24 de jan de 2014

Parabéns São Paulo!

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460 anos 

Se segura peão! Dólar opera em alta nesta sexta, após alcançar maior valor em meses. Na quinta, moeda fechou em alta de 1,27%, a R$ 2,4026. Relatório recomendando cautela em investimentos puxou a alta do dólar.
Passageiros voltam a enfrentar problemas na SuperVia. Trem apresenta defeito em Nilópolis e causa atraso de 20 minutos no ramal Japeri. SuperVia diz que circulação é normal. Ramal Japeri tem problemas pelo 3º dia seguido. Isso não é milagre, é derrocada.
Trecho ainda aberto da Perimetral fecha amanhã para início de demolição.
Dilema: Onde botar as águas das chuvas? Chuva volta a causar destruição e protestos na Grande São Paulo.
São Paulo, ó São Paulo! Teu aniversário está aí e como um polo grande mundial passa por problemas não pontuais e o povo não entende. No caso das drogas, a maioria dos médicos se postura tal qual o procurador no que diz que ação da polícia na Cracolândia vai contra programa da prefeitura. Prefeitura queixa-se do Dnarc ao governo do Estado. Operação na Cracolândia causa atrito entre Haddad e Alckmin. Policiais jogaram bombas no centro de São Paulo. Não dá para entender. Só bobeiras!
Governar, bah! Confiança do consumidor continua em queda em 2014. Pesquisa da FGV aponta que a esperança do brasileiro em relação à recuperação da economia nacional continua diminuindo.
“...Inflação pode estourar na Copa da Corrupção. A propósito, matéria do insuspeito El País (edição brasileira, tão politicamente correta quanto a original espanhola). Que a inflação já está mordendo, disso sabe qualquer pessoa que faz compras em supermercados. Quanto aos serviços, nem se fala...! (Orlando Tambosi)
Tarde demais? Na véspera de beijar a cruz em Davos e depois de o Copom elevar 0,5% ponto da Selic este mês, Dilma deixa vazar no "Valor" que está disposta a elevar a meta de superávit primário prevista no Orçamento pra pagar juros da dívida. Prevendo o "roubo" do discurso econômico tucano pelo PT (o presidente do Bradesco, Luis Trabuco, fez elogios a Dilma ontem no jornal), Fernando Henrique pôs a boca no trombone, batendo duro em Lula e nos petistas. Só espero que não seja tarde demais, afinal esta música deveria estar sendo tocada pelos tucanos desde 2010. (Roberto Jefferson)
...Copa das copas:
1) Engenheiros e arquitetos amaram ouvir ontem, da Presidenta Dilma Rousseff, na visitinha à sede da Fifa, que “os estádios são obras relativamente simples”.
2) A conclusão geral de todos é: a Presidência da República é que deve ser uma coisa relativamente complicada... 
3) E, para dar um tom mais mentiroso ao espetáculo midiático de campanha pré-copa, a gente ainda teve de ouvir ela falar: “O governo fará todo seu empenho para fazer a Copa das Copas, isso inclui estádios, aeroportos, portos, tudo o que for necessário para que o país receba bem todos que vão nos visitar. Podem vir ao Brasil, vocês serão recebidos de braços abertos”....” (Jorge Serrão)


