8 de dez de 2012

Calor demais e carnaval chegando...

Photobucket • Pobre sorriu e pode se lambuzar: Para compensar luz barata em 2013, imposto nos Estados pode subir.
• Até quando? Ônibus são incendiados na zona sul de São Paulo, Governo paulista poderá pôr tornozeleira em acusados de crimes.
• Polícia Federal encerra Operação Porto Seguro em tempo recorde de 15 dias.
• Em Goiás, bicheiro Cachoeira pega 39 anos e é preso outra vez e pode ser transferido de prisão.
• SC: Justiça Federal proíbe a veiculação de comerciais de cerveja antes das 21h.
• Começa mal! Flamengo quer o técnico Mano Menezes.
• Justiça anula demissões de 850 funcionários da WebJet, Gol deverá reintegrar funcionários sob multa de R$ 20 mil caso não cumpra.
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• Bolívia inicia processo de adesão ao Mercosul. Participação boliviana na Comunidade Andina de Nações pode dificultar entrada no bloco.
• Novo confronto com a Rússia é teste para Obama e Putin.
• EUA matam no Paquistão um dos principais líderes da Al Qaeda.
• Morte de enfermeira de Kate polêmica internacional. Reino Unido sob o impacto da morte de enfermeira vítima de trote. Enfermeira que morreu após trote era indiana e foi enganada por locutores de rádio.
• Exército do Egito alerta para consequências desastrosas caso impasse prossiga.
• Hamas celebra 25 anos com comemorações na Faixa de Gaza.
• EUA obstruem acordo em conferência do clima da ONU.
• Chanceler britânico diz à BBC ter provas de que Síria planeja usar armas químicas.
• Berlusconi diz que vai concorrer novamente às eleições italianas.
• Partidos islamitas egípcios rejeitam adiamento de referendo.
• Forte terremoto atinge nordeste do Japão.
• Justiça argentina concede liminar que barra lei de mídia para o Clarín.
• Suprema Corte dos Estados Unidos debaterá casamento gay.
 
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Por que ele não vai para casa usufruir de sua fortuna?.....
• A presença constante de Luís Inácio Lula da Silva no noticiário impõe a discussão sobre o papel que deveriam desempenhar os ex-presidentes. A democracia brasileira é muito jovem. Ainda não sabemos o que fazer institucionalmente com um ex-presidente. Dos quatros que estão vivos, somente um não tem participação política mais ativa. O ideal seria que após o mandato cada um fosse cuidar do seu legado. Também poderia fazer parte do Conselho da República, que foi criado pela Constituição de 1988, mas que foi abandonado pelos governos - e, por estranho que pareça, sem que ninguém reclamasse.
 
• Exercer tão alto cargo é o ápice da carreira de qualquer brasileiro. Continuar na arena política diminui a sua importância histórica - mesmo sabendo que alguns têm estatura bem diminuta, como José Ribamar da Costa, vulgo José Sarney, ou Fernando Collor. No caso de Lula, o que chama a atenção é que ele não deseja simplesmente estar participando da política, o que já seria ruim. Não. Ele quer ser o dirigente máximo, uma espécie de guia genial dos povos do século XXI. É um misto de Moisés e Stalin, sem que tenhamos nenhum Mar Vermelho para atravessar e muito menos vivamos sob um regime totalitário.
 
• As reuniões nestes quase dois anos com a presidente Dilma Rousseff são, no mínimo, constrangedoras. Lula fez questão de publicizar ao máximo todos os encontros. É um claro sinal de interferência. E Dilma? Aceita passivamente o jugo do seu criador. Os últimos acontecimentos envolvendo as eleições municipais e o julgamento do mensalão reforçam a tese de que o PT criou a presidência dupla: um, fica no Palácio do Planalto para despachar o expediente e cuidar da máquina administrativa, funções que Dilma já desempenhava quando era responsável pela Casa Civil; outro, permanece em São Bernardo do Campo, onde passa os dias dedicado ao que gosta, às articulações políticas, e agindo como se ainda estivesse no pleno gozo do cargo de presidente da República.
 
