31 de mai de 2014

Cadê o Contra Copa ?....

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Capa da publicação Veja mostra um Joaquim Barbosa vislumbrando eventual futuro político e pede que seu exemplo não seja esquecido; internamente, revista volta a bater na tecla de que o Brasil precisa de exemplos no entanto, ele deixa o Supremo Tribunal Federal depois de ter violado uma jurisprudência consagrada nos tribunais superiores e criado insegurança jurídica, segundo palavras do próprio procurador-geral da República; curiosamente, a mesma edição de Veja traz diversos ataques ao senador Fernando Collor (PTB-AL), o último exemplo que Veja lançou para a presidência da República; a diferença é que, felizmente, Barbosa – que sempre agiu como político, e jamais como magistrado – não pode se candidatar; Barbosa não deve ser esquecido, mas pelos erros e não por supostos acertos.


Marina e Campos devem conversar sobre Barbosa neste sábado. Aliado da ex-ministra, ex-deputado Walter Feldman (SP), diz que Rede não tem restrições a filiação de presidente do STF, mas admite que não seria adequado convidá-lo com vistas a disputa eleito.
Procurador-geral da República afirma que divulgação de operações pela Polícia Federal mais atrapalha do que ajuda segundo Rodrigo Janot, que foi chamado de censor da República por delegados da PF depois que pediu ao STF sigilo na divulgação de informações da Operação Ararath, é importante ter transparência e esclarecer o resultado que se obteve, mas apenas ao final das análises obtidas; no caso da Ararath, de Mato Grosso, foi encontrada uma planilha de pagamentos a promotores e procuradores do Estado; segundo Janot, trata-se de uma forma de o governo estadual efetuar pagamentos, por cartas de crédito.
Dilma se diz Paz e Amor e que não vai levar desaforo pra casa num encontro Estadual do PT em Minas Gerais.
Base aliada cogita quebra de sigilo de ex-chefe da Petrobras Sergio Gabrielli em CPMI.
1. O sociólogo Demétrio Magnoli critica, em sua coluna neste sábado 31 na Folha de S. Paulo, os manifestantes que podam o direito de ir e vir das pessoas. O direito de manifestação pública é limitado por regras que impedem a anulação do direito de circulação das pessoas, escreve.
2. Ele ironiza a fala da presidente Dilma Rousseff, que usou a palavra baderna para defender que usará o Exército a fim de defender a "imagem do Brasil" durante a Copa, mas não pelos desprezíveis direitos das pessoas.
3. Nos 30 dias da competição, a imagem do Brasil brilhará sobre um pano de fundo verde-oliva. Depois, tudo volta ao normal, conclui.
Sob controle o vexame - Bovespa cai quase 2% com PIB e fecha o mês de maio no vermelho. Economia cresceu 0,2% no 1º trimestre. Dólar fecha maio em alta após 3 meses de queda. Mantega culpa inflação por PIB mais fraco no 1º tri.
Google recebe 12 mil pedidos em 1 dia para apagar dados pessoais. Por ordem judicial, site agora permite remoção.
A PM do Rio não tem ônibus para levar os soldados. Isso é vergonhoso. Aliás, operacionalmente é inconcebível. Imaginem a situação, todo mundo tendo que ir para a estação, ficar esperando na plataforma, e correndo o risco do trem parar no caminho, sim, porque isso acontece todos os dias. Aliás, deslocar por trem 300 homens da Zona Oeste para reprimir uma manifestação no Centro é mais uma situação surreal. A segurança pública está abandonada.
35% dos paulistanos ficaram sem água. Segundo Datafolha, mais de 1/3 das pessoas relata falta de água em casa.
1. Líder do Democratas, deputado Mendonça Filho (PE) apresentou à Mesa da Câmara projeto de decreto legislativo para sustar o Decreto Presidencial 8.243, de 23 de maio, que criou a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e o Sistema Nacional de Participação Social (SNPS); A democracia se dá por meio dos seus representantes no Congresso, legitimamente eleitos, defende o parlamentar.
