14 de out de 2013

Parece o PCC perguntando: Têm alguém aí?

Dilma anuncia proteção a e-mails oficiais, 
após espionagem dos EUA

Espionagem abre discussão sobre preparo do Brasil para uma guerra cibernética. Governo define segurança virtual como prioridade na Estratégia Nacional de Defesa, mas estrutura ainda é embrionária. 
A infraestrutura nacional de tecnologia de informação é ruim.
A segurança das redes brasileiras não responde a um comando único. Descentralizada em dois principais órgãos, com iniciativas e contribuição de vários ministérios, a estrutura é questionada por especialistas que defendem uma maior centralização, capaz de gerar respostas mais eficazes e evitar a sobreposição de tarefas. A estratégia de defesa e boa parte das políticas gerais de segurança está a cargo do Centro de Defesa Cibernética do Exército (CDCiber), que responde ao Ministério da Defesa. Outro órgão importante é o Departamento de Segurança da Informação e Comunicações, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. Assim como Cruz, o general José Carlos dos Santos, diretor do CDCiber, destaca a importância de ações integradas. O tema já vinha sendo discutido em fóruns de especialistas, segundo ambos. Após o caso Snowden a discussão deve ganhar corpo. A primeira iniciativa nessa direção foi a decisão que põe nas mãos do Gabinete de Segurança Institucional a edição de resoluções normativas para a área, a partir deste ano de 2013. O general Santos diz ainda que a ideia de uma agência nacional de segurança cibernética está sendo discutida. Cruz, por sua vez, propõe a instalação de uma escola nacional de segurança cibernética. (Maurício Moraes)


Engolir em seco não! - Ex-presidente se diz pronto para liderar a guerra pela reeleição da presidente Dilma Rousseff e reage às mídias que sempre o combateram: quanto mais mentem, mais as pessoas percebem e recorrem a outros meios para se informar; leia na íntegra a primeira grande entrevista concedida por Lula após a Presidência, à Rede Brasil Atual. 

Haddad quer obrigar secretários a andar de ônibus. Prefeito de São Paulo, que passou a usar o transporte coletivo para chegar ao trabalho, estuda instituir medida já usadas em países como a Inglaterra, e cortar o uso do automóvel para dar o exemplo aos paulistanos. 

Senador pelo PMDB do Paraná vai entrar essa semana com ação na Justiça contra a licitação do Campo de Libra, a primeira na área do pré-sal; País nenhum entrega uma exploração conhecida de petróleo. Os Estados Unidos não fazem isso com seu petróleo, protesta o parlamentar, em entrevista ao 247; leilão está agendado para o próximo dia 21, no Rio de Janeiro; para Roberto Requião, a administração dessa riqueza está completamente errada e toda a história nacionalista da Petrobras está sendo alterada

Contra mudança de presos, PCC cogita ataques e infiltrar criminosos em atos. 

Motoristas protestam no Rio contra esquema de circulação de vans. 

Conheces Fundo Partidário?
 “....PT e PMDB tomam R$ 100 mi do Fundo Partidário. O PT foi o recordista no recebimento de recursos (públicos) do fundo partidário, embolsando R$ 53 milhões durante o ano de 2012. O PMDB, segundo maior bancada na Câmara dos Deputados, saboreou a tunga de R$ 44,4 milhões dos cofres públicos. Como é democrático o acesso ao fundo partidário, a oposição também garante seu butim: o PSDB levou R$ 37 milhões no ano passado e o DEM, R$ 22,3 milhões. Somente no mês de setembro foram distribuídos R$ 24,5 milhões do inesgotável fundo partidário entre 29 dos 32 partidos...” 

A inacreditável Dilma - clique

Aloysio Nunes Ferreira (SP), líder do PSDB no Senado, decidiu votar contra a chamada PEC do Orçamento impositivo - aquela proposta de emenda à Constituição que obriga o governo a pagar as emendas orçamentárias de congressistas, hoje de execução facultativa. Para Aloysio, a aprovação da novidade vai potencializar o risco de comercialização das emendas. Na opinião de Aloysio, se as emendas se tornarem de fato imperiosas a mercantilização ganhará outros contornos. Acha que congressistas desonestos cobrarão mais caro por suas emendas. A PEC terá como consequência a diminuição da taxa de desconto na comercialização, porque será um recebível. A proposta já foi aprovada na Câmara. Na semana passada, passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Introduziu-se no texto uma novidade negociada com o Planalto: os parlamentares terão de destinar metade da sua cota de emendas, hoje estimada em R$ 6,5 milhões por ano, à área da saúde.

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