11 de jan de 2014

Um país a deriva dos ventos da probidade...

• Maranhão devolveu quase metade dos recursos para construir cadeias. R$ 24 mi foram devolvidos porque estado não executou, em tempo hábil, projetos para ampliar número de vagas. Governo do Maranhão barra Comissão de Direitos Humanos em Pedrinhas e preso diz que transferências devem gerar novos ataques. Dos crimes naquele estado tem alta de 62% dos crimes na gestão Roseana Sarney. 

• Justiça aumenta multa de Genoino na AP 470. Com correção monetária, ex-deputado terá até 20 deste mês para pagar R$ 667,5 mil; valor anterior era de R$ 468 mil. 

• Morre o ex-premiê israelense Ariel Sharon. Ex-militar tinha 85 anos e estava em estado vegetativo desde 2006 depois de um derrame . Sharon quis fixar fronteiras de Israel. 

• Despoluição demora, e atletas velejam em meio ao lixo na Guanabara. A 30 meses da Olimpíada do Rio, apenas 34% do esgoto produzido na região da baía é tratado; governo garante que Olimpíada não terá problemas. A Baía de Guanabara suja: inglês teme pela saúde dos atletas. 

• Inflação: governo culpa a gasolina, o mercado de trabalho, o dólar e as passagens aéreas. Seria um enorme devaneio imaginar que algum integrante do desgoverno da petista Dilma Vana Rousseff assumiria a responsabilidade pela alta da inflação oficial em 2013, que de acordo com dados do IBGE encerrou o ano em 5,91%. Se a marca alcançada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é considerada alta, é preciso conter o vocabulário para fazer qualquer comentário sobre a inflação real, que há muito gravita na órbita de 20% ao ano. E só não reconhece essa realidade quem não quer.

• Uma em cada 8 pessoas no mundo dorme com fome todos os dias. Desafio “Fome Zero”, da ONU, visa ajudar 842 milhões que não se alimentam em quantidade suficiente.

Dilma repete em seus discursos populistas que país rico é país sem pobreza. Mas, na prática, não está erradicando a pobreza no país e sim as nossas riquezas. 
Ao apagar das luzes de 2013 Dilma autorizou a venda de 35% do bloco Parque das Conchas, na Bacia de Campos, por US$1,6 bilhão. Esse campo produz 50 mil barris de petróleo por dia. Para se ter uma ideia essa produção é mais do que o consumo diário de países como Uruguai, Paraguai e Bolívia. Quem vai abocanhar 75% desse negocio é a Shell, dos ingleses e holandeses. A negociata não surpreende. Na retrospectiva de 2013, a Revista Época já destacava a cumplicidade de olhares entre a presidente da Petrobrás Maria das Graças Foster e o representante da Shell, durante o leilão de Libra. (Emanuel Cancella)


Fundo para fiscalizar teles é usado para pagar INSS e Bolsa Família Aqui

Secretaria pede informações ao MercadoLivre sobre "venda de negros" no site 
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O fanfarrão presidente da CEDAE, Wagner Victer conseguiu a façanha de transformar a estatal das águas e esgoto como a pior do Brasil. Campeã de ineficiência e de desperdício e com uma das tarifas mais altas. Além disso persegue os trabalhadores enquanto beneficia empresários amigos, como Fernando Cavendish, da Delta. A situação é tão grave que merecia uma CPI. A falta de água só aumenta em todo o estado e Wagner Victer vai para a televisão mentir como mostrou esta semana o RJ TV. Uma coisa é certa: o próximo governador vai ter que fazer uma devassa nos contratos da CEDAE. (Garotinho) 

Gás de xisto e a Água Uma revolução energética que pode custar caro.
Nos EUA, líder na exploração do gás não convencional, estudos relacionam a técnica do “fracking” a graves problemas ambientais.
A revolução energética nos Estados Unidos, permitindo até mesmo que o país sonhe com sua autossuficiência até 2030, mais barato que o carvão, o cenário ganha contornos bem mais sombrios.
A extração do gás de xisto tem sido questionada pelos riscos e danos que pode gerar ao meio ambiente, principalmente a poluição da água, usada em quantidades colossais na técnica de exploração chamada de faturação hidráulica (do inglês, "hydraulic fracturing", ou simplesmente “fracking”).
A técnica de extração do gás não convencional consiste na injeção de toneladas de água misturadas a produtos químicos e areia para gerar fraturas na rocha. Toda a água usada no processo de extração retorna à superfície, poluída por hidrocarbonetos e por outros compostos e metais presentes na rocha e pelos próprios aditivos químicos.
Além do risco de contaminação de áreas vizinhas, o processo pode permitir que os gases acumulados nas rochas atinjam aquíferos. Um estudo feito por cientistas da Universidade Duke, da Carolina do Norte, encontrou níveis elevados de metano e etano em mais de 100 poços privados que abastecem as casas situadas na bacia de gás de xisto de Marcellus, no nordeste da Pensilvânia e no sul do estado de Nova York. 
E a posição do Brasil?  Veja
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A formiga indignada
Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas. Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno.
Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem o bate-papo com os amigos ao final do trabalho, tomando uma cervejinha gelada.
Seu nome era "Trabalho" e seu sobrenome era "Sempre".
Enquanto isso, a cigarra, com seu canto e sua lábia nas clareiras da mata, conseguiu fazer amizade com os poderosos que mandavam no pedaço e tornou-se "representante de todos"! Uma espécie de "político ou sindicalista da bicharada", que nunca precisava trabalhar nem batalhar por sua sobrevivência e que, a cada dia, conseguia mais e mais amigos nas altas rodas, pois sabia perfeitamente enrolar e manipular com maestria seus "representados", através de seus cantos maravilhosos, jamais permitindo que os donos do pedaço fossem incomodados....
Cantou, cantou, cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu prá valer seu posto representativo e seu convívio com a turma que mandava, sem se preocupar com nada e nem com o inverno que estava por vir....
Então, passados alguns dias, começou a esfriar. Era o inverno que estava começando....
A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca, onde iria viver no inverno, consumindo a comida que armazenara por seu estafante trabalho...
Mas alguém chamava por seu nome, do lado de fora da toca. Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu. Sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari amarela com um aconchegante casaco de vison.
E a cigarra disse para a formiguinha: - Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris. Será que você poderia cuidar da minha toca?
E a formiguinha respondeu: - Claro, sem problemas! Mas o que aconteceu? Como você conseguiu dinheiro para ir à Paris e comprar essa Ferrari?
E a cigarra respondeu: - Imagine você que com esse meu maravilhoso cantar e com as amizades e o "pesado" trabalho de representatividade que exerci junto ao donos da floresta, na semana passada, um deles me convocou e, sem mais nem menos, me comunicou que, como prêmio por meu "estafante" trabalho de representatividade junto à bicharada, eles tinha resolvido me presentear com um contrato de seis meses, exatamente durante o inverno, para fazer show em Paris... Finalmente, tive o reconhecimento por tudo que fiz por vocês...
A propósito, a amiga deseja alguma coisa de Paris?
Desejo sim, respondeu a formiguinha. Se você encontrar o La Fontaine por lá, manda ele ir para aquele lugar!!!

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