29 de nov de 2013

O Brasil é um espetáculo, mas...

 photo _abr.jpg É triste ver como os políticos, principalmente os atuais que estão no Poder, conseguiram destruir a maior Empresa brasileira! (Márcio Dayrell Batitucci) 


Quem esqueceu a Petrobrás ?

1. Quem esqueceu a Petrobras? Milhões de brasileiros deploram perceber a Petrobras apenas como grande anunciante financiadora de projetos culturais e eventos esportivos.
2. No mês passado, entre tantos fogos de artifício que celebraram os 25 anos da Constituição Federal de 1988, não apareceu nem sequer uma estrelinha para assinalar os 60 anos da lei nº 2.004, de 3 de outubro de 1953, que instituiu a Petrobras. Resultado das convicções, da luta e do sacrifício de brasileiros de várias gerações, a data - jubileu de diamante - restou praticamente ignorada.
3. Parece normal. Afinal, a despeito de ligeiras diferenças entre governo e oposição, consta que nesse terreno não existe desacordo quanto à louvada inevitabilidade da globalização e, como consequência, a caduquice do modelo brasileiro nacionalista de exploração dos recursos do subsolo.
4. Para não ficar apenas na superfície, esse debate deveria ser travado, ao menos, na imprensa, na universidade e no Congresso Nacional. Entretanto, o que vai permanecer na história é resultado de espantosa coincidência entre tucanos e petistas. O governo do PSDB logrou aprovar no Congresso proposta de emenda constitucional (PEC 06/95) que flexibilizava o monopólio estatal do petróleo.
5. É bom lembrar que surgiu ideia de mudar até o nome da Petrobras para Petrobrax. Esse X da questão, hoje, anda muito suspeito. Houve escassa, porém renhida oposição.
6. Entretanto, uma vez no poder, o governo do PT vem se dedicando, com singular empenho e eficiência, a inviabilizar a empresa, que outrora já foi orgulho do Brasil. Sob esse ângulo, aliás, a divergência aparente entre os dois grandes partidos é só de meios, não de fins.
7. Ao longo do mês de outubro, também foi realizado um leilão da área destinada à exploração de petróleo denominada Libra, situada na plataforma continental, que é bem da União, como está no artigo 20 da Constituição Federal.
8. Causa espanto, para dizer pouco, o Brasil disputar com empresas estrangeiras aquilo que lhe pertence e acabar pagando para ficar com 40% do que é seu.
9. Ao registrar o aniversário, na verdade, recordo a sobrevivência da Petrobras, citando apenas um homem e uma circunstância, como ensina Ortega y Gasset.
10. Entre tantos nomes, brasileiros anônimos ou ilustres, que defenderam a Petrobras, destaco Gondim da Fonseca, que escreveu Que Sabe Você sobre Petróleo?, a bíblia do nacionalismo, uma espécie de breviário da minha geração.
11. Entre tantos fatos, lembro um quase insignificante, mas simbólico. Logo no início de abril de 1964, na calada da noite, com o atrevimento corriqueiro dos tempos de exceção, foi derrubada e desmontada a pequena torre de ferro da Petrobras, plantada no largo de São Francisco, monumento de gratidão aos universitários de todo o Brasil, que não titubearam ao apoiar a causa e, uma década antes, haviam saído às ruas para gritar: O petróleo é nosso!
12. Há milhões de brasileiros, ainda, homens e mulheres, civis e militares, que deploram perceber hoje a presença da Petrobras apenas como grande anunciante nos meios de comunicação, ou mera financiadora de projetos culturais e eventos esportivos, sem que se diga qual sua importância no nosso passado, qual seu significado no nosso futuro. (Flávio Flores da Cunha Bierrenbach, 74, é ministro aposentado do Superior Tribunal Militar. Foi procurador do Estado de São Paulo, vereador, deputado estadual e deputado federal (PMDB-SP)) 

Ooo0ooo 

Estrepolias de desgovernos 
Fundos de Pensão - Jetons 
1. Realmente, parece que muitos de nossos colegas, vivem em outro planeta! Há meses e meses, temos denunciado essa questão dos Conselheiros indicados pela Petros (caso antológico: José S. Gabrielli, que não é mais da Petrobrás, não é mais da Petros e tem remuneração anual como conselheiro representante da Petros de mais de 1.000.000,00, naquele terrível mico das Ações Itausa, onde foram torrados mais de 3 Bi de nossos recursos!