Saúde e Água são bens municipal, estadual ou governamental. Se Dilma diminui quase parando investimentos na baixada do Rio, dizem das palavras de engodo dos ministros da Educação, Saúde e da Dilma, fora a de prefeitos e governadores, via CEDAE no Rio, deixa a mostra que são todos incapazes de qualquer gestão e atentam contra a dignidade de um povo, que, aliás, não está nem aí. Viva a barbárie! (AA)
Aos 59 anos, preço de plano de saúde dobra. No último aumento por faixa etária, operadoras têm reajuste de até 138%. Redução só é obtida na Justiça.
Vaquinha de Delúbio coleta R$ 70 mil em 2 dias.
Só me lembro de algo parecido no stalinismo, na antiga União Soviética, quando o chefe da NKVD (precursora da KGB), Laurent Beria aprovou uma lei onde que quem protestasse contra Stalin seria condenado a 20 anos de prisão com trabalhos forçados num gulag (campo de concentração) na Sibéria. (Garotinho)
Romeu Tuma no Facebook: “Eles estão pressionando Livrarias para não exporem e não venderem o livro. Tão espalhando versão Pirata e Falsa com o objetivo de derrubar as vendas e por consequência a posição da obra no ranking dos mais vendidos, o que acarreta cair no esquecimento e abafa a pressão na mídia! Eu to lutando contra esse Estado Policial, por isso encareço que não baixem e denunciem os links com a versão PDF do livro. Ajude nessa batalha. Não vamos reclamar da corrupção praticando ilegalidade! Conto com vocês! Obrigado!”
Falso golpe sobre ingressos da Copa do Mundo rouba dinheiro dos usuários - Leia
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Neymar – O que há por trás do contrato com o Barcelona? O Presidente do Barça renunciou e aí? Mais aqui
Marcola deve deixar a cadeia em três anos. Mais temido criminoso do País e líder máximo do PCC, Marco Willians Herbas Camacho poderá ganhar a liberdade.
Mercadante articula para pôr PTB no ministério. Futuro ministro da Casa Civil tem a missão de manter os trabalhistas na esfera do governo e conquistar seu tempo de TV.
Inadmissível - Apuração sobre uso de helicóptero por Sérgio Cabral é arquivada.
Em Davos, presidente do BC diz que crescimento do Brasil não foi bom. Disse que Brasil controla inflação, mas precisa crescer mais. Tombini, presidente do BC afirma que não está satisfeito com desempenho da economia brasileira. E nem nós!
Ele não muda, mas erra quase todas. Depois de breve pausa nas profecias fracassadas, Mantega retoma na Suíça suas previsões ufanistas.
Lewandowski libera inquérito paralelo ao mensalão para 8 investigados. Atendendo a um pedido de oito investigados do inquérito 2.747, que surgiu como desdobramento do processo do mensalão, e permitiu que eles tenham acesso aos autos. Entre os investigados estão o ex-diretor do BB Henrique Pizzolato, que está foragido, e o banqueiro Daniel Dantas. O inquérito começou a tramitar no STF em março de 2007, após o Ministério Público apresentar a denúncia do mensalão. À época, o procurador-geral Antonio Fernando de Souza defendeu que essas investigações fossem anexadas a um inquérito diferente para evitar confusões com o mensalão.
O helicóptero da CBN flagrou o vazamento de esgoto da tubulação da CEDAE próximo ao Morro do Vidigal. E não era pouca coisa. Depois quando aparece espuma amarela e verde nas praias do Leblon e Ipanema, o INEA diz que são algas, embora os especialistas afirmem que é esgoto. A CEDAE vai de mal a pior, mas enquanto Wagner Victer for presidente não podemos esperar nada melhor.
De novo. Governadora do RN é afastada do cargo por abuso de poder. Cabe recurso ao TSE. 
Eleições
Um novo caminho para fraudar as eleições informatizadas brasileiras foi apresentado ontem (10/12) para as mais de 100 pessoas que lotaram durante três horas e meia o auditório da Sociedade de Engenheiros e Arquitetos do Rio de Janeiro (SEAERJ), na Rua do Russel n° 1, no decorrer do seminário A urna eletrônica é confiável?, promovido pelos institutos de estudos políticos das seções fluminense do Partido da República (PR), o Instituto Republicano; e do Partido Democrático Trabalhista (PDT), a Fundação Leonel Brizola-Alberto Pasqualini.
Acompanhado por um especialista em transmissão de dados, Reinaldo Mendonça, e de um delegado de polícia, Alexandre Neto, um jovem hacker de 19 anos, identificado apenas como Rangel por questões de segurança, mostrou como - através de acesso ilegal e privilegiado à intranet da Justiça Eleitoral no Rio de Janeiro, sob a responsabilidade técnica da empresa Oi - interceptou os dados alimentadores do sistema de totalização e, após o retardo do envio desses dados aos computadores da Justiça Eleitoral, modificou resultados beneficiando candidatos em detrimento de outros - sem nada ser oficialmente detectado.
"A gente entra na rede da Justiça Eleitoral quando os resultados estão sendo transmitidos para a totalização e depois que 50% dos dados já foram transmitidos, atuamos. Modificamos resultados mesmo quando a totalização está prestes a ser fechada", explicou Rangel, ao detalhar em linhas gerais como atuava para fraudar resultados.
O depoimento do hacker - disposto a colaborar com as autoridades - foi chocante até para os palestrantes convidados para o seminário, como a Dra. Maria Aparecida Cortiz, advogada que há dez anos representa o PDT no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para assuntos relacionados à urna eletrônica; o professor da Ciência da Computação da Universidade de Brasília, Pedro Antônio Dourado de Rezende, que estuda as fragilidades do voto eletrônico no Brasil, também há mais de dez anos; e o jornalista Osvaldo Maneschy, coordenador e organizador do livro Burla Eletrônica, escrito em 2002 ao término do primeiro seminário independente sobre o sistema eletrônico de votação em uso no país desde 1996.
Rangel, que está vivendo sob proteção policial e já prestou depoimento na Polícia Federal, declarou aos presentes que não atuava sozinho: fazia parte de pequeno grupo que - através de acessos privilegiados à rede de dados da Oi - alterava votações antes que elas fossem oficialmente computadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
