5 de fev de 2014

Guerra de egos: Papa e STF...




Acho que fiquei cego! Governo nega que onda de calor tenha causado apagão e cria força-tarefa para setor elétrico. Tá tudo doido! Reservatórios continuam em queda. Ações de elétricas caem após apagão. Autoridades dizem que blecaute foi causado por um curto-circuito numa linha de transmissão em Tocantins. Falha provoca falta de energia em parte do Sudeste, Sul e Centro-Oeste. Problema ocorreu às 14h03 entre Colinas (TO) e Serra da Mesa (GO). Mais de um milhão de clientes foram afetados no país. Segundo o ONS, já foi iniciado o processo de recomposição. Problema em Sistema Interligado Nacional deixa 600 mil sem luz no Rio de Janeiro. Forte calor ainda deve durar mais duas semanas no Brasil.
O ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato foi preso nesta quarta-feira em uma operação conjunta da Polícia Federal e da polícia italiana. Condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do mensalão, ele estava foragido desde 15 de novembro. A brincadeira petralha com o STF começa a dar resultados... Contrariando o que o Brasil fez com o terrorista Cesare Battisti, a Itália não titubeou em extraditar o petista Henrique Pizzolato - que estava foragido após condenação a prisão no processo do Mensalão. Pizzolato, que tem contas na Suíça, já monitoradas, foi pego por uma bobeira. Estava com passaporte falso do irmão morto na casa de um sobrinho, na Itália. O crime de falsidade ideológica o detonou. Foi uma ação conjunta da Polícia Federal brasileira com as autoridades italianas. Ministro da Justiça diz que vai pedir extradição de Pizzolato ou julgamento na Itália?
O que poderia esperar dessa senhora, se não isso! Mendigo não tem direito de cidadão, afirma vereadora Leila do Flamengo. Fala de parlamentar na Câmara Municipal causou polêmica.
Defensoria da União vai à Justiça e pede para mudar correção do FGTS. Objetivo da ação é adotar índice que melhor reflita a inflação. Pedido tem alcance nacional.

Batalha campal

1) Ministro do STF cobra apuração de doações para multas no mensalão. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes cobrou nesta terça-feira (4) que o Ministério Público apure a arrecadação de dinheiro para o pagamento de multas impostas pela Corte no julgamento do processo do mensalão.

2) Para o ministro, há suspeita de lavagem de dinheiro. Juntos, o ex-deputado José Genoino (PT-SP) e o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares arrecadaram mais de R$ 1,7 milhão. Segundo dirigentes do PT, os valores foram fruto de doações de militantes e amigos dos condenados.

3) Presidente da legenda, Rui Falcão, decide interpelar Gilmar com base no artigo 144 do Código Penal, que permite que pessoas ou entidades que se sintam vítimas de crimes contra honra cobrem explicações em juízo; Gilmar falou em lavagem de dinheiro; familiares de Genoino e coordenadores da campanha de Delúbio abriram suas contas.

4) Devassa iniciada no Tribunal de Justiça da Bahia, coordenada pelo ministro Francisco Falcão, inclui a investigação de um contrato de R$ 10 milhões firmado com o IDP (Instituto Brasileiro de Direito Público), cujo dono é o ministro Gilmar Mendes, e que foi firmado quando o TJ já estava na mira do CNJ; Falcão avisa que apuração será aplicada com todo o rigor. Doa a quem doer.

