17 de mai de 2014

Haja espaço no divulgar...

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Recorde no pré-sal é a resposta de petroleiros e da Petrobrás 

Desde o início das denúncias contra a Petrobrás, que vieram desaguar em duas CPIs no Congresso Nacional, um fenômeno cotidiano dos petroleiros e da companhia tem se repetido. Mas sem a cobertura da mídia dominante. Nesta terça-feira a Petrobrás anunciou um novo recorde de produção do pré-sal. 

Para os petroleiros, estes recordes são praticamente uma rotina. Rotina que confirma as extraordinárias possibilidades de produção do pré-sal. Mas confirma principalmente a capacidade dos petroleiros, funcionários da Petrobrás e contratados, em superar os desafios, as intrigas, os corruptos e os malfeitos e reafirmarem a companhia como uma das maiores do mundo.

O diretor de comunicação da AEPET, Ronaldo Tedesco, comentou o novo recorde: Não sabemos no que as duas CPIs e esta série de denúncias vai dar. Muito provavelmente, como tem sido uma triste tradição brasileira, vai tudo acabar em pizza lá em Brasília. Em Brasília, por que na Petrobrás, nunca acaba em pizza. É recorde sobre recorde, com ou sem escândalos e corruptos para amargurar o dia a dia dos petroleiros. Não podemos ter vergonha de ser petroleiros. Sei que sentimos um orgulho enorme, como naquela canção dos estádios sobre os brasileiros (com muito orgulho e com muito amor...). Queremos ver os corruptos presos, sem perdão. Queremos a Petrobrás sob controle do Estado, mas bem longe dos interesses mesquinhos dos partidos e governos. Lutamos por isso há anos e já passamos momentos tão difíceis quanto estes e impedimos a privatização da empresa e até a mudança do seu nome. (AEPET)

Petroleiros decepcionados 
E, olhem, em plena Bahia, no olho do furacão dos Gabrielli e dos PCCM! (MDB) 

Colegas, o acima, uma intervenção feita pelo geólogo e amigo, Robson Egon, no dia do ato vergonhoso (09-05-2014) já citado na correspondência abaixo e, tal infame ato, não contou com o apoio dos Petroleiros próprios e contratados. Várias vezes os sindicalistas e políticos presentes foram vaiados.

Robson e eu fomos demitidos na mesma semana em 1995, greve de maio, por defendermos a Petrobras e o Brasil. 

Fomos do PT e ajudamos nas campanhas de Lula, bem como de vários candidatos petistas na Bahia.

A nossa decepção não é maior por que continuamos a lutar pelo Brasil e pela Petrobras sem intenção nenhuma de poder ou ganho material.

Peço, por conseguinte, que os colegas que assistirem este vídeo relevem alguma expressão mais forte e sintam apenas a decepção colocada, que não é só dele, mas de uma grande e expressiva maioria de Petroleiros...

Caros (as), Hoje pela manhã, a partir das 07:00 h, o sindicato dos petroleiros, Cut, e políticos do PT, impediram a entrada dos trabalhadores próprios e contratados da Petrobras, para obrigar-nos a participar deste ato vergonhoso, foto abaixo, que segundo eles visa defender a Empresa.

Na minha opinião e de muitos colegas, a intenção clara é demonizar a Presidente da Petrobras e fazer palanque político para os candidatos do PT.

Estiveram na iníqua manifestação e apoiando o ato, o deputado federal Sr. Luís Alberto (PT), o deputado estadual Sr. Rosemberg (PT), o vereador Sr. Moisés Rocha (PT), o presidente da CUT Regional Sr. Cedro (PT), o Conselheiro da PETROS Sr. Paulo César Chamadoiro (PT) e tantos outros dirigentes sindicais.

Para aqueles que tem alguma dúvida quanto a intenção das lideranças petistas da Bahia e não conseguem entender que a atual Gestão Graça Foster está corrigindo rumos e por isso causa impacto no poder dos que estiveram na gestão Gabrielli, fica aí a foto clara, da raiva dos petistas contra a empregada Maria das Graças Silva Foster.

Reparem que na faixa abaixo, eles tentam associar a Presidente da Petrobrás aos diretores corruptos, quando sabemos que estes diretores foram postos na gestão de Gabrielli e de Lula, como por exemplo: o Nestor Cerveró e o Paulo Roberto da Costa. 

