26 de mar de 2014

Vamos lá gente, achar avião é mais digno...

Petrobras: Demitido por Dilma Cerveró emite sinais de que quer falar; Planalto usa diretor preso para fazer terrorismo. Ou: Chegou a hora da campanha “A Petrobras é nossa, não deles!

As 13 barbaridades de José Eduardo Cardozo numa inusitada e insólita entrevista coletiva: é sinal de pânico! Ou: Ministro de estado ou prosélito vulgar de um partido?. Aqui

Estava com saudades: Trem sofre problema e causa revolta em passageiros no ramal de Japeri, Rio. 

A Rua Real Grandeza já foi liberada após uma manifestação realizada por membros do Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro), em Botafogo. Iniciado por volta de 9h30m, o protesto começou na Rua São Clemente, na altura da Rua Dona Mariana, antes de avançar para a Real Grandeza, na altura da Voluntários da Pátria. O tráfego segue intenso na região. Os manifestantes agora estão na calçada.
 
Graça Foster confessa: não sabia que quem mandava em Pasadena era Paulo Roberto Costa, o ex-diretor da Petrobras preso por lavagem de dinheiro e detinha cargo em comitê de Pasadena acima do conselho da estatal, revela Graça Foster. Foi criada comissão para apurar compra de Pasadena pela Petrobras. 

Gabrielli e o primo nomeado para BR nos EUA. 

Câmara convida Mantega para falar sobre Petrobras. A justificativa para o convite é o fato de o ministro ocupar o atual comando do conselho da estatal. 

Liberação da maconha caminha a passos largos. 

CUT vai às ruas na defesa da Copa. Palpite de quem? 

Prejuízo líquido da Gol cai para R$ 19,3 milhões no 4º trimestre. 

Ordem do Governo é neutralizar CPMI da Petrobras e impedir que MPF investigue Dilma por responsabilidade.



FHC alerta para ascensão de justiceiro e critica burocracia paralisante. 

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou que o país está vacinado contra a influência do militarismo no poder, mas alertou para outro risco: o surgimento de um “justiceiro” no vácuo das ações de segurança pública diante da possível convocação das Forças Armadas para atuar nos conflitos envolvendo traficantes e policiais das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), no Rio.

“A violência é uma questão nacional, de Estado. As forças federais até deveriam atuar no Rio, mas não são treinadas para isso. De repente surge a figura de um justiceiro. Veja o caso do Collor (Fernando)”, disse o ex-presidente, ao se referir a ascensão do então governador de Alagoas como “caçador de marajás”, em 1989, no vácuo de autoridade no combate a corrupção durante o governo José Sarney. FHC deu a declaração ao encerrar o seminário do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) sobre os 50 anos do golpe, na noite desta terça-feira (25), em São Paulo.

O ex-presidente acha que os frequentes incêndios de ônibus em São Paulo são atos típicos de quem está criando um “mal estar” para demonstrar a ineficiência das instituições. Ele acha que as manifestações e a rápida mobilização pelas redes sociais sinalizam para mudanças no sistema eleitoral que “não estão no horizonte” político e vê as instituições num dilema. “Existem demandas novas. É preciso ter mais capacidade para ouvir”, disse. Sem citar a presidente Dilma Rousseff, Fernando Henrique afirmou que há uma “burocracia paralisante” nas instituições”, avalia que o regime de governabilidade é “de cooptação e não de coalizão” e que, em vez de programa, “é a barganha que funciona o tempo todo”. Ainda assim, segundo ele, a governabilidade não está funcionando porque “a base aliada começa a reclamar”.

“A democracia está se consolidando de forma complicada, com mais de 20 partidos e 39 ministérios”, alfinetou.

Fernando Henrique sustenta que a ideologia militar inaugurada na proclamação da República e que deu no golpe de 1964 e os 21 anos de ditadura encerrada em 1985 está superada. As Forças Armadas, segundo ele, têm hoje um novo papel, que é a garantia da Constituição e a soberania do país controlando regiões como a Amazônia. Citando frase do brigadeiro Eduardo Gomes lembrou, no entanto, que “o preço da democracia é a eterna vigilância”.