A fraude, acrescentou, era feita em benefício de políticos com base eleitoral na Região dos Lagos - sendo um dos beneficiários diretos dela, ele o citou explicitamente, o atual presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), o deputado Paulo Melo (PMDB). A deputada Clarissa Garotinho, que também fazia parte da mesa, depois de dirigir algumas perguntas a Rangel - afirmou que se informará mais sobre o assunto e não pretende deixar a denúncia de Rangel cair no vazio.
Fernando Peregrino, coordenador do seminário, por sua vez, cobrou providências: "Um crime grave foi cometido nas eleições municipais deste ano, Rangel o está denunciando com todas as letras – mas infelizmente até agora a Polícia Federal não tem dado a este caso a importância que ele merece porque ele atinge a essência da própria democracia no Brasil, o voto dos brasileiros" - argumentou Peregrino.
Por ordem de apresentação, falaram no seminário o presidente da FLB-AP, que fez um histórico do voto no Brasil desde a República Velha até os dias de hoje, passando pela tentativa de fraudar a eleição de Brizola no Rio de Janeiro em 1982 e a informatização total do processo, a partir do recadastramento eleitoral de 1986.
 A Dra. Maria Aparecida Cortiz, por sua vez, relatou as dificuldades para fiscalizar o processo eleitoral por conta das barreiras criadas pela própria Justiça Eleitoral; citando, em seguida, casos concretos de fraudes ocorridas em diversas partes do país - todos abafados pela Justiça Eleitoral. Detalhou fatos ocorridos em Londrina (PR), em Guadalupe (PI), na Bahia e no Maranhão, entre outros.
Já o professor Pedro Rezende, especialista em Ciência da Computação, professor de criptografia da Universidade de Brasília (UnB), mostrou o trabalho permanente do TSE em blindar as urnas em uso no país, que na opinião deles são 100% seguras. Para Rezende, porém, elas são ultrapassadas e inseguras. Ele as comparou com sistemas de outros países, mais confiáveis, especialmente as urnas eletrônicas de terceira geração usadas em algumas províncias argentinas, que além de imprimirem o voto, ainda registram digitalmente o mesmo voto em um chip embutido na cédula, criando uma dupla segurança.
Encerrando a parte acadêmica do seminário, falou o professor Luiz Felipe, da Coppe da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que em 1992, no segundo Governo Brizola, implantou a Internet no Rio de Janeiro junto com o próprio Fernando Peregrino, que, na época, presidia a Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (Faperj). Luis Felipe reforçou a ideia de que é necessário aperfeiçoar o sistema eleitoral brasileiro - hoje inseguro, na sua opinião.
O relato de Rangel - precedido pela exposição do especialista em redes de dados, Reinaldo, que mostrou como ocorre a fraude dentro da intranet, que a Justiça Eleitoral garante ser segura e inexpugnável - foi o ponto alto do seminário.
Peregrino informou que o seminário será transformado em livro e tema de um documentário que com certeza dará origem a outros encontros sobre o mesmo assunto - ano que vem. Disse ainda estar disposto a levar a denuncia de Rangel as últimas consequências e já se considerava um militante pela transparência das eleições brasileiras: "Estamos aqui comprometidos com a transparência do sistema eletrônico de votação e com a democracia no Brasil", concluiu. (OM) 
Querem acabar com a propriedade privada!
O artigo da senadora Kátia Abreu na Folha é daqueles que devem ser lidos com muita atenção, e depois relidos. São verdades evidentes para qualquer um minimamente atento aos acontecimentos políticos do Brasil, mas que poucos, ainda mais na posição da senadora, têm a coragem de dizer.
Até porque, como a própria autora diz no começo, quem quer que diga tais verdades incômodas será logo tachado de paranoico, de adepto de teorias conspiratórias. É uma blindagem que fazem contra os fatos que geram desconforto.
E quais são estes fatos? Qual é essa verdade? Ora, a de que há em curso no país, hoje, um movimento poderoso que deseja destruir a propriedade privada e instaurar um regime autoritário com todo o poder no estado. A senadora sabe bem disso, pois seu setor, o rural, é o alvo predileto desses golpistas. Diz ela: Usa-se o pretexto da crise social para invasões criminosas a propriedades produtivas: sem-terra, quilombolas e índios têm sido a massa de manobra, incentivada por ativistas, que, no entanto, não querem banir a pobreza.
Servem-se dela para combater a livre iniciativa e estatizar a produção rural. Espalham terror nas fazendas e, por meio de propaganda, acolhida pela mídia nacional, transformam a vítima em vilão. Nos meios acadêmicos, tem-se o produtor rural como personagem vil, egoísta, escravagista, predador ambiental, despojado de qualquer resquício humanitário ou mesmo civilizatório.
No entanto, é esse monstro que garante há anos à população o melhor e mais barato alimento do mundo, o superavit da balança comercial e a geração de emprego e renda no campo.
Como negar isso? Alguém pretende realmente acusar de paranoica a senadora? Só quem não tem olhos para enxergar, ou quem age com má-fé, por já ter sido capturado pelo movimento.
A tática usada por esses antidemocráticos é a velha máxima de dividir para conquistar. Como lembra Kátia Abreu, a sociedade brasileira está sendo artificialmente desunida e segmentada em negros, índios, feministas, gays, ambientalistas e assim por diante. ONGs endinheiradas estão por trás disso.
O país que pretendem construir? Não tenham dúvida: um país em que o Estado, com seu poder de coerção, seja a única instância capaz de deter os conflitos que ele mesmo produz; um Estado arbitrário, na contramão dos fundamentos da democracia.
Essa, sim, é a Kátia Abreu que aprendi a admirar! Não aquela que elogia e pede voto para Dilma, cujo partido, o PT, está associado até o talo a esse esquema bolivariano de destruição da nossa democracia. (Kátia Abreu, senadora)

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