2. Esse é o grande negócio dessa turma de cumpañeros, uns trocando indicações com outros, nos Conselhos dessas Empresas onde a Petros tem negócios! Se pelo menos os nossos Conselheiros Eleitos que nos representam junto à Petros se insurgissem contra esse descalabro!... (Márcio Dayrell Batitucci)
Ooo0ooo 
3. A mim causa estranheza a surpresa do nosso pessoal com essa denúncia.
4. Desde a absurda aprovação dos negócios envolvendo nossos Títulos Federais (recebidos em 2001) com a total aprovação dos conselheiros administrativos eleitos E que só serviram para enterrar absurdos R$ 3,1 bilhões em Itaúsa On ao final da gestão do Wágner Pinheiro, em 30/12/2010, vimos chamando a atenção sobre o que estava em jogo.
Todos nós dormíamos em berço esplêndido, deixando a gestão Petros deitar e rolar em cima do nosso patrimônio. Graças ao Saboya que ficou curioso com a denúncia da revista Veja e fez uma apuração rigorosa e primorosa da negociação, foi que começamos a ficar mais atentos ao que lá estava sendo executado.
5. Em várias oportunidades trouxemos neste espaço essa questão, publicando a relação dos Conselheiros da Petros nas empresas em que ela tem percentual elevado para indicá-los, é o grave problema da gestão estar subordinada às determinações do Governo Federal e, com isso, praticar a política do poder e para o poder (o participante que se dane).
6. Além da falta de liquidez de parte desses ativos (Itaúsa é um caso gravíssimo), grande parte dessas empresas não tem negociação em Bolsa de Valores, o que põe a segurança dos nossos ativos em cheque constante.

7. Relembro, no caso Itaúsa, a questão José Sérgio Gabrielli que até hoje continua como conselheiro no CA da Itaúsa, ganhando valores superiores ao apurado pelo MPF.
8. Há investimentos não identificados nos relatórios de atividades em que a Petros também tem conselheiros (Sete Brasil é um deles, o Newton Carneiro seria o presidente do seu Conselho de Administração) e por aí vai. (Sérgio Salgado)
Ooo0ooo

Fundos de Pensão: Diretores de fundos de pensão estatais
recebem jetons de até R$ 128 mil/mês, 
além de salários, para participar de 
conselhos de empresas privadas 
em que eventualmente fundos investem.
• Já pensou receber R$ 128 mil reais por mês de bonificação além do salário? É o que acontece nos maiores fundos de pensão estatais do país. Os dados constam de uma investigação sigilosa conduzida pelo Ministério Público Federal sobre quanto ganha cada um diretores da Previ (Banco do Brasil), da Petros (Petrobras) e da Funcef (Caixa Econômica Federal) por participarem de conselhos de empresas privadas. Os maiores jetons foram encontrados na Petros. Lá, o diretor que ganha menos leva para casa por mês R$ 29 mil. O que ganha mais chega aos tais R$ 128 mil. A procuradora Marina Sélos Ferreira diz, na investigação, que pode haver conflito de interesses nesses casos. A razão é que, como diretores dos fundos, devem aplicar o dinheiro onde é melhor para seus associados - e nem sempre os interesses deles coincidem com os das empresas que pagam seus ricos jetons. Marina Selos Ferreira quer que eles saiam desses conselhos.
Ooo0ooo 

