5 de nov de 2013

De alguém: “...jamais verás um país como este!...”

As Estatísticas do crime 
• São preocupantes os dados divulgados pelo 7o. Anuário Brasileiro de Segurança Pública, relativos a 2012! O número de estupros, nas terras de Santa Cruz, já superam os números dos homicídios dolosos, no mesmo período! 
• Homens! Ah esses homens!... Esses eternos e prepotentes machistas, que se consideram deuses acima de qualquer coisa e diante dos quais toda a criação deve se curvar, em todos os sentidos, especialmente as mulheres!... 
• Está em cartaz, nos cinemas do País, um antológico Filme, Foxfire: confissões de uma gang de garotas, que deveria ser visto, especialmente por todos os homens! Conta a saga de um grupo de garotas, entre 14 e 16 anos que, cansadas de serem humilhadas, perseguidas, desrespeitadas e abusadas por seus professores, colegas, tios e outros machos, resolvem fundar uma sociedade secreta - a Foxfire - cuja Missão é se vingar dos homens e colocá-los em seu devido lugar. É claro que nem tudo corre conforme sonhado e planejado e as coisas, de repente, começam a fugir do controle, até pela dificuldade de exercício do poder, entre as líderes e os novos membros do grupo... 
• Mas a mensagem é por demais clara e oportuna : por que uma parte da humanidade deve ser, sempre e impunimente, dominada e escravizada por outra parte da humanidade, para satisfazer seus instintos e suas taras machistas genéticas? 
• Infelizmente, sempre vivemos em uma cultura milenar - oriental e ocidental - onde o macho é considerado o ser superior e a fêmea é considerada sua fiel serviçal, para todos os seus caprichos! Estão aí os cânones e os dogmas de todas as religiões, que não me deixam mentir!... Sem falar nas Leis que, ainda em pleno século XXI, limitam o exercício da cidadania e da liberdade, por parte das mulheres! 
• O aumento dos crimes de estupro, em nosso País, é um claro reflexo de toda essa cultura e essa prática de vida, que precisa ser subvertida e transformada, em seu dia-a-dia, tornando realidade os discursos teóricos de igualdade, que todos nós sabemos recitar! (MDB) 

Estupros no Brasil crescem e superam número de homicídios 
• As estatísticas de segurança pública no Brasil apontam que, em 2012, os casos de estupro superaram os de homicídios dolosos (ou seja, com intenção de matar), com 50.617 ocorrências contra 47.136 assassinatos. 
• Os dados integram o 7º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que será divulgado na cidade de São Paulo, nesta terça-feira (5), pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. 
• De acordo com o levantamento, os dois crimes tiveram crescimento ano passado em relação a 2011. Entretanto, o percentual de alta foi maior entre os casos de estupro: em 2012, com as 50.617 ocorrências, foram 26,1 estupros por grupo de 100 mil habitantes - 18,17% a mais que em relação a 2011, quanto a taxa era de 22,1. 
• Já os homicídios dolosos cresceram 7,8% em 2012 em relação a 2011, de modo que a taxa subiu de 22,5 mortes por grupo de 100 mil habitantes para 24,3 ano passado. 
• Segundo a pesquisa, os Estados com as maiores taxas de estupro para cada 100 mil habitantes foram Roraima, Rondônia e Santa Catarina. Já as taxas mais baixas se concentraram na Paraíba, no Rio Grande do Norte e em Minas Gerais. 
• Entre os Estados que lideram os casos de homicídios dolosos, no topo está Alagoas, com 58,2 mortes por grupo de 100 mil habitantes, mas no qual houve redução expressiva da taxa: 21,9% a menos que em 2011. 
• Por outro lado, o Amapá, que tem a menor taxa de morte por grupo de 100 mil habitantes, teve o maior aumento na taxa de homicídios ao passar de 3,4 mortes por grupo de 100 mil habitantes, em 2011, para 9,9 em 2012 - avanço de 193,9%. 
