24 de mar de 2014

Consciências: “Sou, mas quem não é!”

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Socorro !!! Perplexa manifestação!
E ainda temos colegas, que tanto fizeram pela Petrobrás e pelo País, que continuam a sustentar esse estado de coisas, por seu incompreensível apoio a esse governo PTista-sindical apóstata!....
Ao lado de nosso País, nossa grande Empresa está acabada!...
É lamentável!... (MDB)
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Meus grandes companheiros, Estou perplexo !!!
Creio que nenhum país submete o seu povo a tantas falcatruas, seguidos golpes financeiros e tanta corrupção em todos os níveis.
Refinaria nos Estados Unidos (Pasadena) agora surge outro “investimento” no Japão.
Metrôs de São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro superfaturados.
Refinaria em Pernambuco superfaturada. (Não se esqueçam do novo Prédio Petrobrás de Salvador!)
Barcas que fazem a travessia Rio-Niterói superfaturadas.
Estádios de futebol superfaturados.
Copa do Mundo de preços extorsivos (na orla de Copacabana uma peixada custa r$ 300,00 + 1 omelete “apenas” r$55,00).
Hotéis que triplicaram o valor das diárias.
Sistema de saúde completamente falido.
Segurança? Não existe!
O Exército está nas ruas. Quando der o primeiro tiro para matar algum meliante, os direitos humanos gritarão: “Covardia!”.
Que país é este?
E nada acontece.
Os petistas – seguindo o papai lula, afirmam que “não sabem de nada”.
Diante de tantos golpes, o mensalão virou troco.
Estou perplexo!
A quem pedir socorro?
Que Deus salve a nossa Petrobrás e que preserve a nossa Petros.
São golpes de bilhões de dólares.
E ainda falam em copa do mundo. O craque Romário está corretíssimo. Esta será a Copa da Vergonha.
Estou perplexo! Abraços. (LCP)
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Criminalistas divulgam manifesto contra revisão do Código Penal. Segundo os signatários do documento, trata-se de uma oposição democrática ao absurdo codificado. 
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Um general covarde?
Comandante do Exército teme cassar condecoração de mensaleiros. Chefe de Exército teme cassar honrarias a mensaleiros, como manda a Lei.
Já não se fazem chefes militares resolutos, como antigamente.
O comandante do Exército, general Enzo Peri, ainda se finge de morto para não cumprir o que determina o decreto 4.207/02: cassar a Medalha do Pacificador, conferida aos mensaleiros José Genoino, João Paulo Cunha (PT) e Valdemar Costa Neto (PR), todos cumprindo pena de prisão por corrupção, em sentença transitada em julgado.
O general Enzo teme a mais apavorante batalha: encarar Dilma, caso cumpra o decreto, cassando a condecoração dos meliantes petistas.
Segundo fontes militares, o general Enzo Peri não conseguiu que seu chefe, ministro Celso Amorim (Defesa), levasse o assunto a Dilma.
Mantendo a honraria aos meliantes, o general os nivela, por exemplo, a Sérgio Vieira de Melo, falecido herói brasileiro na luta pela Paz mundial.
Indagado com insistência, através da assessoria, o general Enzo não informa se cumprirá o decreto, cassando a medalha dos mensaleiros. 
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Pressão e censura feitas pelos petralhas do governo forçam mudança no comando da Rede Globo
O executivo Octávio Florisbal será substituído da Direção-Geral da Rede Globo porque cansou de suportar as pressões diretas e indiretas do governo, sempre que o jornalismo da emissora detonava matérias negativas contra os esquemas petralhas e de seus aliados.
Alegando que a maior rede de televisão do País não pode aceitar se submeter à censura, Florisbal pediu aos irmãos Roberto Irineu e João Roberto Marinho para sair do cargo que será ocupado por alguém com sangue mais frio para suportar tentativas constantes de ingerências políticas: o jornalista Carlos Henrique Schroder - atual diretor-geral de Jornalismo e Esportes.
A versão de que a família Marinho preferiu se blindar contra as armações político-econômicas dos petralhas no poder vazou entre conversas de lobistas que trabalham para importantes afiliadas da Rede Globo.
Os irmãos Marinho aceitaram a troca de Florisbal por Schroder porque as pressões sobre a Globo aumentaram, de forma insuportável, depois que o julgamento do Mensalão no STF ganhou os impensáveis desfechos de condenação para os principais réus políticos.
Dirigentes globais foram “desaconselhados” por “emissários do governo” a não tentarem uma entrevista exclusiva com o publicitário Marcos Valério. Muito menos a Globo deveria cogitar de comprar e veicular o conteúdo das tais quatro bombásticas fitas que Valério teria mandado um famoso cineasta gravar e editar para comprometer o ex-presidente Lula da Silva e a cúpula do PT com os mafiosos esquemas do Mensalão.
O comando das Organizações Globo preferiu acreditar nas ameaças e anunciou, depressa, a programada e futura substituição de Florisbal por Schroder. O ex-diretor-geral - que cansou de sofrer pressões - acabou “promovido” para um cargo no novo conselho da emissora, cujos sócios são os herdeiros do falecido Roberto Marinho.
Bronca maior
Além de neutralizar a televisão Globo, a máquina de censura petralha gostaria muito de atingir três jornalistas que operam a contra-ofensiva da família Marinho no jornal O Globo.
Merval Pereira, Ricardo Noblat e Miriam Leitão - que publicam artigos mais contundentes contra os esquemas mafiosos no governo federal - são os alvos preferenciais da petralhada.
Se a pressão sobre os controladores da Globo aumentar e se tornar insuportável, pode sobrar alguma malvadeza contra um dos três. (Jorge Serrão) 

 photo _asamuelcolt.jpg"As armas são a civilização" 