Joaquim Barbosa mandou prender deputado João Paulo Cunha. Presidente do STF determinou a prisão um dia após reassumir o cargo. Advogado afirmou que Cunha iria se entregar à polícia na terça.
A Associação Nacional dos Magistrados Estaduais divulgou uma nota de desagravo a Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal, e em sinal de protesto contra a atitude escandalosa, indecorosa mesmo, do deputado André Vargas (PT-PR), vice-presidente da Câmara, que resolveu, na mesa de uma solenidade oficial, cerrar o punho em sinal de protesto contra a atuação de Barbosa no processo do mensalão. Mais do que isso, durante a sessão, Vargas enviou pelo celular mensagens com críticas grosseiras ao convidado. Sim, o presidente do Supremo estava no Congresso para abertura do Ano Legislativo. Entre outras coisas, diz a carta dos juízes: O Plenário não é palco ou palanque eleitoral, nem pode admitir condutas contrárias ao decoro parlamentar e à regras mínimas de educação e convivência. As empresas brasileiras doaram pelo menos R$ 4,1 bilhões às campanhas eleitorais de 2010 e 2012. A revelação é de um levantamento realizado pela ONG (organização não-governamental) Transparência Brasil, que analisou o custo do voto e o poder de influência nas campanhas das maiores doações de pessoas jurídicas. 
Justiça do Rio declara morte presumida do pedreiro Amarildo de Souza. 
Se é por falta de adeus... No lançamento das diretrizes do programa de governo da coligação PSB-Rede-PPS, ontem, o presidenciável Eduardo Campos jogou por terra qualquer esperança de que, num eventual 2º turno, poderia se reaproximar do partido de Lula. O governador criticou a fome de cargos do PT e a política econômica de Dilma, dizendo que o País está parado. A mim não surpreende, uma vez que Campos e Aécio devem ter selado compromisso segundo o qual um dos dois que porventura vencer a disputa em 2014 terá como missão aprovar o mandato de cinco anos sem reeleição. (Roberto Jefferson) 
Governos e populaçãoLeia
ONU acusa Vaticano de proteger pedófilos. Órgão da ONU acusa Santa Sé de ocultar informações e pede remoção imediata de religiosos ligados a abusos de menores. Papa cria comissão para tratar de abusos sexuais. 

Antes do Segundo Livro 

Historiadora que entrevistou Tuma Jr. não vê problema no fato de Lula ter sido alcaguete
Virou bagunça - Há no Brasil uma situação que preocupa cada vez mais. Enquanto a esquerda caviar avança perigosamente com suas teorias covardes e rasteiras, a oposição permanece impávida e colossal, como se o País não sofresse qualquer riso de se transformar em uma versão agigantada da combalida Venezuela, que jaz à sombra da teoria do socialismo do século 21, embuste criado pelo finado tiranete Hugo Chávez.
No afã de dar seguimento ao projeto totalitarista de poder, o PT criou a Comissão Nacional da Verdade, cujo objetivo inicial era passar a história a limpo, mas o colegiado acabou transformado em um tribunal de exceção que só abre espaço para as verdades (sic) que interessam à esquerda tupiniquim. Sem isonomia de tratamento aos que protagonizaram o período da ditadura militar não há como falar em verdade.
A tal Comissão é tão tendenciosa e manipulada, que crimes são apenas as transgressões cometidas por integrantes da direita. No programa Roda Viva, da TV Cultura, que na edição de segunda-feira (3) teve no centro das perguntas Romeu Tuma Jr., ex-secretário nacional de Justiça, alguns entrevistadores tentaram minimizar o fato de Luiz Inácio da Silva ter sido um alcaguete que forneceu relevantes informações ao regime militar.
Líder dos metalúrgicos da região do Grande ABC, Lula atuou como informante do então diretor do DOPS, Romeu Tuma, que anos mais tarde, com a chegada do petista ao poder central, passou a integrar a base de apoio ao governo federal. A historiadora Cristine Prestes, uma das integrantes da bancada de entrevistadores, quis saber de Tuma Jr. qual era o problema em Lula ter sido informante da ditadura.
É importante ressaltar que os que colaboraram de alguma forma com a ditadura militar brasileira têm sido achincalhados pelo Palácio do Planalto, que usa a Comissão Nacional da Verdade como afiada ponta de lança para estocar os adversários ideológicos. No momento em que o livro Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado traz a informação, confirmada posteriormente por Tuma, de que Lula era um X9, surgem pessoas querendo esvaziar o fato, que até outro dia era considerado pelos esquerdistas um crime irreparável. A tentativa de desqualificar a afirmação de Tuma Jr. serve para confirmar a denúncia.
O ex-secretário nacional de Justiça disse que aceita uma acareação com Lula, de preferência na Comissão Nacional da Verdade, pois ambos têm muito a revelar. Desprovido de coragem, como todos sabem, Lula por certo recusará o convite, até porque alguém que se esquivou de falar sobre o Rosegate certamente não admitirá que foi um dedo-duro durante a ditadura.



