17 de jul de 2013

Povo, gozam com tua cara....

 photo _aacriador_zps77f3e75f.jpg Graça Foster, o custo Lula e o fim da farra
• É agora josé, a farra acabou e os Fundos de Pensão irão amargar duros reveses, bem como o Brasil. 
• E de quebra ferrou a previ via banco do brasil (compra do banco votorantim). 
• A Presidente Graça Foster, da Petrobrás, meteu a toga do Ministro Joaquim Barbosa e está botando pra quebrar... 
• Estilo Graça Foster pode gerar rebelião na Petrobrás, ou no PT inteiro. 
• A nova presidente da Petrobrás decidiu comprar uma briga daquelas, em véspera de ano eleitoral. Ela quer cancelar todos os contratos de patrocínio da estatal e já provoca uma gritaria entre políticos da base aliada. 
• Dias atrás, a presidente da Petrobrás, Graça Foster, fez uma conferência com investidores e foi de uma sinceridade atroz. Reduziu de 3,1 milhões para 2,5 milhões barris/dia a meta de produção da empresa para 2016. Os números não eram realistas
• Além disso, cancelou projetos de várias refinarias e manteve apenas a Abreu e Lima, em Pernambuco, que custará nove vezes mais do que o previsto - o orçamento foi de R$ 4,75 bilhões para R$ 42 bilhões. Graça já havia demarcado seu território, ao demitir diretores que haviam sido indicados politicamente, inclusive pelo próprio PT. 
• Agora, ela decidiu comprar uma nova briga, segundo informa a coluna do jornalista Ilimar Franco, no jornal O Globo, na nota Fim da farra: - A presidente da Petrobrás, Graça Foster, decidiu segurar e rever todos os patrocínios concedidos pela empresa. Sua posição atinge eventos, congressos, publicações, filmes, projetos culturais e conferências setoriais e temáticas promovidas pelo governo federal e que tinham patrocínio da estatal. Os marqueteiros petistas estão em polvorosa e, atônitos e irritados, perguntam: Quem essa Graça Foster pensa que é? A Dilma da Dilma? 
• Graça tem o respaldo da presidente Dilma Rousseff, mas seu estilo tem gerado críticas no PT. Seu antecessor, José Sergio Gabrielli, é amigo pessoal do presidente Lula. 
• Além disso, ao criticar as metas irreais"da era Gabrielli, ela também critica, indiretamente, a era Lula. A conferência de Graça Foster com investidores ensejou o artigo O custo Lula, publicado pelo jornalista Carlos Alberto Sardenberg. Leia: 
 Há menos de três anos, em 17 de setembro de 2009, o então presidente Lula apresentou-se triunfante em uma entrevista ao jornal Valor Econômico. Entre outras coisas, contou sem meias palavras, que a Petrobrás não queria construir refinarias e ainda apresentara um plano pífio de investimentos em 2008. Convoquei o conselho da empresa, contou Lula. Resultado: não uma, mas quatro refinarias no plano de investimentos, além de previsões fantásticas para a produção de óleo. Em 25 de junho último, a Petrobrás informa oficialmente aos investidores que, das quatro, apenas uma refinaria, Abreu e Lima, de Pernambuco, continua no plano com data para terminar. E, ainda assim, com atraso, aumento de custo e sem o dinheiro e óleo da PDVSA de Hugo Chávez. Todas as metas de produção foram reduzidas. As anteriores eras irrealistas, disse a presidente da companhia, Graça Foster, acrescentando que faria uma revisão de processos e métodos. Entre outros equívocos, revelou que equipamentos eram comprados antes dos projetos estarem prontos e aprovados, o que é um verdadeiro absurdo. 