2. Os supostos candidatos de oposição Aécio Neves e Eduardo Campos, junto com políticos, juristas e militares ainda não corrompidos, estão devendo uma reação enérgica ao teor e intenções totalitárias do Decreto 8.243, baixado pela Presidenta Dilma Rousseff, em 23 de maio de 2014 e publicado no Diário Oficial da União do dia 26. A canetada institui a Política Nacional de Participação Social e o Sistema Nacional de Participação Social. Tudo baixado na véspera da “Copa do Jegue”, para diluir críticas em tempos de ufanismo futebolístico. (AlertaTotal)
Reajuste acima da inflação para plano de saúde coletivo - Operadoras alegam aumento do uso e das despesas. Correção não é controlada pela ANS. 
Mudança de Regime por decreto
Palavra-chave: inversão da lógica do sistema.
A democratura petista é a praticada nas portas das bases da Petrobras, que destruiu a empresa e aniquilou qualquer participação de empregados.
Propaganda, Propaganda, Propaganda, e benesses para os submissos à cartilha. Assembleias para referendar decisões tomadas por outros, nunca para discutir caminhos e tomar decisões. De fato, quem trabalha não tem tempo para interferir nas articulações de quem explora o trabalho.
Sindicalista que não trabalha, explora mais que patrão.
Se verdade, é mais uma passo para a democratura (leia-se Ditadura legal), sonho eterno do PT apóstata!... Que se saiba, o nosso sistema democrático de governo está baseado nos três Poderes Constituídos: Executivo, Legislativo e Judiciário!
Não existe, em nossa estrutura constitucional, um quarto Poder formado por pessoas, grupos, conselhos, comissões, conferências, ouvidorias, mesas de diálogo, sindicalistas, etc....
Todos esses atores da Sociedade Civil, já estão devidamente representados pelos três Poderes Constitucionais, acima citados.
Portanto, D. DIImáh: não invente uma nova saída para esses seus parceiros e asseclas, que não trabalham e que, serão os únicos a terem tempo para ficar discutindo indefinidamente, o sexo dos anjos!...
Siga o que determina a nossa Constituição e ponto! (Márcio Dayrell Batitucci)
Deu no Estadão...
A presidente Dilma Rousseff quer modificar o sistema brasileiro de governo. Desistiu da Assembleia Constituinte para a reforma política - ideia nascida de supetão ante as manifestações de junho passado e que felizmente nem chegou a sair do casulo - e agora tenta por decreto mudar a ordem constitucional. O Decreto 8.243, de 23 de maio de 2014, que cria a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e o Sistema Nacional de Participação Social (SNPS), é um conjunto de barbaridades jurídicas, ainda que possa soar, numa leitura desatenta, como uma resposta aos difusos anseios das ruas. Na realidade é o mais puro oportunismo, aproveitando os ventos do momento para impor velhas pretensões do PT, sempre rejeitadas pela Nação, a respeito do que membros desse partido entendem que deva ser uma democracia.
A fórmula não é muito original. O decreto cria um sistema para que a sociedade civil participe diretamente em todos os órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta, e também nas agências reguladoras, através de conselhos, comissões, conferências, ouvidorias, mesas de diálogo, etc. Tudo isso tem, segundo o decreto, o objetivo de consolidar a participação social como método de governo. Ora, a participação social numa democracia representativa se dá através dos seus representantes no Congresso, legitimamente eleitos. O que se vê é que a companheira Dilma não concorda com o sistema representativo brasileiro, definido pela Assembleia Constituinte de 1988, e quer, por decreto, instituir outra fonte de poder: a participação direta.
Não se trata de um ato ingênuo, como se a Presidência da República tivesse descoberto uma nova forma de fazer democracia, mais aberta e menos burocrática. O Decreto 8.243, apesar das suas palavras de efeito, tem - isso sim - um efeito profundamente antidemocrático. Ele fere o princípio básico da igualdade democrática (uma pessoa, um voto) ao propiciar que alguns determinados cidadãos, aqueles que são politicamente alinhados a uma ideia, sejam mais ouvidos.
