9 de jan de 2014

A paúra para 2014...

 photo _anascendo.jpg Parece que a Petrobras vai entrar pelo mesmo buraco do Eike 
Washington Post diz: Dura realidade do petróleo no Brasil 

• A economia do Brasil avaliada pelas perspectivas da indústria de petróleo é preocupante, após seis anos da descoberta dos campos previstos para produzir milhões de barris de petróleo na costa brasileira e que provocaram um frenesi no governo, que por sua vez pretendia transformar o país em uma potência no setor energético. O cenário é analisado pelo jornalista colombiano Juan Forero, em uma reportagem publicada nesta segunda (6/1), na edição eletrônica do Washington Post. Forero afirma que a produção de petróleo no Brasil está estagnada e as dívidas da Petrobras estão prejudicando os investimentos de empresas de petróleo estrangeiras, que têm receio de investir no país.

• A reportagem dá destaque a um depoimento de Roger Tissot, consultor em energia na América Latina. Tissot diz que: "É engraçado, há alguns anos atrás, todo mundo amou o Brasil. E agora, parece que o amor se foi". Segundo Forero o Brasil chegou a considerar-se já uma potência petrolífera, que ajudaria a atender a demanda mundial. Porém, agora enfrenta uma dura realidade e pode desacelerar as suas expectativas. As afirmações de Forero são baseadas em entrevistas com funcionários da energia, executivos do petróleo e conselheiros. 

• O jornalista avalia que a produção petrolífera no país passou a ser menos atraente para as grandes e ricas empresas estrangeiras e outras fontes de energia promissoras estão emergindo no mundo, especialmente nos campos da África, as areias betuminosas do Canadá e dos depósitos de gás de xisto desbloqueado por tecnologia de fraturamento hidráulico, também chamado de fracking, nos Estados Unidos. Para o especialista em petróleo do Banco Interamericano de Desenvolvimento em Washington, Ramón Espinasa - "Essas empresas têm a força financeira e capacidade e tecnologias para mover ao redor do mundo a engenharia. Elas são capazes de escolher. E isso explica o motivo de não estarem no Brasil". 

• Juan Forero ouviu alguns especialistas e eles esclareceram que os planejadores de energia do petróleo brasileiro, quando comentaram sobre as reservas não provadas e que poderia rivalizar com alguns dos maiores poderes do petróleo, exageraram enormemente "as bênçãos do fundo do mar", que são os chamados "pré-sal". "Havia um monte de autoridades do governo dizendo que as reservas do Brasil eram de 50 bilhões de barris, 100 bilhões de barris, até 240 bilhões de barris, mais do que a Arábia Saudita", comentou ao WP Wagner Freire, geólogo de petróleo que trabalhou por 35 anos na Petrobras, supervisionando a exploração e produção. Segundo o geólogo, muitos poços foram perfurados na área do pré-sal e estavam seco. 

• As descobertas no ano de 2007 levaram ao então presidente Luiz Inácio Lula da Silva dizer uma frase que ficou marcada no mercado, que 'Deus havia dado Brasil recompensas que iriam impulsionar a modernização do país'. A reportagem também ressalta que a Petrobras foi uma das 10 maiores empresas do mundo, admirada por investidores como George Soros, um dos mais conhecidos nomes de Wall Street. E novamente destaca uma frase de Lula - "O Brasil fez um bilhete de loteria premiado". 

• O WP relembrou um depoimento do então presidente da Petrobras na época, José Sergio Gabrielli. Segundo Gabrielli, os funcionários da Petrobras imaginaram um plano para levar o Brasil ao status de elite entre os produtores de energia do mundo, com a produção passando de 2 milhões de barris por dia para 5,3 milhões em 2020. Juan Forero comenta que as projeções são mais limitadas atualmente, "mas eles ainda são ambiciosos: 4,7 milhões de barris por dia dentro de uma década, de acordo com o ministro da Energia, Edison Lobão". "Considerando que, naquela época o nosso consumo era de cerca de 3,1 milhões de barris por dia, nós estaremos exportando algo em torno de 1,6 milhões de barris de petróleo por dia", destaca o jornal do discurso de Lobão. E destaca que essa é a quantidade total de petróleo exportado pela Venezuela. 

• Segundo o WP, alguns especialistas dizem que em se tratando de petróleo a previsão é exageradamente otimista. Um funcionário de alto escalão de uma instituição financeira internacional disse para "esquecer os dados". Ele debateu a questão com as autoridades energéticas brasileiras e aconselhou as companhias de petróleo. Na condição de anonimato, esse funcionário disse ao jornal que devido à natureza delicada das relações com funcionários da energia, o país não encontrou novas bacias desde 2008 e enfrenta o esmagador desafio de desenvolver a área do pré-sal a um custo de 237 bilhões de dólares. "As pessoas estão nos dizendo a Petrobras não será capaz de lidar com isso", disse o funcionário ao WP. 