• Além do Amapá, as menores taxas de morte por grupo de 100 mil habitantes foram registradas em Santa Catarina (11,3), São Paulo (11,5), Roraima (13,2), Mato Grosso do Sul (14,9), Piauí (15,2) e Rio Grande do Sul (18,4). Números reais de estupros podem ser maiores 
• Apesar das estatísticas, os organizadores do Anuário informaram que os Estados com as maiores taxas de estupro a cada 100 mil habitantes, por exemplo, estão no grupo 2 de qualidade dos dados, o que indica que os números reais podem ser ainda piores
• Já entre os Estados no grupo 1 de qualidade dos dados - Rio Grande do Sul (taxa de 43,5), Mato Grosso do Sul (40,6) e Mato Grosso (38,6) - também foram anotadas ressalvas: no RS, as ocorrências de estupro e tentativa de estupro são registradas da mesma forma, o que eleva a taxa. Paraíba, Rio Grande do Norte e Minas Gerais apresentam as menores taxas do país: 8,8; 9,9; e 10,1, respectivamente. 
• Enquanto Paraíba e Minas integram o grupo 1 de qualidade da informação, Rio Grande do Norte está no grupo 3, que apresenta alta qualidade de informações, no que tange à credibilidade das informações, mas não preenche corretamente o Sinesp (Sistema Nacional de Estatísticas de Segurança Pública e Justiça Criminal). População carcerária 
• O estudo registrou aumento também no número de presos no Brasil, ano passado, em relação a 2011: alta de 9,39%. Com isso, a população carcerária saltou de 471,2 mil, no fim de 2011, para 515,4 mil em 2012. Desse total, 38%, ou pouco menos de 200 mil detentos, ainda são presos provisórios, com casos ainda não julgados. 
• No mesmo período, o total de vagas nos presídios aumentou em um ritmo inferior ao do crescimento da população carcerária: de 295,4 mil em 2011 para 303,7 mil em 2012, avanço de apenas 2,8%. 

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“...Marco Civil da Internet ou Cavalo de Tróia Vermelho? O site da revista Veja, em matéria que aborda o tal Marco Civil da Internet, em votação no Congresso, afirma que a Câmara pode fazer a rede avançar nesta semana se tomar as posições certas sobre temas como neutralidade de rede, guarda de registros de navegação e obrigatoriedade de instalação de data centers no Brasil. 1. Entretanto, cabe uma questão relevante: o projeto é de um deputado do PT do Rio de Janeiro, Alessandro Molon. Daí sobrevem outra indagação: qual a confiabilidade que tem o PT para propor tal projeto, já que o partido defende o famigerado controle social da mídia, eufemismo para a mais descarada censura à imprensa e à internet? Além disso, até agora não se ouviu um pio dos parlamentares da oposição sobre o assunto de forma a esclarecer, sem deixar nenhuma dúvida, a sociedade brasileira. 2. Tanto é que esse projeto está há tempo tramitando na Câmara e só adquiriu o status de urgência urgentíssima sob o pretexto da Dilma de coibir a “espionagem” dos Estados Unidos, um delírio caro ao PT, useiro e vezeiro em manter à tona o anti-americanismo, já que é um partido de viés comunista que pleiteia transformar o Brasil numa República Socialista do tipo cubano... “ (Aluízio Amorim)

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Prosperar, em Cuba, é crime. 
1. A revista VEJA mandou seu pessoal para passar oito dias nas cidades de Havana, a capital de Cuba, e de Camaguey, uma cidade com 320 mil habitantes, onde pode avaliar se houve ou não as mudanças anunciadas pela propaganda do regime ao longo dos últimos sete anos. 
2. Em Havana, os rapazes da VEJA, ao sair de um hotel qualquer destinado apenas a turistas, onde só apaniguados podem trabalhar e nenhum nativo pode sequer pensar em se hospedar, eram cercados por agentes a lhes oferecer charutos e "chicas", ou seja, prostitutas. Não aceitar a ambos já angaria ao hóspede a 'má vontade' dos empregados. 
