17 de nov de 2013

Preso político de uma Democracia.... basófia!

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Para rememorar! 
• Jornal do Brasil ... Nada, nada como um dia após o outro. 
• Para rir e chorar ... Vejam o que os petralheiros comentaram quando da absolvição do Collor pelo STF.
• 2014 vem aí!
• Recordar é viver... Comentários dos petralheiros. Seria irônico se não fosse trágico.

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• Lulla, Dirceu, Suplicy, Mercadante e outros disseram quando o STF absolveu Collor ...O STF absolveu o Collor em 12 de dezembro de 1994. No dia seguinte, olha só a repercussão da decisão, publicada no Jornal do Brasil. 

Luis Inácio Lula da Silva, candidato derrotado do PT à Presidência: Não cabe a mim entrar no mérito da decisão da Suprema Corte. Entretanto, como cidadão brasileiro que tanto lutou para a ética prevalecer na política, estou frustrado, provavelmente como milhões de brasileiros. Só espero que, na esteira da maracutaia da anistia para o Humberto Lucena, não apareça um trambiqueiro querendo anistiar o Collor da condenação imposta pelo Senado

Eduardo Suplicy, senador (PT-SP): A decisão é frustrante para o povo brasileiro. Como senador que acompanhou de perto a CPI, acho que as evidências eram contundentes para condenar Collor e PC. 

Aloízio Mercadante, deputado federal (PT-SP): É uma grave derrota do movimento pela ética na política e reforça o sentimento popular da mais completa impunidade das elites. A CPI deixou dois anos atrás provas consistentes para incriminar Collor. 

José Dirceu, deputado federal (PT-SP): É um desastre que significa praticamente a permissão para a prática do crime no país. Provas e testemunhas existiam e foram desconhecidas pelo STF. 

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Mensalão Presos ficam em celas individuais com chuveiro e água fria. Condenados permanecerão na Papuda e na Penitenciária de Gama até decisão final da Vara de Execuções Penais de Brasília. Condenados ainda terão que pagar R$ 27 milhões de multa. 

Ministros do STF questionam decisão de Barbosa. Embora reconheçam a prerrogativa do presidente, alguns membros do Supremo têm dúvidas sobre execução das penas. 

Sob risco de prescrição, STF tenta julgar mensalão mineiro em 2014. 

Cresce nas hordas conhecidas um movimento racista contra Joaquim Barbosa, Presidente do Supremo Tribunal Federal. E por que? Advinhem! 

Tratado entre Brasil e Itália deve dificultar extradição de Henrique Pizzolato. Interpol já foi acionada para caçar o ex-diretor de Marketing do BB. 

Elevado da Perimetral é preparado para demolição no próximo domingo, dia 24; previsão é de que a primeira parte do elevado vá ao chão em cinco segundos. 

PSDB e PT: Cala-te! Disseram silenciosamente ao Operador sobre os Mensalões. 

Assassinatos de indígenas no Brasil crescem 269% nos governos Dilma e Lula. 

Se você quer impedir isso para o Brasil,
diga
Não nas Eleições.
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Câmara se articula para acelerar apreciação do fim do voto secreto. Em meio à discussão sobre a perda dos mandatos de deputados condenados à prisão no julgamento do mensalão, surge na Câmara uma articulação para acelerar a aprovação do fim do voto secreto para cassações. 

Governo Lula democratizou demanda, mas não oferta, diz Mangabeira Unger. 1) O filósofo brasileiro e ex-ministro Roberto Mangabeira Unger disse em entrevista à BBC que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva conseguiu uma conquista importante para o país, que foi democratizar a demanda, com aumento da renda e do consumo da população, mas que não democratizou a oferta - com maior acesso aos recursos produtivos e educação. 
2) Mangabeira Unger era crítico de Lula no primeiro mandato do ex-presidente, mas aceitou participar do governo no segundo mandato, quando foi convidado para ser ministro de Assuntos Estratégicos, entre 2007 e 2009. 
3) Em entrevista ao programa HardTalk, do canal de TV BBC World News, o filósofo falou sua experiência no governo. Ele elogiou duas grandes conquistas de Lula, mas disse que o presidente - assim como ele próprio, quando ministro fracassou em uma terceira tarefa. Essa democratização da economia de mercado precisaria, por sua vez, dar espaço para um aprofundamento da democracia. Foi por isso que lutei quando estive no governo e foi nisso que fracassei

Ainda é tempo de saber, cantar e cumprir!


