4 de abr de 2014

Caixa preta? Não entrego....

• Brasil fica em 46º em novo índice de qualidade de vida. Ranking tem 132 países. Indicador mede progresso social e leva em conta saúde, moradia, segurança e educação. 

• Mais uma pra sacola: Estudo denuncia ilegalidades no leilão do pré-sal. Risco da exploração de petróleo das empresas foi transferido para o governo, afirma Consultoria da Câmara.

• Pense bem: você sai de casa para votar. Dentre candidatos você escolhe um deputado e um senador. Depois, um ou os dois vão ser ministros. Como você fica? 

• Produção de veículos cai 3,6% em março, diz Anfavea.

• Custo da cesta básica sobe em 16 das 18 capitais.

• Itaquerão: Fifa arcará com R$ 60 mi de estrutura. 

• Passageiro que desistir de viagem de ônibus será ressarcido. Resolução da ANTT estabelece os direitos de quem viaja em ônibus interestaduais e internacionais. 

• Se segura minha gente que vamos nos ferrar pela incompetência: despesa extra de R$ 8 bilhões será repassada à conta de luz em 2015 e 2016. Distribuidoras farão empréstimo para cobrir gasto com termelétricas e compra de energia.

• Que seja então! Presidente nacional do PT, Rui Falcão, diz que não há nenhuma razão para supor que a presidente Dilma Rousseff não será candidata à reeleição neste ano; no entanto, afirmou que "irrevogável, irreversível, só a morte". 

• Rio terá fórum sobre relações Brasil-França na medicina. Academia de Medicina vai receber médicos renomados. 

Aprenda a discursar com Dilma Rousseff: dez aulas práticas em cinco minutos e meio. 

Para cumprir a promessa formulada no título - Aprendendo a discursar com Dilma Rousseff -, o vídeo editado por Kim P.K. agrupou 10 palavrórios da presidente que criou um estranho subdialeto para deixar claro que não consegue dizer coisa com coisa. Ela tropeça na gramática e espanca o raciocínio lógico até quando está lendo o que algum assessor escreveu. Encerrado o curso intensivo de 5:39, também fica evidente que é melhor ser surdo do que ouvir improvisos em dilmês.

O cortejo de assombros começa com Dilma ensinando a Barack Obama que pasta de dente não tem nada a ver com dentifrício e termina com a invenção do decreto líquido. Entre os dois espantos, o neurônio solitário promove a Zona Franca de Manaus a capital da Amazônia, descobre só no segundo parágrafo que está lendo à tarde o discurso que foi escrito para o comício da noite, avisa que as árvores são plantadas pela Natureza, inaugura uma ligação submarina entre o Brasil e a Europa, enxerga um cachorro oculto por trás de toda criança e reconhece formalmente a União Europeia como sendo uma reserva dos maiores times de futebol. Fora o resto.

Veja Dilma em ação. E tenha piedade dos encarregados de traduzir para outros idiomas falatórios que são indecifráveis para qualquer brasileiro com a cabeça em ordem. (Augusto Nunes)