Quando Samuel Colt inventou o revolver de seis tiros, em 1836, o “slogan” para vendê-lo era o seguinte: “Deus fez os homens diferentes; Sam Colt tornou-os iguais” (“God made men different; Sam Colt made them equal”).

O mundo tinha sido, até então, daqueles que tinham braço e destreza suficientes para manejar a espada melhor que os outros, e essa frase sempre me fez pensar...
Hoje recebi de Carlos Leôncio de Magalhães o artigo que (re)traduzo abaixo. Nunca tinha visto essa questão tão bem argumentada.
Veja o que você acha.
As pessoas só têm duas maneiras de lidar umas com as outras: pela razão ou pela força. Se você quer que eu faça algo para você, você terá, ou de me convencer via argumentos, ou de me obrigar a me submeter à sua vontade pela força. Todas as interações humanas caem em uma dessas duas categorias, sem exceções. Razão ou força, só isso.
Em uma sociedade realmente moral e civilizada, as pessoas interagem somente pela persuasão. A força não tem lugar como método válido de interação social; mas a única coisa que pode remover a força da equação é uma arma de fogo, por mais paradoxal que isso possa parecer.
Quando eu porto uma arma, você não pode lidar comigo pela força. Você precisa usar a razão para tentar me persuadir, porque eu tenho meios de anular suas ameaças ou o uso da força.
A arma de fogo é o único instrumento que coloca em pé de igualdade uma mulher de 50 Kg e um assaltante de 100 Kg; um aposentado de 75 anos e um marginal de 19, um indivíduo sozinho contra um carro cheio de bêbados armados de bastões de baseball. A arma de fogo tira a disparidade de força, o tamanho ou o número de cena numa situação em que haja atacantes potenciais e uma pessoa se defendendo.
Há muitas pessoas que consideram a arma de fogo como a causa do desequilíbrio de forças. Acreditam que seríamos mais civilizados se todas as armas de fogo fossem removidas da sociedade, até porque isso tornaria o trabalho de um assaltante (armado) mais fácil e haveria menos risco de alguém sair ferido. Mas esse raciocínio, obviamente, só seria verdadeiro se o assaltante souber de antemão que suas vítimas estarão desarmadas, seja por opção, seja em virtude de leis. Essa causa de desequilíbrio deixa de existir se as vítimas potenciais também estiverem armadas.
Quem advoga o banimento das armas de fogo está optando automaticamente pela lei do mais jovem, pela lei do mais forte, pela lei do bando, e isso é o exato oposto de uma sociedade civilizada. Um marginal, mesmo armado, só consegue ser bem sucedido em uma sociedade onde o Estado lhe garantiu o monopólio da força.
Há também o argumento de que as armas de fogo tornam letais confrontos que poderiam terminar apenas em ferimentos mais leves. Esse argumento é falacioso sob diversos aspectos. Sem o envolvimento de armas os confrontos são sempre vencidos pelos mais fortes impondo ferimentos aos mais fracos sérios o bastante para subjuga-los. Quem imagina que punhos, bastões, porretes ou pedras não bastam para matar está assistindo muita TV onde as pessoas são violentamente espancadas e sofrem no máximo um pequeno corte no lábio. O argumento de que as armas aumentam a letalidade de um ataque só é verdadeiro a favor do mais fraco quando ele se defende, e não do atacante mais forte. Se os dois estão armados então, a luta apenas fica nivelada.
A arma de fogo é o único instrumento que é tão mortífero nas mãos de um octogenário quanto nas de um halterofilista. Elas simplesmente não serviriam para equilibrar uma parada como essa se não fossem mortais e não pudessem ser acionadas por qualquer um, forte ou fraco.
Quando eu porto uma arma não é porque estou procurando encrenca, é exatamente por que quero ser deixado em paz. A arma na minha cintura significa que eu não posso ser forçado a nada, somente persuadido. Eu não porto uma arma porque tenho medo mas sim porque ela me permite não ter medo. Ela não está lá para intimidar os que querem interagir comigo pela razão, mas para desencorajar os que pretendem fazê-lo pela força. A arma remove a força da equação... e é por isso que portar uma arma é um ato civilizado.
Portanto, a sociedade mais civilizada é aquela onde todos os cidadãos podem estar igualmente armados e só podem ser persuadidos, nunca forçados". (Major L. Caudill, Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA)
Para acrescentar a dimensão política evolvida nessa questão, junto à discussão a frase célebre de Benjamin Franklin: Quando todas as armas forem propriedade do governo, este decidirá de quem são todas as outras propriedades.

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