18 de mar de 2013

O ódio pelos poros dos abandonados...

 photo _aroseolivro_zpsf6c6d962.jpg A vergonha de ser povo
• Basta olhar livros, jornais, web e encontraremos os mesmos problemas que afligem a sociedade brasileira por tempos e tempos. O por que? É fácil explicar: de sempre, pertinente cara de pau de desgovernantes dessa nação. Sempre o adágio casa após arrombada, corre-se aos prejuízos. O tempo passa e com elas a dinheirama espraiada a quatro ventos, palavras falaciosas em repeteco - prometer, prometer, prometer.... - e o sofrido pobre e infeliz morador norte a sul, a perder, a perder, a perder...  tudo e recomeçar. Legal, que boa ocasião, vou pedir empréstimo federal, junto com o meu, damos ao município e pronto. Todo mundo de casa nova, estradas asfaltadas, encostas alicerçadas, rios, ruas e lagos dragados... o que mais podemos querer: votos! pensam eles... E lá vem a cantilena estampadas nos jornais que "após mortes no Rio Dilma sugere ações mais drásticas (tá de sacanagem) e até lembrou de casos de pessoas que não querem sair de áreas de risco. E vão pra onde? O toró cai e como sempre deixou ao menos 13 mortos em Petrópolis que voltou - como de novo a sucumbir vidas e esperanças a qualquer chuvinha. Os estão os engenheiros, proteção ambiental, obras de infra-estruturas, a vis promessas e os raios os parta! Tudo tem limite, menos os políticos e seus sequazes. Horripilante a um povo que não merece, mas acredita, vota e toma o troco! (AA)

Campanha O Petróleo Tem Que Ser Nosso 
• Nos dias 18 e 19 de Março a Agência Nacional do Petróleo estará fazendo um seminário no Hotel Windsor, em Copacabana, sobre as licitações do petróleo que acontecem nos dias 14 e 15 de Maio. Vários movimentos sociais e entidades ligadas a categoria dos petroleiros irão protestar na 2ª feira (18/03), às 8 horas da manha, para mostrar que somos contra a privatização das reservas de petróleo e em defesa da Petrobrás. Apoiem este ato pela soberania nacional e contra os leilões da ANP. 

Anvisa determina suspensão da fabricação e venda de Ades
Medida atinge todos os lotes de suco com soja Ades, produzidos em Minas. Unilever já havia feito recall de suco de maçã, por risco de queimadura. Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária em Diário Oficial da União - segunda-feira (18) - suspende a fabricação, a distribuição, a venda e o consumo de lotes dos produtos com soja da marca Ades, de diferentes sabores, versões e tamanhos. A medida atinge apenas uma das 11 linhas de produção de Ades da fábrica de Pouso Alegre (MG). Acrescenta que a medida foi tomada por suspeita de [os produtos] não atenderem às exigências legais e regulamentares da agência. A medida é temporária e que foi adotada como precaução. Nesta segunda, a vigilância sanitária do estado de Minas e da cidade de Pouso Alegre fará inspeção na fábrica. Caso seja verificado que o problema tenha, de fato, sido solucionado e que não atingiu outros lotes e sabores, os produtos poderão ser, novamente, liberados pela Anvisa, disse a agência, em nota.

Homenagem à Frank Sinatra
• O Maestro e fabuloso violinista holandes, André Rieu, juntamente com a sua excelente orquestra, renderam um tributo à Frank Sinatra interpretando a sua célebre canção My Way.
• A pureza do som do Stradivarius e a técnica perfeita do músico, emocionaram a todos os presentes na Radio City Music Hall de Nova York. 