É de amplo conhecimento que a Presidente da Petrobrás está lutando contra a corrupção e dando transparência à Empresa.

Conclamo a todos os petroleiros: Defendam a presidente da Petrobras. Defendam a Petrobras! Hannah Arendt (1906-1975), filósofa política alemã de origem judaica, dizia que ninguém se enfureceria por causa de um terremoto ou mesmo por causa de um câncer. A fúria nascia em virtude de algo que poderia ter sido feito e não o foi. Por causa de uma injustiça que não foi corrigida ou uma justiça que não foi feita.

As ligações do PT com a máfia italiana no narcotráfico internacional. 

Mais uma bomba: doleira brasileira presa na Espanha revela ligação do dinheiro desviado da Petrobras e outros órgãos do governo petista no financiamento do tráfico de cocaína da máfia italiana ‘Ndranghetta.

Está presa na Espanha a doleira brasileira Maria de Fátima Stocker, gaúcha de 41 anos, nascida no município de Vicente Dutra, mas com parentes morando no município de Parobé, região metropolitana de Porto Alegre. Maria de Fátima Stocker está presa na Penitenciária Madrid V - Soto Mayor, na Espanha, há cerca de 20 dias. Maria de Fátima Stocker foi presa pela Interpol, em uma operação na qual participaram representantes das polícias especiais da Espanha, Suíça, Inglaterra e Itália.

Quem encaminhou à Interpol o pedido para a sua prisão foi a Polícia Federal de Santos, no litoral paulista.

A investigação que acabou levando até o pedido de prisão dela, deferido pela Justiça Federal, foi iniciada após um alerta da polícia italiana a respeito do tráfico de duas toneladas mensais de cocaína pura, originária do Peru e da Bolívia, promovido pela máfia italiana ‘Ndranghetta.

Os traficantes peruanos e bolivianos ingressavam no porto de Santos à noite, arrombavam contêineres com destino a portos europeus e neles inseriam a carga de cocaína. Depois avisavam seus comparsas da máfia ‘Ndranghetta para invadir navio na Itália e resgatar a cocaína de dentro dos contêineres.

A ‘Ndranghetta pagava para a doleira Maria de Fátima Stocker, que passava aviso ao doleiro Alberto Youssef, avisando que já estava com o dinheiro, e que ele podia passar o valor correspondente, no Brasil, aos traficantes donos da cocaína pura. Onde o doleiro Youssef levantava o dinheiro para financiar os pagamentos do tráfico de cocaína? Junto com seus relacionamentos no PT e no governo petista, nos desvios de recursos públicos, da Petrobras e de outros órgãos governamentais, como no Ministério da Saúde.

A operação de investigação internacional levou mais de dois anos. Nesse ínterim, foram barradas algumas das exportações mensais de duas toneladas de cocaína pelo porto de Santos. Então a máfia ‘Ndrangheta tentou transferir suas operações de embarque da droga para o Amapá, onde mergulhadores enviados da Itália tratavam de afixar a carga ao casco de navios. Uma dessas cargas foi mal afixada e boiou, alertando a Polícia Federal. Os mergulhadores tiveram tempo para fugir.

Em Santos, o alerta da polícia italiana gerou a Operação Monte Pollino, que se conectou com a Operação Lava-Jato.

A doleira Maria de Fátima Stocker é uma mulher que saiu do Brasil e foi morar na Suíça. Lá, conheceu um executivo de um banco suíço e passaram a viver juntos. Ela adotou os filhos do suíço e adquiriu a cidadania da Suíça. Ao se separarem, ela foi morar em Londres, onde também mora uma irmã sua, casada com um iraniano.

As duas já eram monitoradas pelos serviços secretos norte-americanos,  especialmente a NSA (National Security Agency). Foi a NSA que avisou os serviços policiais italianos, e estes avisaram a Polícia Federal brasileira.

A Polícia Federal, no Brasil, passou a investigar uma operação de tráfico de cocaína e bateu de frente com um gigantesco esquema de desvio de recursos públicos no governo petista de Dilma Rousseff e na maior estatal brasileira, a Petrobras, gerando recursos que serviam para financiar o tráfico internacional de cocaína.