3. Já com as moças e senhoras da comitiva da revista, a abordagem é mais delicada, como por exemplo a oferta de algo para beber. 
4. No centro da cidade, com seus edifícios em ruínas, aumenta a variedade dos produtos ofertados aos turistas, tais como a maconha e a cocaína, entre outros. 
5. Dentro das bodegas, as lojinhas do estado nas quais os cubanos compram os poucos alimentos subsidiados disponíveis, não é difícil que o atendente, funcionário público, venha com uma proposta de "fazer um passeio pela Cuba real", em troca de uns poucos dólares, mesmo se arriscando a perder o emprego e a ser preso por mostrar aos estrangeiros a triste realidade do fracasso econômico do país que caracteriza todo e qualquer regime socialista. 
6. Nessas bodegas os nativos compram o que podem para poder comer mal e se manterem vivos sabe-se lá como. O pouco que compram – por exemplo, o feijão só é permitido pelo estado ser comprado na quantidade que dê para duas pessoas por mês e o total de grãos disso mal enchem duas xícaras de chá – para cada família cubana é anotado num cartão de racionamento, norma que vigora a já 51 anos e cada vez piora mais. 
7. Indo para Camaguey - a terceira cidade mais populosa de Cuba - o que o pessoal da revista constatou é que o assédio ao turista é da mesma forma intenso, mas o que salta aos olhos é o número de casas residenciais à venda. Em todos os quarteirões, há quase uma dezena delas sendo oferecidas quase de graça em relação aos preços em vigor em qualquer país da América latina. 
8. "Vender as casas e com o dinheiro comprar passagens para sair de Cuba com a família", é a primeira intenção dos proprietários. A segunda é simplesmente a de adquirir um bom estoque de alimentos. 
9. Desde 2006, depois que o provecto ditador Fidel Castro passou o comando da ilha-cárcere para o irmão mais novo Raul Castro, o governo se pôs a anunciar que iria fazer uma série de reformas no regime, com a finalidade de "modernizar o socialismo cubano". 
10. A ilha caribenha, após a derrubada do ditador Fulgêncio Batista e com os irmãos Castros se declarando comunistas, passou a ser sustentada pela antiga União Soviética. Todavia, quando em 1989 caiu o muro de Berlim e a União Soviética desmoronou juntamente com os regimes socialistas do Leste Europeu, no início da década de 90, Cuba se viu privada das remessas de tudo, principalmente após a chamada "crise dos mísseis". 
11. De lá para cá, somente restam no mundo dois países com esse sistema político e econômico: Cuba e Coréia do Norte. Com o embargo econômico a Cuba, os EUA têm mantido Cuba como uma "vitrine daquilo em que um país não deve se tornar". 
12. Luiz Inácio Lula da Silva, quando retornou de Cuba, disse que Cuba era realmente paupérrima e as pessoas não tinham sequer comida suficiente para comer, mas que "ao povo cubano sobrava dignidade", como se houvesse qualquer tipo de dignidade na miséria e na submissão. 
13. Ao propagandear as tais "reformas", Havana passou ao povo a impressão de estava preparando o país para uma transição gradual a um modelo parecido com o da China ou do Vietnã, que adotaram a economia de mercado, abriram as portas para as fábricas capitalistas do mundo livre e, apenas se mantiveram como ditadura, mais em função da baixíssima qualidade de sua cidadania do que por qualquer outro motivo. Ledo e doloroso engano. 
14. Apesar da ajuda de governos de esquerda e simpáticos à ditadura dos Castros enviarem considerável ajuda em dinheiro, combustíveis e obras de infra-estrutura, como é o caso da Venezuela, da China, do Canadá e do Brasil, a vida dos cubanos tem se tornado progressivamente mais difícil. 
15. O Estado controla, cada vez mais, as principais atividades de sua gente através do poder militar que mantém o regime. O estado policial se dedica a uma perseguição política implacável a quem quer que ouse discordar da ideologia oficial do regime ou resista em não se amoldar a ele. Pode-se dizer que o que mudou, em Cuba, foi apenas a natureza da opressão, que, se antes era realizada com base em alguma lei, hoje ela ocorre de modo clandestino, com o regime acionando milícias relativamente bem remuneradas para reprimir opositores. 