• Lula ainda não percebeu que a presença constante no cotidiano político está, rapidamente, desgastando o seu capital político. Até seus aliados já estão cansados. Deve ser duro ter de achar graça das mesmas metáforas, das piadas chulas, dos exemplos grotescos, da fala desconexa. A cada dia o seu auditório é menor. Os comícios de São Paulo, Salvador, São Bernardo e Santo André, somados, não reuniram mais que 6 mil pessoas. Foram demonstrações inequívocas de que ele não mais arrebata multidões. E, em especial, o comício de Salvador é bem ilustrativo. Foram arrebanhadas - como gado - algumas centenas de espectadores para demonstrar apoio. Ninguém estava interessado em ouvi-lo. A indiferença era evidente. Os militantes estavam com fome, queriam comer o lanche que ganharam e receber os 25 reais de remuneração para assistir o ato - uma espécie de bolsa-comício, mais uma criação do PT. Foi patético.
 
• O ex-presidente deveria parar de usar a coação para impor a sua vontade. É feio. Não faça isso. Veja que não pegou bem coagir:
1. Cinco partidos, para assinar uma nota defendendo-o das acusações de Marcos Valério;
2. A presidente, para que fizesse uma nota oficial somente para defendê-lo de um simples artigo de jornal;
3. Ministros do STF, antes do início do julgamento do mensalão. Só porque os nomeou? O senhor não sabe que quem os nomeou não foi o senhor, mas o presidente da República ? O senhor já leu a Constituição?
 
• O ex-presidente não quer admitir que seu tempo já passou. Não reconhece que, como tudo na vida, o encanto acabou. O cansaço é geral. O que ele fala, não mais se realiza. Perdeu os poderes que acreditava serem mágicos e não produto de uma sociedade despolitizada, invertebrada e de um fugaz crescimento econômico. Claro que, para uma pessoa como Lula, com um ego inflado durante décadas por pretensos intelectuais, que o transformaram no primeiro em tudo (primeiro autêntico líder operário, líder do primeiro partido de trabalhadores, etc. etc.), não deve ser nada fácil cair na real. Mas, como diria um velho locutor esportivo, não adianta chorar. Agora suas palavras são recebidas com desdém e um sorriso irônico.
 
• Lula foi, recentemente, chamado de deus pela então senadora Marta Suplicy. Nem na ditadura do Estado Novo alguém teve a ousadia de dizer que Getúlio Vargas era um deus. É desta forma que agem os aduladores do ex-presidente. E ele deve adorar, não? Reforça o desprezo que sempre nutriu pela política. Pois, se é deus, para que fazer política? Neste caso, com o perdão da ousadia, se ele é deus não poderia saber das frequentes reuniões, no quarto andar do Palácio do Planalto, entre José Dirceu e Marcos Valério?
 
• Mas, falando sério, o tempo urge, ex-presidente. Note: ex-presidente. Dê um tempo. Volte para São Bernardo e cumpra o que tinha prometido fazer e não fez. Lembra? O senhor disse que não via a hora de voltar para casa, descansar e organizar no domingo um churrasco, reunindo os amigos. Faça isso. Deixe de se meter em questões que não são afeitas a um ex-presidente. Dê um bom exemplo. Pense em cuidar do seu legado, que, infelizmente para o senhor, deverá ficar maculado para sempre pelo mensalão. E lá, do alto do seu apartamento de cobertura, na Avenida Prestes Maia, poderá observar a sede do Sindicato dos Metalúrgicos, onde sua história teve início. E, se o senhor me permitir um conselho, comece a fazer um balanço sincero da sua vida política. Esqueça os bajuladores. Coloque de lado a empáfia, a soberba. Pense em um encontro com a verdade. Fará bem ao senhor e ao Brasil. (Marco Antônio Vila)
 
Ladrão que rouba ladrão em São Paulo - Hilário!

 
Two A Half Man
• Entrevista com Charlie Sheen

• Um posível retorno


Sabe-se muito bem que é dificílimo erradicar preconceitos dos corações cujos solos nunca foram revolvidos ou fertilizados pela educação. Preconceitos crescem ali firmes como erva daninha entre pedras. Todo preconceito é fruto da burrice, da ignorância e qualquer atividade cultural contra preconceitos é válida. (Paulo Autran)




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