Este cenário talvez ajude a compreender a grande irritabilidade que se apoderou do governo da petista Dilma Rousseff contra o governo americano e o presidente Obama, inclusive com o cancelamento de visita oficial à Casa Branca. Agora, as duas operações foram deflagradas praticamente ao mesmo tempo, uma no Brasil e outra nos países europeus.

Maria de Fátima Stocker deverá ser defendida na Justiça Federal brasileira pelo advogado Eduardo Jobim, de Santa Maria. (Vitor Vieira) 

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A CPI da trapaça 


Passou pelo duto que liga o Palácio do Planalto ao gabinete do presidente do Senado, Renan Calheiros, a viscosa manobra destinada a transformar em letra morta a decisão da ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), que deveria impedir, como solicitara a oposição, que a CPI da Petrobrás a ser instalada na Casa fosse contaminada com a inclusão de questões completamente alheias ao objeto específico da investigação. Pela enésima vez acaba de ficar demonstrado que jamais alguém perderá dinheiro apostando na criatividade dos políticos para a trapaça.

Quando ficou claro para a patota de Calheiros e a tropa de choque do PT no Senado, em linha direta com a presidente Dilma Rousseff, que não conseguiriam obstar no tapetão a abertura do inquérito sobre as suspeitas em relação a práticas da Petrobrás, trataram de desfigurá-lo. A iniciativa do PSDB e do DEM, como se recorda, nasceu da confissão da presidente de que, na qualidade de titular do Conselho de Administração da empresa, aprovara em 2006 a compra de metade de uma refinaria em Pasadena com base apenas em um parecer técnica e juridicamente falho, o que só mais tarde ela viria a descobrir.

Além do escândalo de Pasadena, onde a petroleira acabaria enterrando US$ 1,246 bilhão, com um prejuízo contabilizado de US$ 530 milhões, a oposição se voltou para outro caso escabroso - a multiplicação por dez dos custos da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco (dos US$ 2,3 bilhões inicialmente previstos para os mais de US$ 20 bilhões que deverá custar). Completavam o pacote a história dos US$ 139 milhões em subornos pagos a funcionários da estatal por uma fornecedora holandesa e a denúncia de operações inseguras em plataformas operando em mar aberto.

O troco dos governistas, que a ministra Weber parecia ter neutralizado, foi incluir na agenda da CPI os indícios de formação de cartel em contratos do Metrô de São Paulo, em governos tucanos, e possíveis irregularidades na construção do Porto de Suape, em Pernambuco. O intento era duplo: sufocar as apurações sobre a Petrobrás desde a ascensão do PT ao poder - alcançando, pois, a presidente Dilma - e levar ao pelourinho os seus adversários nas eleições de outubro, Aécio Neves, do PSDB, e Eduardo Campos, do PSB.

Conseguiram o que queriam, trocando tortuosamente seis por meia dúzia. Em vez de tratar do Metrô paulistano, exumaram o episódio do afundamento da Plataforma P-36 em março de 2001, no governo Fernando Henrique, e confeccionaram um obscuro nexo entre obras da Petrobrás e o Porto de Suape. A CPI foi instalada na quarta-feira. Apenas 1 oposicionista, dos 3 que poderiam integrar o colegiado de 13 membros, aceitou fazê-lo. Sob a presidência do peemedebista Vital do Rego e com o petista José Pimentel no cargo de relator, é certo que o inquérito chapa branca nada fará em prejuízo dos interesses de Dilma.

Numa jogada de aceleração dialética, por assim dizer, o governo mandou apressar o início dos trabalhos no Senado para abafar a outra CPI sobre a Petrobrás que a oposição afinal conseguiu emplacar, incluindo também a Câmara. Se vingarem as tramoias dos governistas, a sua instalação corre o risco de ser adiada para o fim do mês - a duas semanas, portanto, do início da Copa. Mas, se e quando vier a funcionar efetivamente, não apenas remeterá a anterior a segundo plano, como terá tudo para tirar o sono da presidente. De um lado, por sua composição. De outro, pela fartura de material a merecer investigação.