Tuma Jr. balança a República, 
confirma que Lula era informante do DOPS 
e diz que possui provas sobre todas as denuncias.


O programa Roda Viva começou morno, mas foi esquentando no decorrer do período, até começar a cozinhar o PT, Lula, Gilberto Carvalho, Dilma Rousseff e companhia limitada. No final, a panela de pressão estava realmente fervendo, e o ex-secretário nacional de Justiça e ex-delegado federal Romeu Tuma Jr. aproveitou para anunciar que está escrevendo o segundo livro da série Assassinato de Reputações.
Entre os entrevistadores, dois estavam a favor dele – o apresentador Augusto Nunes e o colunista Ricardo Setti, do site da Veja. Os demais estavam flagrantemente tentando demolir Tuma Jr., que pesa uns 120 quilos e é duro na queda. Os jornalistas Mário Cesar Carvalho, da Folha, Eugenio Bucci e Fernando Barros, ambos do Estadão, e a historiadora Cristine Prestes tentaram fustigar o entrevistado, mas ele absorveu bem os golpes e respondeu de forma irrefutável as perguntas, portando-se com muita firmeza.
No início, o programa foi uma chateação, porque o entrevistado só se preocupava em explicar a montagem das acusações contra ele no episódio da chamada máfia chinesa. E tanto fez que acabou demonstrando que realmente foi vítima de uma armação. No final, Tuma Jr. conseguiu fazer um estrago na reputação de muitos petistas, especialmente Gilberto Carvalho e Lula.
Ninguém processa…
O programa começou com o apresentador Augusto Nunes afirmando que Tuma Jr., no livro, faz pesadas acusações contra importantes autoridades brasileiras. E perguntou se o ex-delegado já está sendo processado por alguém que tenha sido alvo de suas denúncias.
Tuma Jr. respondeu que até agora ninguém o processou. O que houve é que fizeram ameaças a mim e a minha família, mas processo mesmo ninguém abriu, assinalou, explicando que nenhum dos acusados deve processá-lo porque isso daria margem à abertura de uma investigação judicial, na qual ele poderia apresentar provas da veracidade de suas denúncias.
Em seguida, Mário César Carvalho lembrou o caso da máfia chinesa, e Tuma Jr. passou a explicar esse episódio, que foi o grande motivo para a preparação do livro, destinado a reparar os danos à sua imagem de homem público.
O segundo entrevistador, Ricardo Setti, puxou o assunto do assassinato de Celso Daniel, mas Tuma Jr. continuou falando sobre a armação que fizeram contra ele, grampeando seus telefonemas durante dois anos e depois vazando para a imprensa seu suposto envolvimento com criminosos.
 No único grampo divulgado, eu apareço falando com o denunciante do caso, mas fizeram parecer na imprensa que eu estava me comunicando com algum integrante de uma quadrilha explicou, dizendo que não existia a tal máfia chinesa, nunca abriram inquérito contra ele e o depoimento que prestou à Polícia de São Paulo simplesmente sumiu.
Estado policial
O entrevistado seguinte, Eugenio Bucci, perguntou sobre as irregularidades na Polícia Federal denunciadas no livro. Tuma Jr. então confirmou as acusações, dizendo que o Brasil está vivendo num Estado policial, que não pode continuar. Disse que a Polícia Federal está instrumentalizada pelo governo e tem extrapolado suas obrigações, ao usar seus serviços de inteligência com objetivos partidários, para prejudicar adversários políticos.
Logo depois, Fernando Barros perguntou sobre o caixa 2 da prefeitura de Santo André e o envolvimento do ministro Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência da República. Indagou se Tuma Jr. tem provas das acusações.
O ex-delegado confirmou rapidamente as denúncias, dizendo que Carvalho era mesmo o encarregado de recolher a propina. E voltou a se defender das acusações sobre a tal máfia chinesa.
A entrevistadora Cristine Prestes insistiu em indagar se Tuma Jr. tem provas, pois isso não ficara claro na resposta anterior dele a Fernando Barros. Para variar, o entrevistado continuou dando mais detalhes sobre a armação feita a propósito da máfia chinesa e disse que pediu para ser investigado na Comissão de Ética do Planalto, onde foi considerado inocente por unanimidade. Por fim, a respeito das provas, disse apenas que apresentará os documentos assim que alguém ousar processá-lo.
