10 de dez de 2013

Ninguém segura mesmo este país com eles...

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• Falha nos 11 segundos finais da propulsão derrubou satélite sino-brasileiro. Fracassa lançamento de foguete brasileiro feito com a China. Delegação brasileira viajou à Ásia para acompanhar a operação; equipamento custou R$ 300 milhões ao governo brasileiro. O Ministério da Ciência e Tecnologia confirmou que o lançamento do satélite CBERS-3 (sigla em inglês para Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres), feito em parceria entre o Brasil e a China e que melhoraria a observação do desmatamento na Amazônia, não obteve sucesso e caiu na Terra. Engenheiros chineses responsáveis pela construção do veículo lançador estão avaliando as causas do problema e o possível ponto de queda. O investimento brasileiro na construção do Cbers-3 chegou a R$ 300 milhões. 

• O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), voltou a utilizar o helicóptero oficial do Estado para se deslocar entre a capital fluminense e o município de Mangaratiba, na região da Costa Verde, onde ele possui uma casa de veraneio em um luxuoso condomínio. 

• A Comissão Municipal da Verdade de São Paulo concluiu que não restam dúvidas de que o ex-presidente da República Juscelino Kubitschek, morto em um acidente de carro em 1976, foi assassinado pela ditadura militar. 

• Rio e as autoridades: Passageiros enfrentam atrasos em quatro ramais da SuperVia. 

• Hospitais federais do Rio têm cerca de 13 mil pacientes à espera de cirurgia. Ministério da Saúde terá prazo de 60 dias para apresentar cronograma completo com as datas para as intervenções cirúrgicas. E Padilha quer ser desgovernador. 

• Movimento dos Sem Teto protesta em frente à casa do prefeito paulista Fernando Haddad. 

• Provocada pelo PSDB, a Comissão de Ética da Presidência da República decidiu nesta segunda-feira requerer explicações ao ministro petista José Eduardo Cardozo. O titular da pasta da Justiça terá dez dias para justificar seu envolvimento na investigação que apura o pagamento de propinas pelo cartel que fraudou licitações de trens e metrô em São Paulo e Brasília. 

• Depois de anos, jeitinho de ganhar dinheiro. Prédios atrasam vistoria e prefeitura do Rio estica prazo. De 250 mil edifícios, só 1.500 fizeram revisão. E o alarmante é que 40% têm problemas, precisam de obras, devido a problemas de conservação, que podem comprometer a estrutura. O decreto com a obrigatoriedade foi publicado no dia 12 de julho. A vistoria em condomínios deve ser feita a cada cinco anos por engenheiros ou arquitetos, habilitados nos conselhos das categorias. 

• Incêndio na favela Paraisópolis, São Paulo, destrói ao menos 100 barracos. Ainda não há informações de vítimas. 

• Metade das obras de mobilidade da Copa está atrasada. Das 74 ações de mobilidade, 38 foram prorrogadas e 18 não vão sair do papel. 

• Desgovernar assim, até eu! Dizendo-se chocada com a violência em Joinville (SC), a presidenta Dilma anunciou novo factoide: a delegacia do torcedor. Mas foi o seu governo que acabou em 2011 a Câmara Técnica de Combate à Intolerância Esportiva, no Ministério da Justiça. Enquanto a Câmara existiu, por um ano, não houve um só caso de briga em estádios. A Câmara definia padrões de policiamento dentro e fora dos estádios. 

• Construtoras, shopping e hospitais estão em lista da propina do ISS de fiscal. Em SP, Shopping Iguatemi e Hospital Bandeirantes aparecem em planilha. As empresas que aparecem na suposta lista da propina do fiscal Luis Alexandre Cardoso de Magalhães afirmam desconhecer o documento e pagar o Imposto Sobre Serviços (ISS) corretamente. Algumas construtoras afirmam já colaborar com as investigações e outras dizem que não receberam nenhuma notificação formal do Ministério Público Estadual. 

• O segundo rebaixamento para a Série B em cinco anos parece ter sido o fim da linha para Roberto Dinamite dentro da política do Vasco. Conselheiros da situação, da oposição e alguns vice-presidentes marcaram reunião hoje à noite, em São Januário, para decidirem se pedem oficialmente ao presidente que ele se licencie do cargo e deixe o comando do clube nas mãos do vice-presidente geral, Antônio Peralta.