A poderosa e a adesão. Mudou?
Nota de repúdio 

1. Quando a notícia vira propaganda: do Sindicato à cobertura jornalística da operação militar no Complexo da Maré.
2. Nota foi lida no Congresso Nacional dos Jornalistas, em Maceió, nesta quinta (3).
3. O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro manifesta o seu repúdio à linha editorial que norteou a cobertura jornalística da operação militar nas favelas da Maré, iniciada neste domingo (30/3), na maioria das edições dos veículos impressos, virtuais e de radiodifusão das empresas do oligopólio da mídia.
4. Acusamos como atentado ao nosso Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, pela violação aos direitos humanos que representaram a abordagem e o conteúdo adotados, em geral, nas manchetes ou chamadas, primeiras páginas, cabeças, leads, a hierarquização e a edição das notícias e editoriais desses veículos.
5. Compreendemos como violência simbólica contra a população das favelas da Maré a linha editorial que predominou nessas edições. A começar pela escolha deliberada desses veículos pela defesa contundente da política governamental militarizada empreendida por meio da invasão armada das favelas onde vivem cerca de 130 mil pessoas. O Sindicato recebeu, inclusive, denúncias de que imagens produzidas por câmeras de filmar acopladas nos óculos de policiais militares participantes da operação foram cedidas somente a veículos de radiodifusão desse oligopólio.
6. Em princípio, não foi possível verificar nas coberturas qualquer relativização em torno da eficácia, testada e reprovada na história recente da própria localidade, da lógica militarizada de enfrentamento do varejo do crime instalado nessas comunidades - nem mesmo a criação de um batalhão da PM dentro da Maré conseguiu extinguir o crime relacionado ao tráfico de drogas.
7. Pelo contrário, a presença armada do Estado na Maré tem se refletido em um histórico de mortes violentas de moradores, inclusive de crianças e de adolescentes, que já levou o governo brasileiro à repreensão internacional por parte de tribunais de defesa dos direitos humanos, em instâncias como a Organização dos Estados Americanos (OEA).
8. Nesta mais recente operação, a cobertura do oligopólio da mídia, ao invés de servir à defesa dos direitos humanos, tem exposto a ameaças de vida e à integridade física e psicológica dos moradores, expostos tanto às pressões dos traficantes de drogas, ainda instalados nas favelas, quanto da Polícia Militar, histórica protagonista da violência local. O nosso Sindicato não compactua com a visão disseminada por essa cobertura de que a paz na Maré foi obtida como efeito imediato da ocupação militar empreendida em conjunto por Polícia Militar, Polícia Federal e Forças Armadas. Pelo contrário, denunciamos essa visão como propaganda enganosa, posta a inviabilidade da conquista da paz por meio desse fracasso histórico representado pela lógica militarizada da segurança pública, como aconteceu no Complexo do Alemão.
9. Não bastasse a violação dos direitos humanos por meio do conteúdo divulgado, o nosso Sindicato também verifica a omissão de informação como outro grave atentado ao nosso Código de Ética. Não temos nas edições do oligopólio da mídia acesso ao outro lado da história, o necessário e democrático contraponto à versão oficial do que tem ocorrido durante a operação militar. Para mudar essa realidade, reivindicamos a inclusão do nosso Código de Ética na Convenção Trabalhista da nossa categoria. Desse modo, teremos respaldo legal para fazer valer o respeito das empresas, em especial, à Cláusula de Consciência, que garante aos jornalistas o direito de dizer não às tarefas que firam a ética ou as suas próprias convicções, sem o risco de perder o emprego. (Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro)
Um domingo em Israel
Ratos, nunca mais! 
• Veneno natural. Veneno ecológico para matar ratos - Utilidade Pública. Nossos cientistas são feras mesmo! 
• Método usado por criadores de pássaros! 
• Combatendo os ratos.
• Mudei-me há poucos meses para o primeiro andar de um prédio e, como todo paulistano, estou sendo vítima desses indesejáveis hóspedes... Pergunta daqui, pergunta dali... Uma amiga me disse que feijão triturado matava ratos, mas não detalhou. Fui pesquisar e descobri esse estudo da Universidade Federal de Pelotas.
Como fazer: 
a) Pegue uma xícara de qualquer feijão cru (sem lavar mesmo); 
b) Coloque no multiprocessador ou liquidificador (sem água); 
c) Triture até virar uma farofinha bem fininha, mas sem virar totalmente pó.
• Onde colocar: 
• Coloque em montinhos (uma colher de chá) nos cantos do chão; 
a) Perto das portas; 
b) Janelas (sim... eles escalam as janelas...) 
c) Atrás da geladeira;
d) Atrás do fogão; 
e) à beira de esgotos, de córregos e valas, em ruas e/ou alamedas, por exemplo. 
Obs.: O custo é muito barato e a eficácia é muito elevada! 
• O rato come essa farofinha, mas não tem como digerir o feijão (cru), por falta de enzimas digestivas ou substâncias que digerem feijão cru. Isso causa aos ratos envenenamento natural por fermentação. Todos os que ingerem morrem! 
• A população de ratos se extingue em três dias no entorno da área em que o farelo do feijão cru foi colocado. 
Detalhe importante: 
a) Ao contrário dos tradicionais venenos (Racumim, por exemplo), o rato morre e não contamina animais de estimação. E a quantidade de feijão que ele ingeriu e o matou é insuficiente para matar um cão ou gato, mesmo porque estes gostam de matar pra comer... Mas animal morto, eles não comem. E não há evidências de que o farelo do feijão cru faça mal a gatos e cachorros, pois, eles têm enzimas digestivas capazes de metabolizar esse alimento. 
b) Se tiver crianças pequenas (bebês), ainda em período de engatinhamento, que colocam tudo na boca, não faz mal algum, pois o feijão para o ser humano, mesmo cru, é digerido. Mesmo assim, é preciso colocar o veneno em lugares seguros, longe do alcance das crianças, isto é, onde crianças não costumam transitar, porque a urina de ratos, em alimentos (no feijão triturado, no caso) pode conter Leptospirose, contaminação microscópica que pode matar seres humanos de qualquer idade, se não tratadas a tempo! Só isso, como cuidado! Não tem contra indicação. 
• O meio ambiente e a saúde de todos agradecem!
• Vamos parar de utilizar produtos químicos a todo momento! (Helena de Oliveira Schwartz Educadora Ambiental na ONG Makaya, Casa do Zezinho Estudante de pós-graduação em Gerenciamento Ambiental pela ESALQ - USP, Bióloga Licenciada e Bacharel pela UNESP - Campus Botucatu)

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