21 de abr de 2014

Sob o lábaro ouve-se “sou, mas quem não é!”....

Uma luz no fim do túnel!? É, em 30 de março, a maioria dos estudantes da UFSC detonou os comunistas, hasteando a Bandeira do Brasil e obriga a desocupação da reitoria.

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O caso Tiradentes não foi assim como contado. Existe material para pesquisa e provar dos conchavos, das verdades escondidas, aquele que não foi, o morto que não era, a história que pode mentir e a crença do que? Vá à luta, leia e, se caso for, desmitifique. (AA)

A engolir: O caso Bernardo aponta que madrasta teria aplicado um forte sedativo no garoto de 11 anos.

Que armas possuem as pessoas de bem neste Brasil? Prisão não impede que PCC desafie o governo paulista. Parece até a propaganda de provedora: quá, quá, quá...

Eu já tinha ouvido falar dessa figura, e só agora, assistindo-a no vídeo, é que pude ter a real dimensão da sua patetice e boçalidade. É aquele tipo de coisa que, se a gente conta, passa por mentiroso. (AC)

Luciano do Valle: o microfone silenciou
 (1947-2014)
Se a seleção brasileira está entre as equipes que podem conquistar a Copa do Mundo de futebol - totalmente desnecessária, na minha modesta opinião – a chance do onze verde-louro está muito menor a partir de hoje. Isso porque o Brasil perdeu, em meio ao feriado prolongado em que os cristãos comemoram o renascimento, o narrador esportivo Luciano do Valle.
Sempre à frente do seu tempo, Luciano foi muito mais que um visionário ao inovar em termos de transmissões esportivas. Seu estilo inconfundível e a voz marcante faziam com que aquela bola impossível tomasse a direção do gol mesmo depois de um chute pouco convincente.
Com seu jeito peculiar empurrava a bola no caminho do triunfo, aumentava ou encurtava a distância entre as traves, fazia a bola do vôlei demorar mais a cair, dava o gás a mais que o carro de corrida precisava para chegar à linha final.
Seu entusiasmo pela profissão era tamanho, que até mesmo as bolas da sinuca de Rui Chapéu rendiam-se diante de Luciano do Valle antes de seguir o caminho rumo às caçapas diametralmente posicionadas na mesa de feltro verde. Luciano criou tantas figuras na locução esportiva que é difícil listá-las em tão pouco espaço, mas não se pode esquecer o saque viagem ao fundo do mar. Foi com essa invenção, que fazia o torcedor se ajeitar no sofá, que o vôlei brasileiro conseguiu tantas vitórias e glórias. Luciano foi o divisor de águas do vôlei nacional.
Com Luciano a bola era mais redonda, o gol era mais gol. A vitória era mais vitória, a derrota ficava menos amarga. A conquista tornava-se o maior de todos os eventos. O caminho até o pódio tinha menos pedras, na verdade tinha algo a mais. O inusitado criativo. Até os sopapos de Maguila foram mais certeiros no embalo da locução de Luciano do Valle.
O Brasil perde não apenas uma das principais vozes do esporte nacional, mas o brilho que Luciano carregava nos olhos e derramava sistematicamente sobre o microfone. Sai de cena um defensor do esporte nacional, a quem a aprendi a respeitar e admirar.
Na seara futebolística, Luciano tornou-se meu adversário, pois enquanto ele, com seu incontestável talento, empurrava a seleção brasileira em todas as ocasiões, eu, debaixo da minha coerência teimosa, sempre torci contra. Uma questão de visões distintas sobre um mesmo fato, mas também e principalmente de sobrevivência. E nesse quesito, o da sobrevivência, Luciano foi um mestre de cerimônias em todos os instantes da vida. Foi a partir de 1982, na Copa da Espanha, que aprendi a admirar Luciano e a divergir do profissional que com invejável intimidade convivia com o microfone, que agora se calou.
Hoje o céu está em festa. Entrará em reforma nos próximos dias, pois Luciano certamente há de convencer o dono do pedaço a inovar, a arriscar. Valeu pelo exemplo, Luciano, valeu pelo legado. Descanse em paz, ciente de que cá embaixo, sem você, o gol será menos gol, o grito de vitória perderá força, o pódio estará menor. (Ucho Haddad é jornalista político e investigativo, analista e comentarista político, cronista esportivo, escritor e poeta) 
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Gatos escaldados
Empresas coreanas e chinesas que estão negociando com a Petrobras participações em refinarias que a estatal está construindo querem incluir, nos contratos, as polêmicas cláusulas Marlim e put option do caso Pasadena.

Na primeira delas, os sócios têm direito a um lucro mínimo anual, mesmo que os negócios andem mal. Na segunda, se um dos parceiros quiser deixar a sociedade, o outro tem a obrigação de comprar a parte dele.

Depois do escândalo atual, devido ao prejuízo assumido pela Petrobras com Pasadena, de mais de US$ 1 bilhão, executivos da estatal nem querem ouvir falar do assunto, ainda que seria um alívio para o caixa da petroleira a entrada de sócios em refinarias como a de Abreu e Lima, em Pernambuco, que virou em ralo sem fundo. (Vicente Nunes, Correio Braziliense)

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