16. O resultado trágico disso tudo é que as pessoas do povo continuam impedidas de progredir de qualquer forma, por mais que trabalhem. Para o regime socialista cubano, progredir significa acumular riqueza e propriedade e isso contradiz a essência dessa ideologia do fracasso e da miséria e que sempre será defendida pelos seus próceres do politiburo de Havana, a restrita burguesia a viver um pouco mais confortavelmente a custa da escravização do povo insular. Em grande parte, as reformas fracassaram justamente por isso. 
17. Após da sedimentação da revolução de 1959, o regime estatizou a grande maioria das propriedades privadas rurais agropecuárias, e cinco anos depois, apenas 29% delas, todas pequenas propriedades, ainda permaneciam em mãos de proprietários privados. Os fazendeiros que respondiam por 96% da produção agropecuária perderam não apenas a propriedade de suas terras mas também todo o seu maquinário (tratores, plantadeiras, colheitadeiras, etc.) além dos seus insumos, que lhes foi confiscado pela ditadura e mais especificamente pelos militares. 
18. A administração centralizada estatal foi, como sempre tem sido, um fiasco total. Em menos de uma década, Cuba passou a ter que importar quase todos os tipos de alimentos. 
19. Em 2008, o estado cubano prometeu ceder terras estatais para usufruto de pequenos proprietários. Os pequenos se viram acuados e forçados a apenas uma produção de subsistência, proibidos que foram de abater o gado ou de produzir queijo e o leite só pode ser vendido ao estado. O governo paga 1,16 pesos cubanos pelo litro e o revende por 60 pesos cubanos nas lojas administradas pelo Exército. 
20. O capitalismo de estado é, pois, muito mais selvagem, como se vê, do que o capitalismo privado na época da Revolução Industrial na Europa, contra o qual se insurgiram Carl Marx, Engels e a maioria dos filósofos alemães. 
21. Em Camaguey, estado com o mesmo nome da cidade, e rurícola por excelência, quase todas as terras estão hoje cobertas por mato (capim murubu), uma planta forrageira que não serve de nada, que se espalha como praga tornando o solo impraticável à agricultura. 
22. Raúl anunciou, come se fosse uma "reforma", que os agricultores poderiam explorar terras estatais improdutivas, desde que apresentassem "resultados satisfatórios" em apenas dois anos. 
23. Impedidos de vender sua produção a preço justo já há décadas, nenhum deles jamais conseguiu se capitalizar o suficiente para investir na produção de seu rincão usado por concessão do estado. 
24. Até mesmo quando, por uma falha qualquer da planificação socialista centralizada e levada a cabo por burocratas do PCC (Partido Comunista Cubano), alguém consegue usar a tal "reforma" e prosperar minimamente, a reação estatal é imediata. Foi o que ocorreu recentemente com as duas normas do governo permitindo maior liberdade para viajar e para abrir pequenos negócios. 
25. No ano passado, Havana acabou com a exigência da "permissão de saída", e, com isso abriu caminho para a fuga em massa para o exterior, principalmente para Havana. Nesse mesmo ano, 182 mil cubanos - ou algo em torno de 1,6% da população cubana deixou o país. Para impedir um êxodo ainda maior, os países passaram a barrar a viagem utilizando um obstáculo praticamente intransponível para o cubano: a obrigação de pagar pelas vistas e a comprovação de saldo em conta bancária mínimo para permitir a entrada livre do cubano no país. 
26. Com exceção dos EUA, todos os demais países recorreram a esse "freio" para impedir a livre entrada de "turistas" cubanos em seus territórios. Para vir ao Brasil, por exemplo, um cubano sem convite (e "autofinanciado", no linguajar do consulado brasileiro em Havana) tem que comprovar um saldo mínimo de 100 dólares no extrato de sua conta-corrente para cada dia de estada no país. A exigência faz com que o viajante em potencial tenha que ter em conta corrente pelo menos cinco vezes o valor de um "bom salário mensal" ganho na ilha. 