Respostas dos Fundos de Pensão: 
• Fundos dizem que não foram notificados pelo MP. 
• Ouvida por ÉPOCA, a Petros, fundo de pensão dos funcionários da Petrobras, informou que não foi comunicada pelo Ministério Público Federal a respeito das investigações sobre os jetons. A Funcef, dos funcionários da Caixa Econômica Federal, deu resposta semelhante.
Diz a Petros: 
A Petros esclarece que não foi notificada sobre qualquer procedimento, administrativo ou judicial, sobre a indicação de conselheiros de administração ou fiscais em empresas investidas. A Petros segue rigorosamente a legislação vigente nas indicações de conselheiros nas companhias investidas, um direito assegurado por lei aos acionistas. Estas indicações são aprovadas nos órgãos internos de governança desta entidade.
Diz a Funcef: 
1. A Funcef não foi notificada, consultada ou informada sobre a existência de qualquer procedimento, seja no âmbito administrativo ou judicial, acerca da indicação de conselheiros de administração ou fiscais em companhias investidas;
2. A indicação de conselheiros nas companhias investidas, direito assegurado pela lei aos acionistas, é feita em rigorosa consonância com a legislação vigente. Complementarmente, a Funcef possui procedimentos normatizados devidamente aprovados pelos seus órgãos internos de governança, especificamente para esta finalidade; entre as normas existentes, existe a vedação de qualquer dirigente ou gestor de participar de mais de dois conselhos remunerados;
3. Indicar conselheiros para as companhias é um ato de gestão que visa preservar os interesses das empresas e da própria Fundação, de tal forma que os recursos investidos tenham o retorno esperado e a gestão das empresas seja feita com base nas boas práticas de governança corporativa;

4. Caso esse direito não seja exercido pela Funcef, outros investidores o exercerão, já que o preenchimento das vagas nos conselhos é exigência estatutária das companhias. Assim, a entidade ficaria alijada do processo de governança do investimento;

5. A definição da remuneração dos conselheiros de administração e fiscais é prerrogativa da assembleia geral de acionistas de cada companhia. Por limitação legal e normativa, a Funcef não exerce isoladamente o controle de nenhuma das companhias investidas, assim, a entidade não estabelece valores de honorários de Conselhos de Administração ou Fiscal;

6. Uma vez nomeado para o conselho de administração ou fiscal, por decisão da assembleia geral de acionistas, o exercício do cargo e a relação entre os indicados e as companhias se dão no âmbito da pessoa física do conselheiro, conforme determina a legislação. Toda a responsabilidade pelos atos praticados nessa condição recai sobre o conselheiro, que eventualmente pode ser responsabilizado inclusive com bloqueio de seus bens patrimoniais;

7. Em observância aos procedimentos normativos internos, a indicação de dirigentes, gestores, coordenadores e técnicos dos quadros da Funcef para conselhos de companhias investidas ocorre especificamente para os investimentos considerados especiais, cuja definição é feita por meio de critérios estabelecidos em norma, com base em elementos de natureza econômica ou societária. Nos termos dos normativos internos, a definição dos nomes a serem indicados para as assembleias gerais das companhias investidas é competência do Conselho Deliberativo, por indicação da Diretoria Executiva da Funcef. Para companhias investidas classificadas como normais, a indicação de conselheiros é feita com base em processo seletivo aberto a todos os participantes e assistidos da entidade;
8. A Funcef indica aproximadamente 70 conselheiros de administração e fiscais, efetivos e suplentes, nas companhias participadas, entre técnicos, gestores, diretores, participantes e assistidos da entidade. (Fonte: Revista Época 25-11-2013) 
A Dança Perfeita não existe. Será? 
• De execução tão perfeita que parece poder falhar... 
• Dança... Incrível... Casal em Got Talent da Ucrânia dança música Je t'aime de Lara Fabian. Trata-se de um casal de dançarinos chamado Duo Flame, que encanta os juízes do Got Talent da Ucrânia, com o seu desempenho surpreendente. Jenny Borisova: Eles só perguntam por que eles estão de mãos dadas, se são casados ou apenas namorando. (Eles estão apenas namorando). E então eles perguntam qual é o nome do ato e se esta dança foi criada antes ou depois de eles começarem a namorar. E então eles dizem que criaram a dança para celebrar o seu amor. (Fonte: Ahava Westminister)

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