Acredite se puder...
DNA do mensalão
• O mensalão, para os juízes, é um processo de 50 mil folhas. Para mim, é matéria de memória. Maio de 2005 é um marco na política brasileira. Mas não um relâmpago em céu azul.
• É um marco porque ficou evidente, naquele mês, que o PT jamais cumpriria uma de suas maiores promessas de campanha: ética na política. A entrevista do então presidente Lula em Paris, tentando justificar o mensalão, ainda menciona a responsabilidade ética do partido, mas com uma dose de convicção tão pequena que entendi como um adeus à bandeira do passado. Eu já havia deixado o PT e a base do governo em 2003. O escândalo do mensalão foi, no entanto, uma tomada de consciência popular de que a ética na coalizão do governo era só propaganda.
• O termo mensalão cresceu porque foi bem escolhido. Roberto Jefferson, ao usá-lo pela primeira vez, não ignorava o apelo popular de um aumentativo. Na TV, as feiras de carros são anunciadas como feirão, as lojas de atacado, como atacadão e até os estádios de futebol, Engenhão, Barradão, Mineirão, seguem o mesmo caminho. Um setor que ainda acreditava nas promessas do PT se sentiu traído, como se o armário do quarto escondesse um amante: Ricardão.
• Não foi um relâmpago em céu azul. Lula estava cansado de perder eleições. Decidiu disputar em 2002 com as condições profissionais dos adversários. Começou aí a necessidade de captar em grande escala. Programas de TV são dispendiosos. Mulheres grávidas desfilando a esperança, muitas câmeras, luz, gruas, tudo isso custa dinheiro.
• Uma vez no poder, era preciso controlar os aliados, garantir sua sobrevivência política e, em troca, sua fidelidade. Agora o dinheiro corria mais fácil.
• A primeira tentativa de combater o estrago do mensalão foi afirmar que jamais existiu com rigor temporal. Não havia pagamentos mensais, dizia a defesa. Mas que importância legal tem isso? O dinheiro era distribuído aos líderes dos partidos amigos. O apartamento do deputado José Janene, do PP, era chamado de pensão pelos deputados que o frequentavam. Talvez lhes pagasse quinzenalmente. Seria apenas um quinzenão.
• Segundo a ex-mulher de Valdemar Costa Neto, em depoimento na Câmara, ele gastou numa só noite de cassino o equivalente a US$ 300 mil. Pode muito bem ter dado o cano nos deputados naquele mês, ou pago apenas um vale para acalmá-los. Quem jamais saberá?
• A segunda tentativa de atenuar os estragos do mensalão foi o uso da novilíngua: eram apenas sobras de campanha, mero crime eleitoral. Tão brando que nem poderíamos chamar esse dinheiro de caixa 2, mas de recursos não contabilizados. Era tanto dinheiro em cena que recursos não contabilizados não conseguiam explicá-lo. Surgiram, então, empréstimos do Banco Rural e do BMG. O dinheiro foi emprestado por bancos que não cobram juros nem acossam devedores. Bancos amigos. 
• O relatório da CPI indicou com bastante clareza de onde veio o dinheiro: do Banco do Brasil e da Visanet. Naufragou ali a última atenuante: o dinheiro do mensalão, num total de R$ 100 milhões, é público.
• Lembro-me como se fosse hoje do depoimento de Duda Mendonça. Ele anunciou a alguns deputados que iria falar. E falou: recebeu dinheiro do PT no exterior, pouco mais de R$ 10 milhões, que nunca mais retornariam ao País.
• O episódio do mensalão não evitou que Lula vencesse as eleições em 2006 e, quatro anos mais tarde, elegesse Dilma Rousseff. A força eleitoral do PT manteve-se e as consequências políticas pareciam neutralizadas. O dinheiro continuou fluindo em campanhas milionárias e o partido, como os comunistas italianos, poderia até montar uma sólida estrutura econômica alternativa. Mas as consequências políticas não morrem tão cedo.
• O julgamento do caso vai recolocá-lo na agenda política. Não acredito que possa modificar o curso das eleições. Será apenas uma nova dimensão a considerar. Muito se falou que a CPI do Cachoeira iria ofuscar o julgamento do mensalão. Deve ocorrer o contrário: o julgamento vai conferir importância à CPI do Cachoeira. A mensagem é simples: mesmo quando não há consequências políticas imediatas, a corrupção ainda tem toda uma batalha legal pela frente.
• O PT vai se distanciar do mensalão, Dilma também. Dilma distanciou-se da Delta, de Fernando Cavendish, mas seu governo continua a irrigar os cofres da empresa fantástica. É compreensível a distância. No caso do mensalão, ela nos faz crer que todo o mecanismo foi montado pelo cérebro do ex-ministro José Dirceu, que operava num paraíso de inocentes. No da Delta, a distância convida-nos a crer que tudo se passou numa obscura seção goiana da empresa.
• Nas paredes de cadeia sempre há esta inscrição: aqui o filho chora e a mãe não ouve. A mãe do PAC finge que não ouve os choros da Delta. Grande administradora, não desconfiou que a empresa que mais trabalhava nas obras do PAC era, na verdade, um antro de picaretagem. Assim como Lula não sabia que houve o mensalão. Todo aquele dinheiro rolando a partir da campanha de 2002 era um milagre político. É um senhor que me ajuda, como diria a mulher bonita vivendo súbita prosperidade. É tudo um tecido de mentiras que ainda não se rasgou no Brasil. No mensalão era uma agência de publicidade de Marcos Valério que despejava grandes somas nas contas dos políticos. O nome dela era DNA. Recentemente, foram as empresas fantasmas da Delta que realizaram essa tarefa.
Em 2005 ainda havia um mínimo de combatividade parlamentar para buscar a verdade. Hoje nem com isso podemos contar. O mensalão arrasta-se como um vírus mutante pela História moderna do Brasil. Mas a corrupção não é uma fatalidade genética. E o grande equívoco de alguns marxistas vulgares é supor que ela é um componente natural, insuperável, diante do qual a única reação sensata é tirar proveito.
Sete anos o Brasil esperou para julgar o mensalão. Sete anos mais vamos esperar pelo júri da Delta. E mais poderíamos esperar, não fora para tão longa sede tão curta a vida. (Fernando Gabeira, jornalista)

 

Comemoração da contra-revolução de 31Mar64
• Informamos aos membros do Instituto Endireita Brasil que um grupo de militares da reserva e civis de diferentes profissões, todos patriotas e democratas, farão a comemoração do movimento politico militar que impediu a comunização do Brasil.
• Graças a aqueles heroicos homens e mulheres de 1964, nós não tivemos que viver as agruras e sofrimentos pelo qual passaram todos que foram submetidos àquele regime de terror.
• Por isso temos que comemorar tão importante efeméride que acontecerá na avenida Beira Mar, em frente ao Clube Nautico, no dia 27 de março, quarta feira, às 0900 horas, na cidade de Fortaleza.
• Convidamos a todos que vivem nesta capital que compareçam e prestigiem este importante evento.
• Traje esporte.
• Att. 
(General da reserva Manoel Theophilo Gaspar de Oliveira, Presidente do Instituto Endireita Brasil) 
Tente mover o mundo - o primeiro passo será mover a si mesmo. (Platão)

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