A Venezuela se decompõe na marra 
• Conforme prometido pelo presidente Nicolás Maduro, a Venezuela está agora em plena guerra econômica. Parece ser o ápice da ruptura chavista com as leis de mercado. O preço a pagar - expressão apropriada no momento em que o governo impõe drástico controle de preços - será talvez mais alto do que o país pode suportar. 
• Sem o carisma do caudilho Hugo Chávez, essencial para dar sentido à loucura denominada socialismo do século 21, restou ao medíocre ex-motorista de ônibus Maduro apelar à força bruta para dirigir um país desgovernado. 
• Na sexta-feira passada, Maduro mandou soldados do Exército ocuparem lojas de eletrodomésticos acusadas de cobrar preços que o governo considera muito altos. Administradores das empresas foram presos, e Maduro estimulou os consumidores a cobrarem das lojas a devolução do dinheiro que lhes foi roubado
• No dia seguinte, o presidente anunciou que a ação contra os varejistas não foi nem a pontinha do iceberg. Na TV, ele disse que a truculência foi necessária para conseguir equilibrar a economia verdadeira, a economia real, como se a inflação pudesse ser contida na marra, encarcerando os empresários. Segundo o discurso oficial, é essa burguesia parasitária, ao lado dos esquálidos políticos de oposição e dos imperialistas ianques, a responsável pela tragédia que a Venezuela enfrenta. Tudo - da inflação galopante aos constantes apagões - é visto como sabotagem
• Ainda assim, até Maduro sabe que, ao forçar a redução dos preços, haverá uma corrida desenfreada às prateleiras - algo que, aliás, já começou. Não caiamos no nervosismo do consumismo, pediu ele na TV. Dizendo que os venezuelanos não devem comprar como loucos"e precisam poupar seu dinheiro - que é corroído pela inflação de 54% ao ano -, Maduro deu um conselho a seus governados: que adquiram apenas o necessário. Assim, o presidente quer não apenas estabelecer o valor de uma mercadoria, mas também o quanto cada cidadão deve comprar. A história mostra que modelos assim são fadados ao colapso. 
• Ademais, ao anunciar o recrudescimento da fiscalização para flagrar preços que julga abusivos, deixando explícito que o destino dos que discordarem dessa violência é a cadeia, Maduro nada mais faz do que agravar a doença que ele diz combater. O controle de preços e a hostilidade aos empreendedores são a senha para desestimular a produção, gerando mais escassez, elevação de preços e comércio clandestino. Mas argumentos racionais não têm lugar na Venezuela chavista. 
• A alta dos preços decorre não apenas do desmonte do setor produtivo, realizado graças à estatização patológica da economia, mas, principalmente, do controle cambial imposto por Chávez. Como o varejo venezuelano depende de produtos importados, os preços são fixados não pela cotação irreal do governo, mas pelo mercado paralelo, onde o dólar é oito vezes mais caro. Maduro, no entanto, não tem a menor intenção de corrigir essa distorção. Ao contrário: seguindo o padrão de abafar a realidade quando esta não lhe interessa, como bem sabem os jornais que lhe são críticos, ele simplesmente mandou bloquear sites que divulgam o dólar no paralelo. 
• Não contente em apenas fixar preços, Maduro anunciou também que pretende tabelar os lucros em todos os setores da economia, assim que a Assembleia Nacional lhe conceder os poderes excepcionais que solicitou. Ele citou até mesmo textos religiosos para condenar o crime de usura, e anunciou a criação de tribunais especiais para acelerar o julgamento de casos de roubo descarado, ameaçando os empresários com até 30 anos de prisão. 
• É assim que Maduro, ao tentar proibir a inflação por decreto, conduz a Venezuela ao desastre. A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, afirmou que o país terá de enfrentar escolhas políticas difíceis em breve para estancar a sangria de suas reservas. Enquanto isso, o sucessor de Chávez antecipou o Natal por decreto, para derrotar a amargura, e criou o Vice-Ministério da Suprema Felicidade. (O Estado de S.Paulo) 

Filipinas: ajuda internacional chega a vítimas de tufão. Dezenas de milhares de pessoas recebem suprimentos. 

Aos 95 anos, Nelson Mandela não pode falar e se comunica por sinais, afirma ex-mulher que ele continua bastante doente e não pode articular palavras por causa de todos os tubos em sua boca para drenar os pulmões. 

Moradores de Trípoli, capital da Líbia, deram início neste domingo a uma greve geral em protesto contra a violência que ainda assola o país dois anos depois da queda do ex-ditador Muammar Kadafi. Boa parte do comércio e escolas estão fechados depois de confrontos entre milícias rivais na última sexta-feira que deixaram quase 50 pessoas mortas. Padarias, farmácias e postos de gasolina, no entanto, funcionam normalmente. Segundo Al-Sadat al-Badri, chefe do conselho municipal de Trípoli, a paralisação está prevista para durar três dias. 

Chilenos votam para eleger presidente. Mais de 13 milhões vão às urnas neste domingo; Michele Bachelet lidera pesquisas. Bachelet precisa conquistar os mais pobres para se eleger. Ironicamente, a região menos favorecida de Santiago tem colocado a direita no poder desde sua saída da presidência. 

Os grandes silêncios de Janet Yellen. Mesmo contando com simpatia maior do que a angariada por seu antecessor, a próxima presidente do Fed ainda é um mistério.

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