3 de jun de 2013

A Bolívia de Evo debocha do Brasil e os 12...ó !

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Condenado do mensalão alega até pobreza. Para escapar de pena, Emerson Palmieri, apontado como tesoureiro informal do PTB, afirmou nos embargos de declaração que tem apenas R$ 2,5 mil por mês para custear multas de R$ 39 mil. 

Sem maiores incidentes, Maracanã passa por 1º teste. Alguns torcedores se surpreenderam com organização; deficientes e usuários de cartão de crédito tiveram problemas. 

Lá vem outro empate - Felipão diz que seleção será a mesma contra a França. 

Senado inicia hoje série de debates sobre maioridade penal. 

Custo de pacote básico de serviços bancários pode variar até 89%.

CNJ quer barrar auxílio-alimentação retroativo de R$ 100 mi em 8 Estados. Conselho vai julgar se Tribunais de Justiça podem pagar auxílio-alimentação relativo ao período de 2004 a 2011; verba extra já foi dada em cortes como a de São Paulo.

Congo: brasileiro chega para chefiar tropa. Ex-comandante no Haiti, general terá brigada sem precedentes na história das missões de paz para confrontar rebeldes. ONU quer levar ao Congo experiência brasileira no Haiti. Líderes africanos assinam acordo para por fim a conflito no Congo. ONU aplica sanções a comandantes de grupo congolês que recruta crianças.

Anvisa - Confusão em concurso acaba na delegacia. O caso alcançou 4 estados e existe denúncia de vazamentos. O governo é pródigo em concursos, etc...

Parada Gay encolhe e leva 220 mil (?) pessoas às ruas de São Paulo.

Adolescente diz ter sido obrigado a assumir crime contra turista alemão no Rio. Turista segue internado e moradores optam por silêncio. Polícia investiga o fato.


Acorda, Brasil, enquanto é tempo 
. Marco Aurélio Garcia, o assessor internacional da presidente Dilma Rousseff, tem toda a razão ao dizer que a Aliança do Pacífico, o conglomerado que abre um rombo no quintal do Brasil, não tira o sono do grande país tropical. Não tira porque, de fato, o Brasil está dormindo no ponto, como se dizia antigamente, em matéria de integração regional e negociações comerciais.
. Lembro-me de uma conversa com Marco Aurélio, pouco antes da posse de Dilma, na qual ele dizia que o novo governo cuidaria mais da institucionalização das iniciativas lançadas ou consolidadas no período Lula do que de inovar mais. 
. Parecia fazer sentido, por mais que institucionalização aos ouvidos de jornalistas soe a burocratização, inimiga mortal do jornalismo. 
. De fato, Lula e seu chanceler Celso Amorim tinham todos os dedos ligados na tomada, se mexiam em todas as direções, puseram o Brasil no mapa do mundo mais do que em qualquer momento anterior. Quem, como eu, cobre viagens presidenciais ao exterior desde o governo do general Ernesto Geisel, já se vão quase 40 anos, pode dar testemunho ocular desse fato. 
. Portanto, tinha lógica institucionalizar novidades ou organismos frescos como os Brics, a Unasul, a agora denominada Celac (Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos), o Ibas (Índia, Brasil, África do Sul), a Aspa (América do Sul/países árabes). 
. Pena que nem se avançou na institucionalização nem se lançaram novas iniciativas. Nem sequer se reinjetou vida em um organismo, o Mercosul, paralisado há anos. 
. A propósito: Paraguai e Uruguai, dois dos cinco sócios do Mercosul, já pediram status de observadores na tal Aliança do Pacífico, formada por Chile, Colômbia, Peru, México e Costa Rica. 
. Mais grave ainda: enquanto o Brasil dorme, outros avançam nos mercados que, teoricamente, seriam mais propícios à produção brasileira, os dos vizinhos. As exportações brasileiras para a América Latina caíram 9,4% no ano passado, mais do que o retrocesso nas vendas em geral ao mundo (5,3%).
. Comenta o sítio Infolatam, rico em informações sobre a América Latina: Ao Brasil está ocorrendo algo que, pouco tempo atrás, era difícil de imaginar: seus negócios com o resto da América Latina parecem estancados ou, inclusive, em retrocesso. Com problemas para recuperar um ritmo de crescimento robusto, o gigante sul-americano enfrenta cada vez mais desafios em matéria de comércio e investimento em sua própria região
. De fato, os desembolsos do BNDES para projetos de companhias brasileiras na América Latina caíram 34% no ano passado (somaram US$ 1,070 bilhão).
. Nesse ponto, dá-se um cruzamento perfeito entre sucessivos "pibinhos" e o sono diplomático, como comentou para a BBC Oliver Stuenkel, especialista da Fundação Getúlio Vargas em relações internacionais: "A capacidade de um país de exercer liderança é influenciada também por sua capacidade de crescer economicamente. Se tivermos um PIB fraco por alguns anos mais, veremos o projeto brasileiro debilitado". (Clóvis Rossi é repórter especial e membro do Conselho Editorial da Folha, ganhador dos prêmios Maria Moors Cabot (EUA) e da Fundación por un Nuevo Periodismo Iberoamericano) 

- Aumenta para 119 número de mortos em incêndio em abatedouro na China.
- Atentado mata 10 crianças e dois soldados da Otan no Afeganistão.
- Atividade industrial da China encolhe e aumenta temor com crescimento.
- Chefe de agência nuclear da ONU diz que negociações com Irã andam em círculos.
- Pelo menos 10 crianças morrem em atentado suicida no Afeganistão.
- Incêndio em abatedouro no nordeste da China mata 112 pessoas.
- Avó argentina é campeã sul-americana de pole dance.

Manifestações entram no quarto dia, calmo, na Turquia. Em entrevista na TV, premiê nega ser ditador e acusa oposição de provocar protestos que se espalham pelo país, mas premiê mantém viagem à África. Protestos contra governo turco tomam metade das províncias. Mais de 1.700 foram detidos.

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