25 de out de 2012

A Desigualdade...

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• Por que nascemos, vivemos e morremos?
• Os crentes respondem com seus livros sacros; incrédulos, que somos obras da genética; cientistas, provas da evolução e você?
• Se você se enquadrar num ou todos, pensará como estão se dando as mudanças na espécie humana e no todo da natureza que pousamos e dela vamos destruindo pouco a pouco.
• Realmente, tirante os senões quanto incongruências provenientes dos DNAs, doenças transmissíveis, drogas e o avassalamento das intercomunicações, dir-se-á que avançamos muito! Será?
• Guerras diminuíram ou não? Conflitos aqui e acolá arrefeceram?
• As terras diminuíram de tamanho, estão improdutivas por falta de administração pública ou em mãos de pequenas e poderosas mãos.
• E como vivem as gerações que têm nascido nos últimos anos?
• Será que a custa de
bolsas, ong´s, mãos caridosas ou marginalizadas seguem a vida como podem?
• Analistas, economistas, poucos políticos e pessoas sérias com a distribuição de renda mal feita e sempre jogada de lado. Claro que você se colocará ao lado das hostes por um mundo melhor!
• Nada de concreto, apenas como na amostra novelesca
do lixão, sob pontes, aglomeradas nos morros, entre tiroteios e também nas ruas alvo de quadrilhas.
• O povo cresce e com tudo isso, só aparatos de força e quase nada de moradias dignas com infraestrutura, socorro hospitalar, escolas e exemplos dignos a se seguir, a maioria do quilate tipo
mensalão ou no salve-se quem puder .
• Desse modo como estava no filme
Assim Caminha a Humanidade fazemos olhos mortiços, esquecemos pelo que passam, damos de ombros e seguimos sós com nossa prole.
• Há tanto porque fazer e da política abandalha e inescrupulosa mantém em suas entranhas os mesmos de anos e anos,
bafejados pela sorte de trabalharem menos e ganharem mais.
• A Natureza dá mostras de que não está gostando e faz das suas.
• Morrem muitos, muitos mesmos, corpos insepultos e o proselitismo poético das tribunas não cura dores e sofrimentos de famílias.
• Até quando? Quem souber me escreva.
(Armando Andrade)

O navio que não navega...
Photobucket• Em 7 de maio de 2010, ao lado da sucessora que escolhera e do governador pernambucano Eduardo Campos, o presidente Lula estrelou no Porto de Suape um comício convocado para festejar muito mais que o lançamento de um navio: primeiro a ser construído no país em 14 anos, o petroleiro João Cândido fora promovido a símbolo da ressurreição da indústria naval brasileira. Produzida pelo Estaleiro Atlântico Sul (EAS), incorporada ao Programa de Modernização e Expansão de Frota da Transperto (Promef) e incluída no ranking das proezas históricas do PAC, a embarcação com 274 metros de comprimento e capacidade para carregar até um milhão de barris de petróleo havia consumido a bolada de R$ 336 milhões - o dobro do valor orçado no mercado internacional.
• Destacavam-se na plateia operários enfeitados com adesivos que registravam sua participação no parto de mais uma façanha do Brasil Maravilha. Seria uma festa perfeita se o colosso batizado em homenagem ao marinheiro que liderou em 1910 a Revolta da Chibata não tivesse colidido com a pressa dos políticos e a incompetência dos técnicos. Assim que o comício terminou, o petroleiro foi recolhido ao estaleiro antes que afundasse - e nunca mais tentou flutuar na superfície do Atlântico.
• O vistoso casco do João Cândido camuflava soldas defeituosas e tubulações que não se encaixavam, além de um rombo cujas dimensões prenunciavam o desastre iminente. Se permanecesse mais meia hora no mar, Lula seria transformado no primeiro presidente a inaugurar um naufrágio. Estacionado no litoral pernambucano desde o dia do nascimento, nem por isso o navio deixou de percorrer o país inteiro. Durante a campanha presidencial, transportado pela imaginação da candidata Dilma Rousseff , fez escala em todos os palanques e foi apresentado ao eleitorado como mais uma realização da super-gerente que Lula inventou.
• A assessoria de imprensa da Transpetro se limita a informar que não sabe quando o João Cândido vai navegar de verdade. O Estaleiro Atlântico Sul, criado com dinheiro dos pagadores de impostos, não tem nada a dizer. Nem sobre o petroleiro avariado nem sobre os outros 21 encomendados pelo governo. No fim de 2011, o EAS adiou pela terceira vez a entrega do navio. A Petrobras, que controla a Transpetro, alegou que os defeitos de fabricação só podem ser consertados no exterior. Pode??!!
• Quando o presidente era Nilo Peçanha, João Cândido comandou uma rebelião que exigia a abolição dos castigos físicos impostos aos marinheiros. Passados 102 anos, Dilma e Lula resolveram castigá-lo moralmente com a associação de seu nome a outro espanto da Era da Mediocridade: reddepois do trem-bala invisível, o governo inventou o navio que não navegared . (Júlia Rodrigues) 

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