A Copa está em risco
Acendeu o sinal vermelho no grande semáforo nacional, por conta da bestialidade verificada em Joinville entre vândalos das torcidas do Vasco e do Atlético-Paraná, seguindo-se às virulentas manifestações dos black-blocs no Rio, São Paulo e outras capitais, semanas atrás. Muitos governos da Europa, América, Ásia e até África recomendarão a seus naturais que evitem vir ao Brasil para assistir os jogos da Copa do Mundo, ano que vem. Isso no mínimo, porque no máximo já tem gente sugerindo o boicote ao certame, ou seja, que suas seleções de futebol deixem de comparecer. É claro que a FIFA se exaspera, perderia caminhões de dinheiro nessa hipótese. Mas a inquietação se generaliza.
Por conta de uma minoria de animais a sociedade inteira é posta em xeque. O que acontecerá quando a bola começar a rolar, sabendo-se que os embates entre torcidas são planejados em detalhes? Somem-se os protestos ditos pacíficos de parte da população indignada com os exorbitantes gastos para a construção e reforma dos estádios. Poderão ser evitados distúrbios, depredações, assaltos e invasões?
Seria excelente a mobilização dos órgãos de informação e inteligência para prevenir a baderna. Bem como a preparação das forças policiais para a proteção das multidões previstas para assistir as partidas. O que não dá é pretender que sejam normais essas demonstrações de vandalismo. Muito menos botar a culpa nos comunistas. Eles escoaram pelo ralo, faz algum tempo.
De duas, uma: ou os governos federal, estaduais e municipais tomam providências imediatas a fim de garantir a realização da Copa ou será o fracasso. Imagine-se ainda, em 2016, como o Rio se apresentará como palco das próximas Olimpíadas?
O episódio de Joinville ainda revelou aspecto singular da realidade nacional: a segurança no estádio daquela cidade foi terceirizada. Afastou-se das arquibancadas a Polícia Militar, em favor de uns tantos homens de preto que nem para caçar alienígenas serviram. Certas atividades constituem obrigação do poder público. (Carlos Chagas) 

Madiba 
Mais de 60 chefes de Estado estão reunidos em Johanesburgo para cerimônia em homenagem a líder sul-africano. Mandela mudou economia da África do Sul, mas desigualdade avança. Gafe: Dilma confunde sul-africanos com sul-americanos durante discurso.


• Venezuela: oposição ganha força apesar de vitória chavista. Para analistas, vitória do governo em eleições locais não foi tão contundente, e oposicionistas mantiveram ganhos simbólicos. 

• Prefeito de Bogotá é cassado em hora chave para Colômbia. Ex-guerrilheiro, Gustavo Petro é considerado um modelo de reintegração política em meio às negociações de paz com as Farc. O prefeito de Bogotá teve o mandato cassado e perdeu os direitos políticos por 15 anos. Gustavo Petro foi afastado pelo Procurador-geral da República, acusado de cometer irregularidades na implementação de um novo sistema de coleta de lixo na capital colombiana. 

• Declaração Universal dos Direitos Humanos aprovada pela ONU completa 60 anos. Compreende direitos de liberdades, sociais e políticos. Ela foi aprovada pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas no dia 10 de dezembro de 1948, sob a presidência do jurista australiano Herbert Evatt. 

• Um grupo com oito das principais empresas de tecnologia do mundo divulgou nesta segunda-feira (9) o Reform Government Surveillance (Reforma da Vigilância do Governo, em tradução livre), um projeto que solicita aos governos de todo o globo, incluindo os Estados Unidos, uma reforma mundial no sistema de vigilância norte-americano e de outros países para garantir mais segurança às companhias e usuários. O manifesto entrou no ar à meia-noite do horário de Washington D.C. (3h pelo horário de Brasília). Águas de Junho 

• Esta é uma peça de humor. A música que originou essa paródia chama-se Águas de Março e é de autoria de Antônio Carlos Jobim. O autor ou sua família não têm nenhuma relação com a letra da paródia que foi feita por Felipe Moura Brasil e Filipe Trielli. Os autores da paródia se isentam de qualquer remuneração sobre os direitos autorais da mesma.


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