18 de dez de 2013

Questão de veracidade…

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A falácia do aquecimento global permanece.

“dizem que, nos últimos 25 anos, desapareceram- sumiram - secaram - extinguiram aproximadamente 500.000 nascentes de água em território brasileiro”.

Aqui na região serrana do RJ - e eu resido em Nova Friburgo - há nascentes em muitos pontos da região, e eu não soube de nenhuma que tenha secado definitivamente. Mesmo com a temperatura elevada dos últimos dias, lá estão elas, jorrando com a mesma intensidade de sempre; e, vez que me abasteço em uma delas, sou testemunha visual disso. Há, sim, umas poucas que secaram, mas se trata de fenômeno cíclico, que sempre aconteceu. Jorram água por um certo período e secam; depois, voltam a oferecer água, e assim sucessivamente. Sãos as chamadas fontes temporárias.

O que acontece é que os tais terroristas climatológicos, que trabalham para interesses econômicos mundiais inconfessáveis, permanecem nessa balela alarmista sobre aquecimento global, ainda que correntes científicas sérias já tenham lançado por terra tais hipóteses. Mas nem precisa ir tão longe, para constatar sobre essa falácia. Basta ter à mão uma calculadora e paciência para buscar os dados abaixo. 

a) - Superfície total do planeta Terra: 510.072.000 km² 

b) - Superfície total dos oceanos = ¾ de a = 382.554.000 km² 

c) - Superfície total dos continentes = ¼ de a = 127.518.000 km² 

Desse valor de 127.518.000 km² (item c) que corresponde à parte não oceânica, subtraia os 14 000 000 km² das regiões geladas da Antártica, e mais 20% ainda de c, que corresponde à área total dos desertos, igual portanto a 127.518.000 x 20 / 100 = 25.503.600, e siga somando com as regiões de florestas (Amazônia, as geladas do Canadá), e verá que, ao final, sobra um percentual entre 5 e 7% de toda a superfície do planeta, configurando a área total que é ocupada por gente, essa mesma gente que hoje é acusada de depredadora da Natureza.

Acontecem, sim, efeitos negativos nas regiões mais populosas em decorrência da poluição atmosférica, mas são efeitos localizados, ou seja, só acontecem naquelas regiões, mas sem efeito algum sobre todo o resto do planeta. Portanto, ainda que todas essas pessoas e bichos vivam nesse relativamente diminuto espaço de 7%, em meio a um fumacê contínuo, ainda assim, estarão muito distante de afetar o clima na Terra, simplesmente por uma questão comparativa de grandezas: 7% significa quase um nada diante de 100%. Esse aspecto basta para derrubar essas teses pré-fabricadas que não passam de mera hipótese.

Se assistir à divertida entrevista que um professor de climatologia da USP concedeu no Programa do Jô, ficará pasmo com as mentiras e os mitos que os grande conglomerados econômicos mundiais fazem parecer que são verdades. (Anselmo Cordeiro)

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