Central de dossiês
Depois do intervalo, Augusto Nunes indagou se a central de dossiês denunciada no livro continua funcionando.
Bem, não estou mais lá, mas acredito que ainda estejam fazendo isso, porque continuam realizando investigações irregulares através do Serviço de Inteligência da Polícia Federal, comentou. Disse que, na época em que constatou essas distorções, chegou a alertar o ministro da Justiça Tarso Genro, que lhe respondeu que isso era normal.
O ex-delegado disse então que Polícia federal está instrumentalizada pelo governo e tem usado poderes de polícia judiciária, fazendo inquéritos sigilosos, sem dar acesso aos advogados das pessoas investigadas e agindo movida por interesses político-partidários.
Grampo no supremo
Em seguida, Mário Cesar Carvalho tentou desmentir Tuma Jr. sobre o grampo no Supremo contra Gilmar Mendes e outros ministros. Disse ter entrevistado o agente da Polícia Federal citado no livro, que lhe negou ter ido a Brasília atuar no STF. A essa altura do programa, parecia que pela primeira vez algum dos entrevistadores enfim conseguira derrubar uma das acusações do ex-secretário nacional de Justiça.
Mas Tuma Jr. se saiu bem. Confirmou que houve mesmo os grampos no Supremo e disse que o agente da Polícia Federal mentiu ao ser entrevistado por Carvalho. Para provar, exibiu um documento de requisição de passagem para Brasília em nome do tal agente. Depois, assinalou que a Polícia Federal grampeou não somente os telefones fixos do Supremo, como também os celulares dos ministros.
Caso Celso Daniel
Aí o programa esquentou de vez, porque Tuma Jr. então se alongou sobre assassinato de Celso Daniel em 2002, quando era prefeito de Santo André e coordenava a campanha de Lula.
O ex-delegado disse ter feito fotos do cadáver de Celso Daniel, mostrando que ele sofrera tortura, porque havia marcas nas costas. Assinalou ter conseguido desvendar o crime e até fez um acordo de delação premiada com o suposto assassino, mas no dia seguinte ele foi morto na cadeia, antes de prestar depoimento.
Depois disso, fui afastado do caso, sob alegação de que o inquérito seria conduzido por uma delegacia especializada, ironizou.
E confirmou que o hoje ministro Gilberto Carvalho era o encarregado de receber a propina da Caixa 2 da Prefeitura de Santo André, dizendo que isso lhe foi revelado pessoalmente por Carvalho, em 2010, e o ministro chorou ao lhe fazer tal confissão.
Acusações a Lula
No final vieram as acusações ao ex-presidente Lula, que eram aguardadas desde o início do programa. Tuma Jr. disse que foi nomeado para a Secretaria Nacional de Justiça na cota pessoal de Lula, a quem conhecera como líder sindical no regime militar, quando trabalhava no DOPS e Lula era informante e muito ligado ao seu pai, o então delegado Romeu Tuma, que depois entrou na política e virou senador.
Garantiu que Lula sempre foi próximo aos militares e citou um episódio ocorrido numa reunião, quando a advogada Terezinha Zerbini, fundadora do Movimento Social pela Anistia, defendia os direitos de militantes metalúrgicas perseguidas pelos militares e Lula cassou-lhe a palavra.
Disse que as fotos de Lula sendo preso mostram bem sua ligação com os militares e com o DOPS, porque registram que o então líder sindical foi conduzido no banco de trás da viatura policial, sentando junto à janela, com o vidro aberto e fumando, uma situação inadmissível se ele fosse um preso qualquer.
Assinalou que Lula passou muitas informações aos policiais e disse que tudo está bem documentado, porque os arquivos do DOPS foram preservados. “Lula tem muitas revelações a fazer”, ironizou Tuma Jr., desafiando: “Abram os arquivos do DOPS! Abram os arquivos!”.
Depois, falou também sobre o caso Rosegate, que envolve a namorada secreta de Lula, Rosemary Noronha, e comentou que a Polícia Federal ficou mal no episódio, que teria capítulos hollywoodianos. E por fim, disse que está escrevendo o segundo livro, dando a entender que os documentos serão publicados nesta próxima edição. (Carlos Newton, Tribuna de Imprensa) 