A participação em movimentos sociais, em si legítima, não pode significar um aumento do poder político institucional, que é o que em outras palavras estabelece o tal decreto. Institucionaliza-se assim a desigualdade, especialmente quando o Partido (leia-se, o Governo) subvenciona e controla esses movimentos sociais.
O grande desafio da democracia - e, ao mesmo tempo, o grande mérito da democracia representativa - é dar voz a todos os cidadãos, com independência da sua atuação e do seu grau de conscientização. Não há cidadãos de primeira e de segunda categoria, discriminação que por decreto a presidente Dilma Rousseff pretende instituir, ao criar canais específicos para que uns sejam mais ouvidos do que outros. Ou ela acha que a maioria dos brasileiros, que trabalha a semana inteira, terá tempo para participar de todas essas audiências, comissões, conselhos e mesas de diálogo?
Ao longo do decreto fica explícito o sofisma que o sustenta: a ideia de que os movimentos sociais são a mais pura manifestação da democracia. A História mostra o contrário. Onde não há a institucionalização do poder, há a institucionalização da lei do mais forte. Por isso, o Estado Democrático de Direito significou um enorme passo civilizatório, ao institucionalizar no voto individual e secreto a origem do poder estatal. Quando se criam canais paralelos de poder, não legitimados pelas urnas, inverte-se a lógica do sistema. No mínimo, a companheira Dilma e os seus amigos precisariam para esse novo arranjo de uma nova Constituição, que já não seria democrática. No entanto, tiveram o descaramento de fazê-lo por decreto.
Querem reprisar o engodo totalitário, vendendo um mundo romântico, mas entregando o mais frio e cinzento dos mundos, onde uns poucos pretendem dominar muitos. Em resumo: é mais um ato inconstitucional da presidente Dilma. Que o Congresso esteja atento - não apenas o STF, para declarar a inconstitucionalidade do decreto -, já que a mensagem subliminar em toda essa história é a de que o Poder Legislativo é dispensável.
7 diretrizes aprovadas pelo PT que vão deixar liberais de cabelo em pé.
Pontos foram definidos no encontro nacional do partido, realizado no início do mês, e devem orientar campanha eleitoral deste ano e possível segundo governo Dilma. Aqui
O Partido dos Trabalhadores aprovou, em seu encontro nacional, realizado nos dias 2 e 3 deste mês, um documento com diretrizes táticas que devem orientar a postura do partido nas próximas eleições e em um possível segundo governo da presidente Dilma Rousseff. O texto, com um forte tom de ruptura com a política de conciliação ideológica adotada desde que Lula subiu ao poder, traz algumas propostas que vão deixar liberais de carteirinha com os cabelos em pé. O Administradores.com destacou alguns pontos do documento, que pode ser lido na íntegra do próprio site do PT. PDF baixe
Veja abaixo os destaques: Menos liberalismo econômico De acordo com o documento, um dos objetivos do PT a partir de 2015 será fazer com que Dilma consiga fazer um segundo mandato superior ao primeiro. E o texto diz como: superando a herança maldita cujas fontes são a ditadura militar, o desenvolvimentismo conservador e a devastação neoliberal. E complementa: Esta herança maldita se materializa, hoje, em três dimensões principais: o domínio imperial norte-americano; a ditadura do capital financeiro e monopolista sobre a economia; e a lógica do Estado mínimo. Maior aproximação com a esquerda latino-americana A superação da tal herança maldita citada no documento é vista como uma tarefa simultaneamente nacional e regional e deve se dar com o aprofundamento da soberania nacional, a aceleração e radicalização da integração latino-americana e caribenha, uma política externa que confronte os interesses dos Estados Unidos e seus aliados.
Hoje, quase todas as economias da América Latina são governadas por líderes que, no espectro político, se posicionam do centro para a esquerda.
Aprofundamento de políticas sociais
Se os atuais programa de bolsas do governo e outros mecanismos de assistência social já despertam a ira dos liberais, um possível segundo mandato liderado pelo PT deve gerar ainda mais críticas. O documento afirma que para dar continuidade aos objetivos do partido, será necessário, entre outras coisas, ampliar as políticas públicas universalizantes do bem estar-social.
