7 de abr de 2014

Vamus qui vamus...

fato - Leia

OPT não para 

Aumenta os nossos impostos pra financiar porto em Cuba, pra financiar rodovia na Bolívia, no Sudão, dar empréstimos a Cuba e a Angola, pra financiar metrô na Venezuela, agora é hidrelétrica na Nicarágua.

Assistam ao primeiro vídeo pra ver como os impostos não param de subir e o segundo pra ver como agora é a Nicarágua a beneficiada pelo PT, ops, foro de São Paulo.

A Nicarágua, pra quem não sabe (fique sabendo), é governada pelo maldito Daniel Ortega, socialista desgraçado, ex-guerrilheiro do grupo sandinista, membro do foro de São Paulo.

“...Não existem ações concretas de partidos políticos de oposição para derrubar o governo - e muito menos risco imediato de golpismo fardado. O que há, de verdade, é um violento ataque de contrainformação contra um governo sem credibilidade, promovido por grandes empresas internacionais preocupadas com o muito de dinheiro que têm investido aqui no Brasil. O risco de perdas bilionárias leva a Oligarquia Financeira Transnacional a colaborar com a divulgação sistemática e cuidadosamente combinada de escândalos capazes de desgastar ou até derrubar o governo, atingindo seus principais integrantes e operadores...” Clique

Importa muito ler os comentários - pelo menos os da página 1 - dos que assistiram ao vídeo, que mostra a desfaçatez da corja petista que vem pressionando donos de emissoras de rádio e TV para demitirem jornalistas que corajosamente denunciam e criticam membros da quadrilha governamental ou aliados.

O que essa cambada mais criticava, que era a censura aplicada durante os governos militares, fazem eles agora e de forma mais torpe ainda, pondo na rua do desemprego aqueles que denunciam as falcatruas e escândalos desse governo corrupto.

Mais de 130.000 internautas já assistiram ao vídeo, e o que esses jornalistas demitidos precisam fazer imediatamente é criar uma rede independente de jornalismo que opere somente na Internet, onde possam dar andamento ao brilhante e corajoso trabalho que vinham fazendo. Podem estar seguros que não vai faltar audiência.

Despedida emocionada de jornalistas que foram censurados de demitidos por criticar políticos.

No ultimo dia 28 de março, os jornalistas Ogier Buchi e Paulo Eduardo Martins, que até então, com enorme sucesso e notoriedade nacional...

Curiosidades dos anos 1600/1700 

Ao se visitar o Palácio de Versailles, em Paris, observa-se que o suntuoso palácio não tem banheiros.

Na Idade Média, não existiam escovas de dente, perfumes, desodorantes, muito menos papel higiênico.

As excrescências humanas eram despejadas pelas janelas do palácio.

Em dia de festa, a cozinha do palácio conseguia preparar banquete para 1.500 pessoas, sem a mínima higiene.

Vemos nos filmes de hoje as pessoas sendo abanadas. A explicação não está no calor, mas no mau cheiro que exalavam por debaixo das saias (que eram propositalmente feitas para conter o odor das partes íntimas, já que não havia higiene). 

Também não havia o costume de se tomar banho devido ao frio e à quase inexistência de água encanada. O mau cheiro era dissipado pelo abanador.

Só os nobres tinham lacaios para abaná-los, para dissipar o mau cheiro que o corpo e boca exalavam, além de também espantar os insetos.

Quem já esteve em Versalles admirou muito os jardins enormes e belos que, na época, não eram só contemplados, mas usados como vaso sanitário nas famosas baladas promovidas pela monarquia, porque não existia banheiro.

Na Idade Média, a maioria dos casamentos ocorria no mês de junho (para eles do Hemisfério Norte, o início do verão).

A razão é simples: o primeiro banho do ano era tomado em maio; assim, em junho, o cheiro das pessoas ainda era tolerável.

Entretanto, como alguns odores já começavam a incomodar, as noivas carregavam buquês de flores, junto ao corpo, para disfarçar o mau cheiro. Daí termos maio como o mês das noivas e a explicação da origem do buquê de noiva.

Os banhos eram tomados numa única tina, enorme, cheia de água quente.

O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa.

Depois, sem trocar a água, vinham os outros homens da casa, por ordem de idade, as mulheres, também por idade e, por fim, as crianças.

Os bebês eram os últimos a tomar banho.

Quando chegava a vez deles, a água da tina já estava tão suja que era possível perder um bebê lá dentro.

É por isso que existe a expressão em inglês don't throw the baby out with the bath water, ou seja, literalmente não jogue o bebê fora junto com a água do banho, que hoje usamos para os mais apressadinhos. 

Os telhados das casas não tinham forro e as vigas de madeira que os sustentavam era o melhor lugar para os animais - cães, gatos, ratos e besouros se aquecerem.

Quando chovia, as goteiras forçavam os animais a pularem para o chão. Assim, a nossa expressão está chovendo canivete tem o seu equivalente em inglês em it's raining cats and dogs (está chovendo gatos e cachorros).

Aqueles que tinham dinheiro possuíam pratos de estanho. Certos tipos de alimento oxidavam o material, fazendo com que muita gente morresse envenenada. Lembremo-nos de que os hábitos higiênicos, da época, eram péssimos.

Os tomates, sendo ácidos, foram considerados, durante muito tempo, venenosos.

Os copos de estanho eram usados para beber cerveja ou uísque. Essa combinação, às vezes, deixava o indivíduo no chão (numa espécie de narcolepsia induzida pela mistura da bebida alcoólica com óxido de estanho). Alguém que passasse pela rua poderia pensar que ele estivesse morto, portanto recolhia o corpo e preparava o enterro. O corpo era então colocado sobre a mesa da cozinha por alguns dias e a família ficava em volta, em vigília, comendo, bebendo e esperando para ver se o morto acordava ou não. Daí surgiu o velório, que é a vigília junto ao caixão.

A Inglaterra é um país pequeno, onde nem sempre havia espaço para se enterrarem todos os mortos. Então os caixões eram abertos, os ossos retirados, postos em ossários, e o túmulo utilizado para outro cadáver.

As vezes, ao abrirem os caixões, percebia-se que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo. Assim, surgiu a ideia de, ao se fechar o caixão, amarrar uma tira no pulso do defunto, passá-la por um buraco feito no caixão e amarrá-la a um sino. Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo, durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria o sino tocar. E ele seria saved by the bell, ou salvo pelo gongo, expressão usada por nós até os dias de hoje. 

E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.
 (Marcos 16 : 15)

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