1 de abr de 2013

Um acórdão a caminho...

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A petralha depenando a Petrobrás

• Agora, dá para entender o porquê de a corja petista, quando era oposição, não querer privatizar a estatal. É que eles tinham sempre a esperança de, ao chegar ao poder, como pretendiam e conseguiram, depenar a Petrobrás em negócios escusos, ganhando uma bolada por fora. É por aí que o País segue no trajeto rumo à ruína. (AC) 

• Confira o tamanho do rombo, lendo a reportagem da Revista Época. Leia

• MPF investiga mensalão aéreo - viagens pagas por empresas a políticos quando fecham contratos públicos. Aqui

Depois de 8 anos, Google vai fechar YouTube
• Um post no blog garante que tudo não passou de um concurso de vídeos e que o site será fechado à meia-noite do dia primeiro.
• Pois é, depois de oito anos no ar, o fim do YouTube está próximo. O site que é responsável por atrair 72 horas de upload de vídeos a cada minuto vai finalmente encerrar o concurso, lançado em 2005 pelos seus fundadores, e fechar as portas para escolher o vídeo vencedor do mais longo concurso da historia da internet mundial. Tudo isso à meia noite do dia Primeiro de Abril.


Experiência 

É perigosa a experiência sugerida pelo ex-presidente Lula para garantir a reeleição da presidente Dilma. Ele quer que o PT abra mão de disputar alguns governos estaduais para apoiar candidatos de partidos aliados, em especial do PMDB. Fala do Rio e de São Paulo, com o sacrifício de Lindemberg Farias e de Aloísio Mercadante ou Luís Marinho. Assim, haveria unidade em torno do segundo mandato de Dilma e grandes chances de sua vitória ainda no primeiro turno. 

Há reação entre os companheiros diante dessa proposta. Entendem líderes petistas que a popularidade da atual presidente, em ascensão, parece bastante para ensejar sua presença em mais de um palanque. Não seria confortável para o PT, mas pior ficaria se o partido não tivesse candidato próprio.

Só por milagre a palavra do Lula deixará de ser acatada na hora das decisões, ano que vem, mas dirigentes regionais do PT vão insistir na inversão da equação, ou seja, por que aliados paulistas e fluminenses não aceitarão compor-se em torno dos seus indicados?

O diabo é que os argumentos do PMDB e afins são os mesmos: sem candidatos próprios nos maiores colégios eleitorais do país, deixariam de eleger bancadas mais densas para o Congresso e as Assembleias.

O nó poderá ser desatado quando, no primeiro semestre de 2014, começarem a ser feitas as pesquisas para valer, no estados. Caso Luis Fernando Pezão, do PMDB, apareça muito acima de Lindemberg Farias, adiantará muito pouco o PT insistir na candidatura própria, no Rio. Só que a recíproca também será verdadeira. Vale o mesmo em São Paulo: se Mercadante liderar a corrida contra um candidato do PMDB ainda desconhecido, melhor seria sua indicação única.

Nova Tentativa

A presidente Dilma deverá retomar, esta semana, negociações com o PR e o PTB, visando abrir- lhes espaços no governo para solidificar a aliança necessária à sua reeleição. Até agora os nomes sugeridos pelos republicanos para o ministério dos Transportes não entusiasmaram a presidente, que insistirá em César Borges, rejeitado pelo partido. Quanto aos trabalhistas, gostariam de um ministério, qualquer que fosse.

O problema com relação não apenas ao PT e o PTB, mas também envolvendo PDT, PSB e outros, é a falta de garantia no apoio ao segundo mandato, quando se aproximarem as eleições. (Carlos Chagas) 

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