que 61% querem voto facultativo.
 
Correios devem criar serviço de telefonia celular até o fim do ano. Autorização foi divulgada esta semana e permite que a estatal firme parceria com empresas do setor.
 
ANP alerta sobre multas para quem desrespeita conteúdo nacional. A diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, garantiu que as operadoras que atuam no Brasil terão que cumprir as cláusulas de conteúdo nacional exigidas nos contratos, inclusive a Petrobrás. Apesar das recentes declarações da presidente da Companhia, Graça Foster, de que irá priorizar o aumento da produção, mesmo que em detrimento da demanda a fornecedores nacionais, e da controvérsia em torno da exploração do campo de Tartaruga Verde, Magda afirmou que a agência vai fiscalizar e multar, caso haja desrespeito aos contratos.
 
Em entrevista ao site Petronotícias, a diretora-geral ponderou que a agência passou por uma fase de muitas notificações de comercialidad e e agora vai entrar numa fase de fiscalização de grandes projetos.
 
Destacando que a Petrobras tem cumprido as diretrizes do programa governamental de conteúdo local - a prova disto é o ressurgimento da indústria naval - ela ratificou que eventuais falhas das operadoras serão imediatamente punidas.
 
A diretora-geral da ANP observou também que a alternativa de pagar a multa não é interessante para as operadoras e que esta opção, por parte da Petrobras, seria algo inédito. Magda disse que casos assim estão previstos, mas que as regras se aplicam apenas a itens específicos. Se alguém for à ANP e disser que não há preço competitivo no Brasil ter á que provar, resumiu Magda, que concedeu a entrevista em Houston, Estados Unidos, onde participou de uma feira do setor petróleo.
 
A história ilumina o caminho dos que ainda hoje almejam o Brasil democrático, livre e soberano
 
Como sempre, o passado ajuda a compreender o presente, principalmente quando a memória histórica, nosso caso, é rala como uma nuvem de fumaça. Eis a oportuna contribuição de Getúlio, um filme acima de tudo correto (para o que se propunha) e suficientemente didático para que os jovens, que não viveram a experiência trágica daqueles idos de agosto, travem conhecimento com os cordéis que manejavam e manejam a cena política brasileira. Então e agora, nesta nossa história sem povo-massa, sem povo-sujeito, os principais atores raramente eram e são vistos sob as luzes da ribalta. Por isso mesmo, o que o filme revela, e aí muito bem, é, apenas, uma parte da história, exatamente a mais visível e epidérmica, e, por isso mesmo, a mais conhecida. Por ser talvez a mais fácil de ser contada pelos vencedores.
 
Se é tolice pensar que o assassinato de João Pessoa detonou a revolução de 30 (sabidamente, o gatilho do revólver de João Dantas foi pressionado por razões passionais), é pura literatice reduzir o 24 de agosto à crise desencadeada pelo inconcebível atentado da rua Tonelero, quando um sicário trapalhão, contratado para assassinar um jornalista inescrupuloso, mata um oficial superior da FAB travestido de guarda-costas.
 
A história daquela noite/madrugada inesquecível começa bem antes, em 1922, com o levante do Forte de Copacabana, inaugurando uma saga que só conheceria sua culminância com a sublevação militar em 1º de abril de 1964 e a ditadura a seguir implantada. Esta saga tomou o nome de tenentismo, a décadas de insurreições, levantes, inconfidências, intentonas, pronunciamentos militares e golpes de Estado - que marcam a vida política brasileira. Assim tumultuando o processo institucional de uma sempre jovem e frágil democracia ansiando por uma consolidação que nunca chega: 1922, 1924, 1930, 1932, 1935, 1937, 1938, 1945 (primeira deposição de Vargas), 1954 (a segunda deposição de Vargas), o golpe e contra-golpe de 11 de novembro de 1955, as arruaças de Aragarças e Jacareacanga, tentativa de golpe e contra-golpe de 1961 (renúncia de Jânio e posse de Jango) e, finalmente, deposição de Jango (1964) e instauração da ditadura militar (1964-1985), sonho que remonta a Floriano Peixoto. As insurgências são muitas, mínima porém a variação dos personagens. O brigadeiro Eduardo Gomes, rebelde de 1922, é o ministro da Aeronáutica (de Café Filho e de Castelo Branco na ditadura); os marechais Juarez Távora (ministro dos Transportes e da Agricultura de Vargas, 1930/1932-34; conspirador em 1945, 1954, 1955, Chefe da Casa Militar de Café Filho, 1954-55) e Cordeiro de Farias (chefe do Estado-Maior das forças golpistas em 1961), ambos personagens de destaque da revolução de 30, estão juntos na ditadura de 1964. Como se vê, o tal compromisso das Forças Armadas brasileiras com a democracia não resiste a qualquer análise. Os fatos mudam, porque a história não se repete, embora no Brasil ela seja recorrente; os personagens são os mesmos em permanente revezamento. Não mudam as mãos e os cérebros que manipulam os cordéis das marionetas.
 
Os interesses de classe são os mesmos e mesmos são seus agentes e seus prepostos.
 
Durante esse longo período, isto é, até o fim da última ditadura, o Exército funcionou como poder moderador, mostrengo monárquico em plena República, e o Clube Militar, seu braço desarmado, cumpriu o papel de verdadeiro partido político, embora sem a legitimidade do mandato eletivo. Pronunciavam-se, oficiais generais da ativa e Clube, sobre todos os temas: salário-mínimo, relações internacionais, câmbio, inflação, eleições… Agiam ambos como agentes políticos, configurando um Poder não previsto pelo ordenamento constitucional, mas legitimado pelo argumento insofismável das baionetas.
 