27. Tal reforma, que permitiu trabalho fora da folha de pagamento do governo - que desde a revolução era o único empregador da ilha - foi também extremamente fugaz. Assim que a nova regra foi anunciada, os pequenos empreendedores, chamado no jargão local de "cuentapropistas" (ou seja, que "trabajan por cuenta propia"), se cotizaram, voaram para os Estados Unidos, o Panamá, e o Equador e retornaram de lá com as malas repletas de roupas coloridas, chinelos e sapatos entre outros artigos de primeira necessidade inexistentes na ilha-cárcere dos Castros. 
28. Surgiram então milhares de butiques improvisadas em diversas cidades que, em conjunto, passaram a representar uma concorrência imbatível para as lojas estatais. "A mercadoria vendida pelo governo, desatualizadas e de pouca variedade, custavam o dobro das vendidas nessas butiques", conta um vendedor ambulante do centro de Havana. 
29. Mesmo tendo que pagar por uma licença para vender roupas, ele e outros vendedores foram expulsos das ruas pelas milícias governamentais em setembro último. Nesse mês, a Gazeta Oficial publicou um decreto proibindo a venda de roupas importadas pelas pessoas e o negócio se transformou, de novo, num monopólio do estado comunista. 
30. O mesmo ocorreu com as mais de 200 profissões liberadas, onde a chance de alguma prosperidade, por menor que seja, passou a ser uma meta inalcançável. Carreiras, tipicamente de classe média, não fazem parte dessa lista de 200 e, assim, médicos, jornalistas, advogados, engenheiros e outros continuam proibidos de abrir escritório ou consultório. 
31. Um médico ganha do governo não mais do que 50 dólares por mês, ou cerca de 120 reais. Pouco mais do que um gari. Quando vêm para o Brasil, pelo "programa Mais Médicos", mesmo o grosso dos dez mil pagos por Dilma fique com o ditador de Cuba, os mil e poucos que ficam na mão do médico é ainda mais de dez vezes o que ganham na ilha. 
32. Todo ditador tem medo da classe média e com a ditadura cubana não é diferente. Sabem que uma classe média perseguida mas ganhando dinheiro costuma depor ditadores, como ocorreu com Fulgêncio Batista, pelo apoio da classe média cubana à guerrilha de Fidel e Raúl. Por isso têm tanto medo da prosperidade individual. Garantir a miséria igualitária típica do socialismo é muito mais seguro para a reduzida burguesia do politiburo de Havana. 
33. As atividades das 200 profissões autorizadas prestam apenas serviços básicos e, mesmo assim, dentro de rigorosa vigilância do estado policial socialista. As autoridades do regime, os famosos inspetores, já quintuplicaram o imposto diário dos floristas nas datas comemorativas e de maior venda. "Todos os 'cuentapropistas' ganham só o mínimo indispensável para se manterem vivos", diz o vendedor ambulante. "Dessa maneira, o governo cubano pretende impedir que existam classes sociais". 
34. A legislação que regula essas "profissões independentes" desce a detalhes tão mínimos que fica mais do que clara a intenção de manter tudo sob controle estatal, principalmente a capacidade de capitalização individual. 
35. A última promessa do governo foi a de unificar as duas moedas existentes na ilha, que, desde a década de 1990 e para impedir a desvalorização do peso, foram criadas junto com o câmbio fixo. Um "peso conversível vale cerca de 1 dólar", ou "24 pesos cubanos". 
36. Essa dupla moeda é que permite que um restaurante estatal pague por mês a um garçom o valor de um prato de camarões com "dois molhos", de queijo e de tomate, que é vendido aos turistas. 
37. Outra atividade que aumentou muito foi a prostituição, uma vez que a população ganha em pesos cubanos e precisa gastar em dólares. O salário médio do cubano é de 15 dólares, mas a cesta básica custa 110. As moças são incentivadas a se prostituírem por seus namorados e pais para abastecer suas geladeiras em casa. 