Reaproximação com os movimentos sociais
Dilma deu menos atenção aos movimentos sociais do que Lula e uma das condições impostas para a unificação do PT em torno de sua reeleição foi justamente uma mudança nesse sentido. Uma reaproximação deve acontecer em um possível segundo mandato, segundo o documento aprovado no congresso do partido. A continuidade - e, sobretudo, o avanço - do nosso projeto está vinculada à nossa capacidade de fortalecer um bloco de esquerda e progressista, amparado nos movimento sociais, na intelectualidade e em todos os setores comprometidos com o processo de transformações econômicas, políticas, sociais e culturais implementadas pelos governos Lula e Dilma, diz o texto.
Maior influência dos sindicatos no governo
Os sindicatos e centrais devem ter maior influência nas decisões de um possível segundo governo Dilma. O 14º Encontro Nacional do PT destaca a importância da candidatura Dilma acolher a Pauta da classe trabalhadora, apresentada pela CUT e as centrais sindicais, diz o documento.
Constituinte exclusiva para a reforma política
Criticada pela oposição e por intelectuais liberais, a convocação de uma Constituinte Exclusiva por meio de consulta popular para fazer a reforma política, proposta por Dilma durante os protestos de 2013, deve ser levada a cabo a partir de 2015, como bandeira do PT e do próprio governo. A proposta feita pela presidenta Dilma ao Congresso Nacional, de um plebiscito para convocar uma Constituinte Exclusiva pela Reforma Política, proposta encampada pelo PT, movimentos sociais, centrais sindicais, partidos políticos, organizações da sociedade, deve fazer parte destacada da ação eleitoral da militância e de nossas candidaturas. A luta pela reforma política deve estar no centro de nossa tática eleitoral e dos programas de governo nacional e estaduais, diz o texto.
Implantar o socialismo
Nada aterroriza mais um liberal do que o governo do seu país se comprometer com a implantação do socialismo. Mas é esse compromisso que o PT espera de Dilma, segundo o documento. Nosso grande objetivo é, através das vitórias que obtemos nos espaços institucionais, democratizar o Estado, inverter prioridades e estabelecer uma contra-hegemonia ao capitalismo, capaz de construir um projeto de socialismo radicalmente democrático para o Brasil, diz o texto.
Para ninguém se esquecer do abraço de Lula ao programa neoliberal tucano, que quebrou o Brasil três vezes:
27-03-2003: O presidente Lula discursa na posse no novo presidente da Associação Comercial do Estado de São Paulo, Guilherme Afif Domingos: Quando a gente é de oposição, pode fazer bravata porque não vai poder executar nada mesmo. Agora, quando você é governo, tem de fazer, e aí não cabe a bravata. É melhor contar até dez, refazer o que ia fazer, do que fazer errado e ter de voltar atrás. Aqui
24 de novembro de 2004: Discurso em reunião com Ministros do PT: Eu não mexo na política econômica. Não tem volta. O caminho está tomado e ponto final. Não adianta inventar. Os resultados são positivos e estamos colhendo os frutos, que devem aparecer em 2005. É importante que todo o governo e o partido tenham unidade de ação e discurso afinado. Quem pensa em contestar o rumo da economia não terá espaço comigo para discutir isso. Aqui 

Foto censurada 
Para o bem do Brasil Precisamos mostrar ao povo que, nessa eleição não podemos deixar que esses bandidos do PT continuem acabando com nosso país!
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Esta imagem não apareceu nas teles nem jornais. Existe censura no Brasil sim. Na seção de sexta dia 13/09/13 o Ministro Joaquim Barbosa presidente do Supremo Tribunal Federal rasgou a Constituição Brasileira na frente de vários colegas do Supremo e afirmou: Somos o único caso de democracia no mundo em que condenados por corrupção legislam contra os juízes que os condenaram. Somos o único caso de democracia no mundo em que as decisões do Supremo Tribunal podem ser mudadas por condenados. Somos o único caso de democracia no mundo em que deputados, após condenados, assumem cargos e afrontam o judiciário. Somos o único caso de democracia no mundo em que é possível que, condenados, façam seus habeas corpus, ou legislem para mudar a lei e sejam libertos.

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