• Nada se disse ainda sobre os custos disso tudo para a Petrobrás. Graça Foster informou que a refinaria de Pernambuco começará a funcionar em novembro de 2014, com 14 meses de atraso em relação à meta anterior, e custará US$ 17 bilhões, três bi a mais. Na verdade, as metas agora revistas já haviam sido alteradas. O equívoco, visto desde o princípio, é muito maior. Quando anunciada por Lula, a refinaria custaria US$ 4 bilhões e ficaria pronta antes de 2010. Como uma empresa com importância da Petrobrás pode cometer um erro de planejamento desse tamanho? A resposta é simples: a estatal não tinha projeto algum para isso, Lula decidiu, mandou fazer e a diretoria da estatal improvisou umas plantas. Anunciaram e os presidentes fizeram várias inaugurações. 
• O nome disso é populismo. E custo Lula. Sim, porque o resultado é um prejuízo para os acionistas da Petrobrás, do governo e do setor privado, de responsabilidade do ex-presidente irresponsável e da diretoria que topou a montagem desse cenário de mentiras. 
• Tem mais na conta. Na mesma entrevista, Lula disse que mandou o Banco do Brasil comprar o Votorantim, porque este tinha uma boa carteira de financiamento de carros usados e era preciso incentivar esse setor. O BB comprou, salvou o Votorantim e engoliu um prejuízo de mais de bilhão de reais, pois a inadimplência ultrapassou todos os padrões. Ou seja, um péssimo negócio, conforme muita gente alertava. Mas como o próprio Lula explicou: Quando fui comprar 50% do Votorantim, tive que me lixar para a especulação
• Quem escapou de prejuízo maior foi a Vale. Na mesma entrevista, Lula confirmou que estava, digamos, convencendo a Vale a investir em siderúrgicas e fábricas de latas de alumínio. Quando os jornalistas comentam que a empresa talvez não topasse esses investimentos por causa do custo, Lula argumentou que a empresa privada tem seu primeiro compromisso com o nacionalismo. 
• A Vale topou muita coisa vinda de Lula, inclusive a troca do presidente da companhia, mas se tivesse feito as siderúrgicas estaria quebrada ou perto disso. Idem para o alumínio, cuja produção exige muita energia elétrica, que continua sendo a mais cara do mundo. 
• Ou seja, não era momento, nem havia condições de fazer refinarias e siderúrgicas. Os técnicos estavam certos. Lula, pra variar, estava errado. 
• As empresas privadas foram se virando, mas as estatais se curvaram. 
Ressalva: o BNDES, apesar das pressões de Brasília, não emprestou dinheiro para a PDVSA colocar na refinaria de Pernambuco. Ponto para seu corpo técnico. 
• Quantos outros projetos e metas do governo Lula são equivocados? As obras de transposição do rio São Francisco estão igualmente atrasadas e muito mais caras. 
• O projeto do trem bala começou custando R$ 10 bilhões e já passa dos 35 bi. 
• Assim como se fez a revisão dos planos da Petrobrás, é urgente uma análise de todas as demais grandes obras. Mas há um outro ponto, político. A presidente Dilma estava no governo Lula, em posições de mando na área da Petrobrás. Graça Foster era da diretoria da estatal. Não é possível imaginar que Graça Foster tenha feito essa incrível autocrítica sem autorização de Dilma. 
• Ora, será que as duas só tomaram consciência dos problemas agora? Ou sabiam perfeitamente dos erros então cometidos, mas tiveram que calar diante da força e do autoritarismo de Lula? 
• De todo modo, o custo Lula está aparecendo mais cedo do que se imaginava. Inclusive na política. 
• Foster terá que contar agora com muito respaldo de Dilma, para não ser atingida, em breve, pelo fogo amigo. 