• O texto destaca que a Petrobras está sobrecarregada com mandatos e grandes interferências do governo, que podem ter prejudicado a empresa, segundo as avaliações dos especialistas. E explica que, para reviver a indústria da construção naval, por exemplo, a Petrobras e seus parceiros devem usar as plataformas de petróleo e outros equipamentos pesados ?? construído no Brasil, o que levou a enormes derrapagens de custos e falta de equipamentos. "Petrobras é obrigada a ser a operadora líder e é obrigada a ter uma participação mínima de 30% em todos os novos campos do pré-sal, onerando a empresa com enormes responsabilidades financeiras, enquanto afasta potenciais parceiros estrangeiros", destaca o texto. Além disso, a empresa ainda é obrigada a importar e vender gasolina a preços abaixo do mercado, uma política controladora da inflação. 

• "Essa perda de receita que o governo impõe à Petrobras apenas obriga a Petrobras a assumir mais dívidas. O governo usa a Petrobras para os seus objetivos econômicos e eleitorais", disse Adriano Pires, ex-conselheiro da Agência Nacional do Petróleo. Segundo o WP, a empresa respondeu com a venda de ativos no Peru, Colômbia, África e Golfo do México. A Petrobras também está adiando o desenvolvimento de outros campos potencialmente lucrativo de petróleo no Brasil, como o depósito de Sergipe, no nordeste, projetada em 1 bilhão de barris. 

• A presidente-executiva da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, relatou que a situação financeira de curto prazo da empresa "é confortável", com US$ 58 bilhões em dinheiro garantido. A reportagem diz ainda que Foster também abordou sobre o conselho da estatal, que é presidido pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega - "é manter um olhar atento sobre o nível de endividamento e estamos trabalhando para tornar a geração de caixa mais previsível e reduzir a alavancagem da empresa". 

 • Por outro lado, o jornal afirma que os mercados financeiros observam cada vez mais uma empresa sobrecarregada. Ações da Petrobras caíram recentemente, parte de uma tendência de dois anos que viu a empresa perder um terço de seu valor. "Eles não perderam o grau de investimento, mas há algumas dúvidas sobre a capacidade de a Petrobras pagar sua dívida e ter dinheiro suficiente para investir", disse David Zylbersztajn, um especialista em economia de empresas de petróleo e um ex-diretor do National Agência do Petróleo. 

• A área do pré-sal está produzindo 300 mil barris de petróleo por dia, muito menos do que havia sido previsto, segundo as informações do WP. E em todo o país, a produção continua a ser estável. Em um episódio que abalou fortemente a confiança no setor de petróleo, a segunda mais importante companhia de petróleo do país, a OGX, que registrou a maior oferta pública inicial do Brasil em 2008, declarou falência em outubro. A maioria de seus poços secaram. 

• "Apesar dos contratempos, Foster disse que a Petrobras terá em breve novas plataformas que operam na área do pré-sal, aumentando significativamente a produção no próximo ano e gerar receitas para financiar os investimentos. Em palestra no Rio, em outubro, ela disse que 144 poços exploratórios foram perfurados na área do pré-sal e que 82 por cento do petróleo encontrado", destaca o texto. E completa que no mesmo mês, o governo leiloou seu campo Libra, o primeiro leilão desde 2008. Um consórcio de empresas que inclui a Royal Dutch Shell, a francesa Total e dois gigantes chineses ganharam a licença com a parceria com a Petrobras para desenvolver Libra, que é pensado para conter até 12 bilhões de barris de petróleo. 

• O texto ressalta uma fala de Magda Chambriard, diretora da Agência Nacional do Petróleo, aos jornalistas - "É difícil imaginar um sucesso maior do que isso". Mas no trecho seguinte afirma que a própria Chambriard havia dito que esperava mais de 40 empresas participantes. Apenas 11 empresas participaram, e nem sequer metade das pessoas optaram por lance. "Talvez o mais surpreendente para os especialistas em energia aqui foram as empresas que não participaram: Exxon Mobil, Chevron e BP, as multinacionais com capital para desenvolver bacias petrolíferas complexas", destaca a matéria de Juan Forero. David Mares, um estudioso de energia que está escrevendo um livro sobre o nacionalismo de recursos na América Latina, disse que o Brasil pode ter que reescrever termos de atrair mais investidores para o próximo leilão. E a matéria completa com uma avaliação de Mares: "O governo tem que se este óleo que flui, mais cedo ou mais tarde". (Jornal do Brasil) 

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Em meio à crise, governo esbanja com lagosta e camarão. Roseana Sarney, desgovernadora do Maranhão realizará dois pregões para a compra de alimentos, com valor estimado em mais de R$ 1 milhão, enquanto o sistema penitenciária e outras mazelas continuam ocorrendo, graças ao incansável trabalho do clã Sarney.