O mundo mudara, e nele o Brasil.
 
A partir de 1945, com a Guerra Fria e o macartismo, o tenentismo, de origem liberal, unifica-se ideologicamente em torno de um anti-comunismo que se opõe ao nacional e ao popular e, em nome da democracia, pleiteia governos de exceção. Aparta-se definitivamente do varguismo ao qual servira, inclusive no golpe de 1937, e que trairia em 1954. Morto Vargas, sobrevive o anti-varguismo rançoso que chega aos dias de hoje.
 
O americanismo é o modelo nacional de anti-comunismo, justificador de todas as concessões. A fundamentação ideológica é fornecida pela Escola Superior de Guerra-ESG (1949) comandada inicialmente pelo general e futuro marechal Cordeiro de Farias, que teria Juarez Távora como seu sucessor…, mas a instrumentalização política seria o encargo da União Democrática Nacional-UDN, partido fundado após a redemocratização com a finalidade de combater o varguismo e todas as modalidades de trabalhismo, reduzidas depreciativamente a populismo. E, por consequência, contra tudo o que pudesse sugerir o que mais tarde chamaríamos de emergência das massas. Contra a politica externa independente, contra o voto do analfabeto, contra a limitação da remessa de lucros para o exterior, contra isso e contra aquilo.
 
O anti-populismo é tão-simplesmente anti-povo.
 
Para esses setores militares e partidários revelava-se intolerável a volta do ditador ao poder no Brasil redemocratizado. Mas Getúlio, que não podia ser candidato, faz-se candidato, e, não devendo ser eleito, ganha as eleições (derrotando de forma acachapante o brigadeiro Eduardo Gomes!), e, condenado a não tomar posse, é empossado e governa. Aos trancos e barrancos, enfrentando oposição ensandecida, derrotando seguidas tentativas de impeachments e boicotes do sistema financeiro internacional. Ver-se-á por que. As medidas nacionalistas levadas a cabo pelo agora presidente constitucional acirram o conflito e estimulam as contradições internas de seu governo - que assumira as feições de um nacionalismo intervencionista. Sem base social de sustentação - seu partido, o PTB, não lograra a liderança necessária das grandes massas, e o movimento sindical se desorganizava nos desvãos dos gabinetes ministeriais – Vargas governava à míngua de correlação de forças políticas, econômicas e militares favorável. E, evidentemente, contra a grande imprensa brasileira, que naquela altura era praticamente a de hoje: O Globo, Estadão e a falecida cadeia associada cujo grande e poderoso semanário renasceu numa conhecida revistona, como sua matriz, também delegada dos interesses internacionais.
 
Assim, contradição irremediável se estabelece em face de questões objetivas que, se de um lado alimentam o populismo varguista, de outro confrontam o capital estrangeiro aqui instalado e os interesses políticos e econômicos dos EUA, unificando-os, burguesia nacional alienada e capital estrangeiro temeroso das nacionalizações, na ação oposicionista que medraria no Parlamento e, principalmente, na imprensa. O atentado ao jornalista e a morte do major foram o elemento subjetivo que mobilizaria a classe-média, católica, insegura, moralista e reacionária.
 
Explica-se.
 
O nacional-intervencionismo varguista - com as vistas voltadas para a industrialização - operava um Estado para além de simplesmente indutor do desenvolvimento: agente empreendedor mais do que regulador, intervinha na economia; seu escopo era a industrialização (é incrível que a burguesia paulista, mal saída da cafeicultura, não tenha entendido até hoje…) e a modernização econômica, em país fincado no agrarismo. Recusa-se a enviar tropas para lutar na Guerra da Coréia ao lado dos EUA. Cria o BNDE (hoje BNDES) e o Banco do Nordeste do Brasil-BNB, libera a organização sindical e estimula a criação de novos sindicatos; reajusta o salário mínimo em 100% (1953). Por fim, audácia suprema, estabelece o monopólio estatal do petróleo e cria a Petrobras, em época em que atitudes desta natureza derrubavam governos, como se viu no Irã de Mossadeg. Getúlio caiu, sacrificando a própria vida, porque ousou desafiar o imperialismo, propondo caminho autônomo para o desenvolvimento brasileiro. Esta a lição da história, a iluminar o caminho dos que ainda hoje almejam o Brasil democrático, livre e soberano. (Roberto Amaral, Carta Capital)
 
Polícia Federal abre dois inquéritos para investigar ameaças de morte a Joaquim Barbosa. Mensagens foram postadas em redes sociais e encaminhadas ao STF por meio de perfis apócrifos. Leia
Convocando a tropa.
De início, antes mesmo de começar a assistir ao vídeo, ao ver, na página do vídeo, Black block brasil no publicado em, pensei que era coisa desse bando de desordeiros, que entram nas manifestações populares vestidos de preto e mascarados, com a finalidade de depredar propriedades públicas e privadas, e tumultuar as manifestações. Depois que comecei a assistir é que vi que nada tem a ver com a baderna. A expressão Black Block Brasil é apenas um dos temas que são abordados no vídeo. Trata-se, portanto de convocação séria, que precisa ser atendida antes que seja tarde demais.

Se não houver resistência a essa corja de malfeitores, que estão fazendo o Brasil de gato e sapato, o nosso futuro é o mesmo da Venezuela, de Cuba e da Coréia do Norte. 
 


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