Para Lula, problema do Brasil é o seu sucesso 
• Lula atribuiu o tsunami de protestos ao sucesso econômico, político e social obtido nos dez anos de inquilinato do PT no Planalto. A pobreza e a desigualdade foram reduzidas, disse ele. Há mais jovens nas universidades. Famílias pobres compraram carro e passaram viajar de avião. E o brasileiro, tomado por uma sensação de incômoda felicidade, foi às ruas para pedir mais. 
• Lula teorizou: é natural que os jovens desejem mais, especialmente aqueles que têm coisas que seus pais nunca tiveram. Ele realçou: o Brasil não é o Egito nem a Tunísia. Aqui há democracia. O Brasil tampouco é a Espanha ou a Grécia. Aqui o desemprego é baixo. A expansão econômica e social não tem paralelos na história. 
• No Brasil das maravilhas de Lula, o número de estudantes universitários dobrou. Mas a rapaziada não aprendeu muita coisa. Os jovens não sabem o que foi a repressão da ditadura militar nos anos 60 e 70. Eles não sofreram com a inflação galopante dos anos 80. Não se lembram da estagnação e do desemprego que tisnaram os anos 90. Empunham faixas e cartazes porque o Brasil, antes de conhecer a extrema felicidade, já foi infeliz e eles não sabiam. 
• Políticos, cientistas e jornalistas torram os miolos em busca das explicações para o que se passou em junho. Com Lula a coisa é bem mais simples. Ele dispensa o estudo aprofundado. Dá de ombros para a exegese de coincidências e fatos obscuros. Lula manuseia verdades religiosas, quase dogmáticas. Além de chegar facilmente às explicações unificadoras, ele se autodispensa de pensar. 
• Lula contesta os especialistas que enxergam nas ruas uma rejeição à política. Dá-se justamente o contrário, ele acredita. Autoproclamado porta-voz do meio-fio, ele ensina que os manifestantes buscam aprofundar a democracia, incentivando as pessoas a participar do processo. 
• Até aqui, a participação mais efetiva da rapaziada foi a tomada das bandeiras vermelhas, a expulsão dos militantes partidários das passeatas, e a abertura do fosso que sorveu a popularidade de governantes como Dilma Rousseff. Mas Lula parece antever um futuro promissor e harmonioso. 
• Até porque, segundo diz, os partidos políticos não podem ser silenciados. Sempre que isso ocorreu, sobrevieram desastres: guerras, ditaduras e perseguições de minorias. Sem partidos, escreveu Lula, não há democracia verdadeira. Ele tem toda razão. Os detratores das legendas deveriam ser processados por atentado contra o regime democrático. O diabo é que os inimigos dos partidos encontram-se dentro deles. E nenhuma agremiação se animou a processar seus filiados. 
• Lula não mencionou no artigo a aversão das ruas à corrupção. Natural. Além de não ornar com o excesso de felicidade, o tema mexe com os mortos. Entre eles o PT, defunto mais ilustre da era Lula. O atestado de óbito anota: suicídio. Daí, talvez, a dificuldade de Lula de fazer alguma coisa parecida com uma autocrítica. 
• Já no seu primeiro mandato, o PT adotou uma conduta estranha, algo psicótica. Perdeu a autoestima. Virou um Narciso às avessas. Cuspiu na própria imagem. No Planalto, na Esplanada, nos desvãos de autarquias e estatais, por onde passaram o PT e seus neo-aliados fizeram pior o melhor que puderam. 
• Lula, como já ficou esclarecido, não sabia de nada daquilo que o PT fez. Aliás, coisas como o mensalão ele até hoje não acredita que tenham acontecido. É munido dessa inocência culpada - ou seria culpada inocência? - que o articulista defende a renovação profunda do PT. Citou no artigo a conveniência de recuperar a ligação com os movimentos sociais. Para quê? Para oferecer novas soluções para novos problemas
• No fundo, o que atrai no artigo de Lula não é a explicação pueril. O que encanta no texto é a simplicidade retórica. O mais extraordinário de tudo é a desobrigação de pensar. Ao falar em novos problemas, Lula se exclui da crise. Ele cita Dilma para dar uma boa notícia. Qual? Ela já propôs um plebiscito para realizar a tão necessária reforma política. Ah, sim, ela também propôs um pacto para a educação, saúde e transporte público. 
• O mundo pode dormir tranquilo, eis a mensagem de Lula. As ruas do Brasil protestam por causa do excesso de prosperidade. O PT deixará de ser o partido do faturo para saltar da sepultura como o partido do futuro. E o Congresso presidido pelo Renan Calheiros ajudará Dilma a colocar os seus pactos em pé. (Josias de Souza)