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Três mil médicos cubanos fogem da Venezuela 
 photo _medicoscubanosvenezuela.jpg Médicos cubanos num posto de saúde, Guarenas, Venezuela No último ano por volta de três mil cubanos, na sua maioria médicos, fugiram para os Estados Unidos abandonando suas escravizadoras funções em planos sociais da Venezuela, informou El Universal, o maior quotidiano de Caracas.

Segundo o jornal, o fato em si não é tão novo, mas o número é impressionante: 60% a mais em relação a 2012.

No território americano já havia por volta de cinco mil médicos e enfermeiras cubanas que fugiram do mundo todo. Porém, no dia 1º de dezembro a cifra atingiu o patamar de oito mil. 98% deles chegou proveniente da Venezuela.

Os dados foram revelados pelo Dr. Julio César Alfonso, presidente de Solidariedade sem Fronteiras (SSF), ONG com sede em Miami que auxilia os médicos cubanos que fogem dos despóticos planos sociais que Havana vende como “economia de serviços” no mundo todo.

Na Venezuela se encontra o maior contingente de profissionais da saúde cubanos trabalhando em regime escravo em virtude de convenio de cooperação entre Caracas e Havana de 2003.

Dr. Júlio César Alfonso, diretor de Solidariedade sem Fronteiras diz: “Em 2012 havia cinco mil profissionais da saúde refugiados nos EUA, mas o número disparou em 2013, atingindo oito mil, 98% dos quais fugiram da Venezuela porque as condições estão cada vez piores nesse país”, observou Alfonso.

“A maioria dos cubanos saiu por causa dos baixos ordenados que recebe, o pagamento não é feito em tempo, aumento a carga de serviço nos módulos do Plano chavista Barrio Adentro no país todo, e muitos denunciam um sistema de escravidão moderno”, disse o diretor de SSF. “Os médicos recebem por volta de 300 dólares diretamente, porém a Venezuela entrega ao Estado cubano, em média, 6.000 dólares por cada um deles, quer dizer eles recebem menos do 10% do ordenado nominal”, apontou Alfonso.

Esses profissionais da medicina, assim como qualquer cubano que executa uma missão no exterior, podem pedir um visto aos EUA pelo programa Parole para Profesionales Médicos Cubanos (CMPP, siglas em inglês).

O Dr. Alfonso explica a médicos cubanos nos EUA, como obter a revalidação do diploma. Obtido o visto, em sua maior parte os médicos vão para a Colômbia e não regressam mais. Também o Brasil está se convertendo num trampolim para a liberdade.

Os médicos são obrigados a apresentar registros inflacionados de número de pacientes atendidos. As cifras são adulteradas falsificando RG, nomes ou doenças. 

“Isto é suficiente para Cuba apresentar relatórios positivos ao Estado venezuelano”, explicou Alfonso.

Não demorará em sabermos quantos fugiram do Brasil e as circunstancias dos “serviços” prestados e o dinheiro pago à ditadura castrista.

Comentário: Eis aí no que vai dar a patusca promovida pela quadrilha petista com os recursos públicos (leia-se dinheiro dos nossos impostos). O problema do atendimento médico permanecerá nas mesmas condições caóticas em que se encontra, a quantidade de atendimentos - todos inócuos - é maquiada com números mentirosos, e, enquanto isso, milhões de dólares são enviados para Cuba, para pagar por nada feito.

Pelo menos, se isso serve de consolo, a burrada petista (mais uma) serviu para dar liberdade a milhares de escravos cubanos. Menos mal. Já que é dinheiro perdido, que sirva a uma causa humanitária.

Que a oposição saiba usar, nas eleições próximas, essa munição que o bando petista está dando de graça.

Ou o Brasil acaba com o PT, ou o PT acaba com o Brasil. (AC) 

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Aécio encurralou Dilma e a fábrica de boatos e esmolas por votos do PT! Leia 

Comentário: Para essa manobra genial do Aécio, eu responderia com um muxoxo. A corja petista, certamente, encontraria logo um meio de neutralizá-la.

 Todavia, depois que vi os mensaleiros presos - ainda que falte a chefe Lula entre os réus - eu, que não apostava nem 1 centavo nisso, começo a imaginar que o mineiro vai se dar bem com a estratégia, e mata 2 coelhos com uma só paulada: acaba com a bandeira eleitoreira do Bolsa-Família, que a corja petralha usa como estandarte eleitoral, e dá um tiro mortal naquela boataria do “se não votar no PT, a Bolsa-Família acaba”.

Resta apenas torcer, vez que tudo o que for feito contra o bando palaciano tem que ser apoiado. Ou os brasileiros acabam com o PT, ou o PT acaba com o Brasil. (AC) 

Copa do Mundo 2014 - O Brasil real

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