38. O regime socialista, da mesma forma, fez com que a ilha se tornasse muito mais dependente dos EUA, mas o governo de Havana insiste em pôr a culpa de tudo o que ocorre de ruim por lá no embargo econômico mantido por Washington. 
39. Mais de dois bilhões de dólares são enviados pelos cubanos que vivem nos EUA aos seus familiares na ilha e isso não é nada perto do capital que dispõem para investirem lá quando a ditadura dos Castros acabar. Graças a esse fluxo de dólares os cubanos têm ainda alguma capacidade de sobrevivência na ilha, como informam alguns economistas. 
40. Com toda a dificuldade interposta por Havana, pelo menos trinta passageiros dos trinta voos entre Havana e Miami por mês, desembarcam nos Estados Unidos, a maioria para não voltar mais. 41. Para os que visitam a ilha, o pouco que há para ver só motiva a produção de anedotas, mas para o povo que lá vive, literalmente preso e refém do regime socialista, tais anedotas não são engraçadas de forma alguma. (Por Francisco Vianna (com base em matéria da Revista VEJA) domingo, 03 Nov 2013) 

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Maçonaria inglesa pode criar problemas para Lula 
• Tudo a temer - A Maçonaria inglesa pode criar problemas para Lula principalmente se ele continuar com a intenção de colocar Serginho Cabral de vice, no lugar do atual Michel Temer, na chapa de Dilma Rousseff. Michel Além de comandar a maioria do PDMB, sem cujo apoio as chances de Dilma conseguir a reeleição ficam mais distantes que o petróleo do pré-sal, Temer é mestre maçom diretamente ligado à Grande Loja Unida da Inglaterra. É, portanto, “irmão” de Colin Foster, marido da presidente da Petrobrás, Maria das Graças Foster e dirigente máximo da maçonaria inglesa no Brasil, além de ser também alvo preferencial dos ataques do grupo de Lula-Dirceu. E, podem acreditar: o “cumpanhêro” tem tudo a temer com a Maçonaria. 
• Para entender a situação: cansados de perdas com desvalorização de ações, investidores se sentem lesados e enganados pelas promessas feitas por Lula sobre investimentos imediatos no pré-sal que agora se tornam inviáveis por problemas de caixa da Petrobrás. Por isso, já preparam ações na corte de Nova York e no judiciário brasileiro contra dirigentes da Petrobrás e do governo brasileiro o acionista majoritário que interfere nas decisões estratégicas da petrolífera estatal de economia mista. 
• Em um mercado repleto de bravatas e boatos, investidores de fora do Brasil lançaram no ar uma ameaça. Pretendem revelar, em tribunais lá de fora, que lobistas (se passando por membros do alto escalão do governo Lula-Dilma e por supostos assessores da direção da Petrobrás) tentaram auferir vantagens indevidas na formação de parcerias para explorar o pré-sal. Segundo empresários do setor de óleo & gás, também pequenos acionistas da Petrobrás, lhes foram oferecidas participações em empreendimentos, com uma condição considerada incomum e mafiosa: cinco por cento deve ter a participação do Senhor X. 
• Os investidores internacionais não falam abertamente. Mas afirmam ter uma ideia bem concreta de quem seria o tal Senhor X em nome do qual lobistas condicionavam a participação nos futuros empreendimentos, para que tudo fosse viabilizado. Investidores confidenciam que o grupo do Senhor X também sugeria que a joint venture para o promissor negócio no pré-sal também deveria contar com a participação de uma petrolífera europeia que já é parceira da Petrobrás em vários campos de exploração fora do pré-sal. Sabe-se que pelo menos dois altos dirigentes do PT têm íntimas relações com tal empresa, na qual a família do Senhor X também teria uma participação acionária dispersa, inferior a 4%, para não chamar a atenção do mercado.