Tudo JÁ voltou ao normal. Congresso entra em recesso, o governo já nem fala dos “5 pactos”, o plebiscito sumiu do noticiário, Dilma a cada dia mostra mais fragilidade, Lula foge da imprensa mas articula nas sombras e a situação econômica (o que é mais grave) piora a cada dia. As pesquisas mostram o desgaste de Dilma e um dado muito importante: parte dos pesquisados não tem candidatos à Presidência da República. E tem aqueles que não vão votar em ninguém, absolutamente desiludidos com a política tradicional.(Marco Villa) 

Custa nada, dê uma olhadinha em 


Petrobras é a bola da vez 
Presidenta Dilma e Graças Foster arquitetam privatização da maior estatal brasileira. 
• A Petrobrás foi apontada em 2012 pela principal entidade mundial do setor, a Agência Internacional de Energia – AIE, como a mais brilhante entre todas as empresas de petróleo no mundo. Em 1992, a estatal brasileira já havia recebido o prêmio da Offshore Technology Conference em reconhecimento à tecnologia na produção em águas profundas. Depois do prêmio em 92, a Petrobrás desenvolveu tecnologia inédita no mundo que propiciou a descoberta do pré-sal. Um dos campos do pré-sal, Libra, na bacia de Santos, é a maior descoberta da Petrobrás e um dos maiores campos de petróleo do mundo. A companhia financia mais da metade das obras do PAC e investe cerca de 80% de seu faturamento no Brasil. É também quem mais paga imposto a União, estados e municípios. 
• O governo Dilma, ao invés de fortalecer a Petrobrás, contraditoriamente quer privatizá-la. A mesma tramoia utilizada por FHC para viabilizar as privatizações estão sendo utilizada agora para facilitar a realização dos leilões de petróleo e o desinvestimento, que é a venda dos ativos da Petrobrás: a propaganda negativa! A ampla maioria das reportagens e artigos na mídia diariamente é para falar mal da Petrobrás. E a medida que se aproximar o leilão de Libra, marcado para 22 de outubro, com certeza essas criticas vão ficar mais intensas. Lembrar que os grandes beneficiários das privatizações no Brasil foram as multinacionais e o sistema financeiro globalizado. E agora essas mesmas forças estão de volta para se apoderarem de nosso petróleo. 
• No governo de FHC, a categoria fez a maior greve da história e impediu a privatização da Petrobrás. Provavelmente, eles perceberam que privatizar a empresa é quase impossível. E resolveram deixar a estatal verde e amarela em paz e levar nosso petróleo através dos leilões e do desinvestimento. E como são muito ambiciosos, além do petróleo, querem os principais ativos da Petrobrás, suas refinarias e terminais, não o todo, porém a parte mais lucrativa. A própria presidenta Dilma já anunciou o leilão de Libra para o dia 22 de outubro. A presidente da Petrobrás, Maria das Graças Foster, já realizou a venda de vários ativos da companhia e as revistas semanais brasileiras já anunciaram a imensa lista de ativos a serem entregues. Não temos duvidas que Graças Foster é a continuidade de Henri Philippe Reichstul, que nomeado presidente da companhia por FHC, tentou destruir a Petrobrás. As mesmas corporações de comunicação que apoiaram as privatizações de FHC e agora apoiam os leilões de petróleo e o desinvestimento, não por acaso, apontam Foster como uma das mulheres mais poderosas do planeta. Vale registrar que as ações da Petrobrás no comando de Graças Foster só fizeram despencar. 
• Provavelmente inspirados pela maior campanha cívica desse país na década de 40 e 50, O Petróleo é Nosso!, que deu origem a Petrobrás e ao monopólio estatal do petróleo, os petroleiros com apoio da sociedade voltaram às ruas para impedir a privatização da Petrobrás na década de 90 no governo FHC. Agora no governo Dilma, no dia 11 de julho, vamos realizar greves e passeatas para exigir o fim do desinvestimento e o cancelamento do leilão do campo de Libra. Essa luta é de todo o povo brasileiro. Vem pra rua! (Editorial Sindipetro) 