Testemunha ocular dos acontecimentos de 1964, o ex-presidente disse que a queda do governo foi antecedida por um clima tão amplo de contradições que ele e seus amigos acharam que quem havia dado o golpe era o presidente deposto João Goulart. “Amigos e inimigos do Jango estavam no mesmo jogo. Nem os militares tinham certeza quem iam ganhar”, disse.

Para Fernando Henrique, além da fragilidade da democracia e da falta de consistência das propostas das reformas de base, influíram na queda de Jango a interferência militar - “inseridos na vida política do País desde a Guerra do Paraguai” - e o jogo internacional no clima da Guerra Fria. O ex-presidente afirma que os Estados Unidos só não intervieram para dar suporte militar ao golpe porque as Forças Armadas já haviam ganho o jogo.

O encerramento do evento do Cebrap, “Seminário 1964: 50 anos depois”, que discutiu a deposição do governo João Goulart e os efeitos do regime militar na vida do país, teve um clima de nostalgia. Os três últimos palestrantes, Fernando Henrique Cardoso, José Artur Giannotti e Elza Berquó, professores aposentados compulsoriamente da Universidade de São Paulo (USP) pela ditadura, são fundadores do Cebrap e lá se refugiaram para driblar a perseguição política e fazer a resistência intelectual ao regime militar. (Vasconcelo Quadros, iG SP) 

Manifestante pediam a volta dos militares ao poder

Às vésperas do aniversário de 50 anos do golpe de 1964, o centro de São Paulo foi palco neste sábado de dois protestos com bandeiras opostas.

De um lado, a Marcha da Família com Deus e pela Liberdade, em que manifestantes pediam a volta dos militares ao poder.

A ideia era reeditar a famosa marcha anticomunista de mesmo nome, que reuniu centenas de milhares de pessoas no centro da capital paulista em 19 de março de 1964.

Na ocasião, grupos de classe média da cidade saíram às ruas para protestar contra o comunismo, em um ato que acabou abrindo caminho para o golpe militar, que culminou poucos dias depois, em 1º de abril.

Convocada pelo Facebook, a marcha tinha mais de 2 mil confirmados. Segundo estimativas da PM, cerca de mil pessoas participaram.

A marcha começou na Praça da República às 15h e seguiu até a Praça da Sé - exatamente o mesmo trajeto da marcha de 64.

A poucas quadras dali, também às 15h, tinha início a Marcha Antifacista - Contra a Ditadura, que lembrava os horrores das torturas e das mortes ocorridas no período.

Os manifestantes partiram da Praça da Sé e caminharam até o prédio onde funcionou o Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna do 2º Exército (DOI-Codi), no bairro da Luz.

No momento em que passava pelo Largo General Osório, o protesto reunia cerca de 800 pessoas, segundo a PM.

Os dois grupos não chegaram a se encontrar durante as marchas, e a PM formou cordões de isolamento para evitar confrontos.

Somente incidentes isolados foram registrados durante os dois protestos, com a detenção de manifestantes que fizeram provocações na marcha oposta.

Enquanto na Marcha Antifacista os manifestantes entoavam gritos como o de “Abaixo a Ditadura” e “Não ao Golpismo”, do outro lado do Centro, o que se ouvia eram frases como “Um, dois, três, quatro, cinco mil, queremos os militares protegendo o Brasil” e “um, dois, três, Dilma no xadrez”, de acordo com a Agência Brasil.

Confronto no Rio

O Rio também abrigou duas marchas opostas. No entanto, os manifestantes cariocas contra e a favor de uma intervenção militar no Brasil acabaram entrando em confronto durante algumas ocasiões em que ambas as marchas se encontraram.

Ainda segundo a Agência Brasil, o conflito ocorreu em frente ao Palácio Duque de Caxias, no centro da cidade, quando manifestantes opositores trocaram socos e chutes. Policiais militares do Batalhão de Grandes Eventos usaram então cassetetes e balas de borracha para acabar com a confusão. 

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