• Eles deixam claro que o Senhor X não é Eike Batista que também tem empresa petrolífera e que gosta de usar a letra X em seus negócios. O Senhor X é um personagem com influência direta no governo brasileiro, ditando regras na Petrobrás desde a gestão de José Sérgio Gabrielli. Por isso, os investidores preparam ações judiciais para que seja feita uma auditoria independente em todos os contratos da estatal principalmente naqueles ligados ao pré-sal. Além das suspeitas de superfaturamento, prejudicando o caixa da companhia e seus resultados, uma investigação sobre empresas parceiras pode revelar como funciona o grupo do Senhor X. 
• Um investidor garante que se trata de um esquema de delinquência generalizada mexendo com um volume muito maior de dinheiro que o famoso escândalo do Mensalão que condenou a cúpula petista. Por isso, investidores sugerem que um dos alvos da auditoria internacional, feita a pedido da Justiça de Nova York, seja a PFICo (Petrobras International Finance Co) que é uma das grandes caixas-pretas no sistema Petrobrás. 
• O presidente da PFICo é Almir Guilmerme Barbassa, que também é o diretor financeiro da Petrobras desde a gestão de Gabrielli apadrinhado de Lula da Silva e do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que é presidente do Conselho de Administração da Petrobrás sucedendo a Dilma Rousseff. Investidores querem saber como acontece a rolagem diária de dívidas da Petrobrás com bancos internacionais, para formar caixa trabalho que é feito por Barbassa. 
• Em essência, investidores daqui e de fora querem que a Petrobrás comece, de fato, a funcionar de acordo com um sistema transparente e honesto de governança corporativa. Por isso, alguns investidores ainda apostam na capacidade da presidente da Petrobrás, Maria das Graças Foster. Na visão deles, como empregada de carreira da Petrobrás e engenheira de alto gabarito, Graça não teria envolvimento com o time de Gabrielli, Mantega e, por extensão, Lula e sua sombra José Dirceu. Tanto Graça como Dilma, se tivessem condições políticas, entregariam a diretoria financeira da empresa a alguém da confiança de ambas. 
• Graça também tem prestígio internacional porque seu marido, Colin Foster, é o dirigente máximo da Maçonaria inglesa no Brasil. O Irmão Colin é Grão-Mestre Distrital da Divisão Norte da Grande Loja Unida da Inglaterra, cujo Grand Master é o Príncipe Edward George Nicholas Paul Patrick primo da Rainha Elisabeth. Quem comanda a Grande Loja Unida da Inglaterra, junto com o príncipe, é Peter Lowndes membro do Royal Institution of Chartered Surveyors (RICS). O prestigiado maçom Colin também é dono de uma empresa de componentes eletrônicos, a C Foster Serviços e Equipamentos, que atua na área de petróleo e gás. 
• O grupo de Lula-Dirceu não tolera Graça e teme o poder de influência de Foster. Tanto que, em 2004, quando José Dirceu reinava na Casa Civil de Lula, recebeu uma denúncia contra Graça, na época gerente do Cenpes (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Petrobras). Graça foi acusada de favorecer a empresa do marido Colin. Dirceu cobrou explicações oficiais a Dilma Rousseff, então ministra das Minas e Energia de Lula e grande amiga pessoal da acusada pelo Poderoso Zé. A Petrobrás informou que a comissão constituída para apurar a denúncia não encontrou provas de má-fé ou intuito de auferir vantagens financeiras, e não ficou caracterizada a existência de prática de crime ou improbidade administrativa cometida por Maria das Graças Foster. 
• Caso se confirme a informação de que a revista Veja vai divulgar mais detalhes escabrosos sobre a compra de uma refinaria tecnologicamente ultrapassada pela Petrobrás, em Pasadena (Texas, EUA), a coisa deve ficar mais preta que petróleo para o time de Lula. E o óleo pode esquentar ainda mais se investidores irados conseguirem provar quem é o tal Senhor X e como funciona o esquema mafioso dele contra os interesses corporativos da Petrobrás. (Carlos Henrique Angelo)

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