Uma revolta sem rumo... 
• Como pensa um general reformado. 
• Inicialmente, movimentos de esquerda radical, com o objetivo de pressionar o PT para aumentar a sua participação no bolo to foi o aumento das passagens. Apenas de 20 centavos. 
• Este foi o estopim para o caos que se espalha pelo Pindorama. No embalo, a fúria apossou - se das classes que financiam a gastança. 
• A grandiosidade de estádios, alguns sem o menor propósito a não ser acobertar gastos e lucros astronômicos, como se circos luxuosos fossem, sem dúvida, colaboraram para a indignação generalizada. 
• De pronto, para o esculacho, manifestações que nunca penalizam seus participantes, apresentaram - se para o usufruto de sempre, os desocupados, os vândalos profissionais, os oportunistas que levam vantagem em tudo, os adeptos do arrastão e os ladravazes de costume. 
• Contudo, sem mais aquela, acorreram brasileiros que indignados com as gerências desastrosas deste País, e com a malta indecente de aproveitadores que pululam nos três Poderes, resolveram mostrar as suas caras. 
• Movidos pelo desprezo de um passado de impunidades, contra uma orgia de gastos (depois da gastança que foi a viagem da dama para Roma prestigiar o novo Papa, a medida coercitiva do desgoverno foi proibir a divulgação dos gastos da ilustre zero à esquerda), altíssimos impostos e exaustos com tanta embromação, uma parte do populacho foi às ruas manifestar-se. 
• Os das bolsas, nitidamente, estão fora das passeatas. 
• Com espanto, mesmo os mais entendidos, ou não sabem o que está verdadeiramente acontecendo, apesar de alguns optarem pelo Acorda Brasil, e outros mais lúcidos, como uma tentativa da esquerda radical apossar-se, definitivamente, de parte do festim. 
• Nós, de soslaio, arriscamos de que esta será mais uma apoteose do nada.
• Os políticos em geral, e os três Poderes em particular, talvez pensem duas vezes em adotar medidas que corriqueiramente sacramentam sem se preocuparem com o povo, mas nada, além disso. 
• Quando a poeira baixar, voltará tudo como era dantes, isto é uma mixórdia. 
• Nossas palavras estão estribadas, pois todos os manifestantes são contra isto ou aquilo, e as passagens, fatalmente, deverão ter algum rebaixamento, mas apenas isto. 
• Portanto, o caos será passageiro, visto que nada mudará em nosso cenário, pois não vimos a ira coletiva dirigida a qualquer patife, não execraram os lulas, as dilmas, os sarneys, nem qualquer canalha envolvido em centenas de maracutaias.
• Como resumo da ópera, muito barulho, muito quebra - quebra, uma tonelada de desprestígio para as forças policiais, mas no contexto, talvez mais alertas, os patifes estão sãos e salvos. 
• De positivo, sentimos uma brisa de revolta, que sinaliza que a Nação pode acordar. 
• E acordar por si, sem subsídios de quem quer que seja, porque anseia pela liberdade, pela verdadeira democracia, que se orgulha de viver de seu trabalho, com sua dignidade intacta, e que abomina a embromação comuno - socialista que se posta à sua frente. 
• É isto aí meu Brasil, acorda e manda para alhures, de preferência para o xadrez, as conhecidas figuras que patrocinam a preservação de um País sem futuro e atrelado a falsos valores. 
• Preconizamos em breve, não a revolta sem rumo, mas manifestações com objetivos que redundem na punição de culpados e no seu afastamento do cenário nacional (como os mensaleiros, por exemplo). 
• Oxalá tenhamos a ventura de assistir ao despertar da Nação, de olhos bem abertos para apontar e afastar com determinação os causadores do retrocesso moral e financeiro em que vivemos. 
Brasília, DF, 20 de junho de 2013. 
Gal. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira 

Efeito Lula II: Petrobras foi pedir em Tóquio a fortuna que perdeu no truque da refinaria de Pasadena
• Fio trocado – Um dia, em meados de 2006, Lula, o doutor honoris causa que redescobriu o Brasil, aceitou silenciosamente uma bravata esculpida nos imundos bastidores do seu partido. A campanha presidencial daquele ano seguia o seu rumo e a companheirada, temendo uma derrota, divulgou que os tucanos, se voltassem ao Palácio do Planalto, privatizariam a Petrobras. Antes isso tivesse acontecido, pois a estatal petrolífera não teria sido assaltada por um partido que se transformou em caso de polícia. 
• Depois de aparelhar a Petrobras, fazendo com que a empresa sangrasse seus cofres para financiar as coxias de um projeto totalitarista de poder, Lula conseguiu a proeza de estraçalhar financeiramente a estatal, sem em nenhum momento se preocupar com as economias dos acionistas minoritários. 
• Como se o Brasil já vivesse sob o manto de uma ditadura esquerdista, a Petrobras serviu de palco para os maiores absurdos do mundo dos negócios. A aquisição da refinaria de Pasadena, no Texas, por US$ 1,18 bilhão já teria levado à cadeia os dirigentes da petrolífera nacional caso vivêssemos em um país minimamente sério. O caso ganha contornos de escândalo quando considerado o fato que a obsoleta refinaria não vale sequer US$ 200 milhões. 
• Como nenhuma empresa, por mais rica que seja, suporta esse tipo de depredação consentida, a Petrobras se viu obrigada a buscar socorro no mercado financeiro internacional. A diretoria da senhora do pré-sal bateu à porta do Japan Bank for International Cooperation (JBIC), a quem pediu empréstimo de US$ 1,5 bilhão. Se o truque da refinaria de Pasadena não existisse, a Petrobras certamente não teria passado o chapéu em Tóquio. 
• Mesmo assim, há pessoas que, como verdadeiras reses de presépio, incensam o Volta Lula. Só mesmo em um país com características de hospício isso seria possível. Em se tratando de Brasil… (Ucho.Info) 

Teu lar é teu refúgio, porém não fiques trancado nele.

Um comentário:

Anônimo disse...

Boa amostragem e maravilhoso fechamento.