Dos 32 membros da CPI farão parte deputados que só no papel pertencem à base majoritária, tão duras as suas críticas a Dilma. É o caso do próprio líder da bancada do PMDB e principal criador de casos com o Planalto na Câmara, Eduardo Cunha. Quanto à abundância de prováveis malfeitos, as denúncias se empilham. Ainda ontem, o jornal Valor revelou que a Petrobrás assinou contratos bilionários e pencas de aditivos para as obras da Refinaria Abreu e Lima muito antes da aprovação do estudo de sua viabilidade. O conselho de administração do empreendimento era liderado por Paulo Roberto Costa, então diretor da petroleira. Em março último, ele foi preso na Operação Lava Jato, da Polícia Federal. (O Estado de S.Paulo)

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O depoimento Emocionado e revoltado de soldado da borracha de 96 anos constrange todo o Plenário da Câmara.

Belizário Costa, 96 anos, ex-seringueiro, discursa no encerramento da sessão do Congresso que promulgou emenda à Constituição que indeniza em R$ 25 mil os chamados soldados da borracha. Belizário criticou o baixo valor do benefício e a demora na aprovação da matéria. Para a senadora Vanessa Grazziotin, que presidia a sessão, a indenização representa uma vitória que resgata a importância dos soldados da borracha na II Guerra Mundial.
Monkey GIF photo tumblr_myan6bELYQ1rpe379o1_500.gifA bomba que o PT não quer que estoure. 

Por iniciativa do valoroso e único parlamentar de quem se pode esperar atitudes, o STF se posicionará através de seu ministro presidente sobre o pedido do Senador Álvaro Dias (PSDB-PR) de que sejam revelados todos os meandros dos empréstimos de financiamento de obras no exterior, em especial em Cuba, Venezuela, Angola e Faixa de Gaza (Complexo Hospitalar inaugurado por Padilha).

Assim o Sen. Álvaro Dias se pronunciou sobre o caso: Não se pode admitir que o governo faça empréstimos vultosos sem que aqueles que pagam impostos saibam de informações como o valor dos empréstimos, o prazo de carência para o seu resgate, taxas de juros. Não vejo outro assunto que revolte tanto a população como saber que o governo empresta dinheiro dos brasileiros para a construção de um porto em Cuba, para o metrô de Caracas, para a construção de uma hidrelétrica na Venezuela, um Complexo Hospitalar na Faixa de Gaza, entre outras tantas obras em países controlados por ditadores sanguinários.

Eu, até então, desconhecia a extensão dos empréstimos e para que eles serviam nesses países. Sabe-se agora que não foi apenas para se construir o Porto de Mariel, em Cuba, que o nosso suado dinheirinho foi empregado. Enquanto São Paulo e, principalmente, Salvador sofrem com a falta de transporte via metrô, o BNDES financia completamente o metrô de Caracas.

Se o ministro Joaquim Barbosa topar a parada - ele teve uma reunião fechada com o Senador tucano, ontem, a esse respeito - a coisa vai feder insuportavelmente para o lado do vigarista de Caetés.

Calcula-se que o desvio de dinheiro público por intermédio desses empréstimos é tão grande que o Mensalão será completamente esquecido por ter sido apenas um roubozinho sem a menor importância.

Lembrem-se de que os empréstimos foram feitos em moeda estrangeira, dólares, bilhões deles!

Se o Brasil tiver a sorte de ter como relator da matéria um Luiz Fux ou um Gilmar Mendes, o PT estará com seus dias contados, pois o roubo é tão grande que ninguém é capaz de avaliar o quanto.

Vamos torcer para que seja um desses dois ministros o relator, porque se cair nas mãos de Barroso, Toffoli, Lewandowski ou daquele gaúcho Machocho…

Bom, melhor esperar pra vermos.

O pedido de Álvaro Dias é uma ação direta contra a Presidenta Dilma Rousseff, o ministro Mauro Borges (Desenvolvimento, Indústria e Comércio) e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho. Álvaro Dias fez seu pedido ao STF com base na Lei nº 12.527, de 2011, (Lei de Acesso à Informação) que, conforme preceitua seu art. 1º, tem a finalidade de garantir o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do art. 5º, no inciso II do § 3º do art. 37 e no § 2º do art. 216 da Constituição Federal.

Dessa ação judicial dependerá o futuro de Rousseff e seu séquito de ladrões, incluído aí o chefão de todos: - Lulalarápio da Silva!... (Lourinaldo Teles Bezerra)

Devemos estar dispostos a nos livrar da vida que planejamos para poder viver a vida que nos espera.
(Joseph Campbell)

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