Viagem dos elefantes para prestar sua última homenagem 

Como é que eles podiam saber? 
Algo no universo - muito maior e mais profundo que a inteligência humana.
A viagem dos elefantes para prestar sua última homenagem - mas como eles poderiam saber?

 photo _alawrenceanthony.jpg Lawrence Anthony, uma lenda na África do Sul, autor de 3 livros, entre eles o best-seller O Encantador de Elefantes, valentemente resgatou inúmeros animais selvagens e reabilitou elefantes por todo o planeta após serem vitimados por atrocidades humanas, entre elas o corajoso resgate dos animais do Zoológico de Bagdá durante a invasão dos Estados Unidos em 2003.

No dia 7 de março de 2012 Lawrence Anthony faleceu.

Deixou saudades e é sempre lembrado por sua esposa, dois filhos, dois netos e numerosos elefantes.

Dois dias após seu falecimento os elefantes selvagens apareceram em sua casa guiados por duas grandes matriarcas. Outras manadas selvagens apareceram em bandos para dizer adeus a seu amado amigo-homem.

Um total de 31 elefantes haviam caminhado pacientemente por mais de 12 milhas para chegar à sua residência sul-africana.

 photo _a31elefantes.jpg
Ao testemunhar este espetáculo, os humanos obviamente ficaram abismados não apenas por causa da suprema inteligência e timing perfeito com que esses elefantes pressentiram o falecimento de Lawrence, mas também devido às profundas lembranças e emoções que os amados animais relembraram numa forma tão organizada. Caminhando lentamente - durante dias - marchando pelo caminho numa fila solene desde seu habitat até a sua casa.

Assim, como os elefantes da reserva, pastando a milhas de distância em partes distantes do parque poderiam saber da morte de Anthony?

Um homem bom morreu de repente diz a Rabina Leila Gal Berner, Ph.D., e vindo de muito, muito longe duas manadas de elefantes, sentindo que eles haviam perdido um amado amigo humano, se moveram numa solene procissão fúnebre para visitar a família enlutada na residência do falecido.

Se alguma vez houve uma ocasião em que pudemos realmente sentir a maravilhosa intercomunicação de todos os seres, foi quando refletimos sobre os elefantes de Thula Thula. O coração de um homem para de bater e os corações de centenas de elefantes se entristecem. O coração tão generoso e dedicado deste homem ofereceu a cura a esses elefantes e agora eles vêm prestar sua carinhosa homenagem a seu amigo.

A esposa de Lawrence, Françoise, estava particularmente comovida, sabendo que os elefantes não haviam vindo a sua casa antes desta data por bem mais de três anos! Mas sabiam perfeitamente para onde estavam indo! Os elefantes obviamente queriam apresentar suas sentidas condolências, em honra a seu amigo que havia salvado suas vidas e tamanho era o seu respeito que ficaram por dois dias e duas noites sem comer absolutamente nada.

E assim, uma manhã, eles partiram para a sua longa viagem de volta.

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