29 de nov de 2011

Crescer sem espinhos

Mais e Menos
Dá sempre do que tenhas, ainda que
seja pouco, de vez que muito pior do
que dar pouco é deteriorar o que se
tem nas garras da sovinice.

Serve sempre, ainda que seja pouco,
porquanto, muito pior que servir pouco
é não ter utilidade para ninguém.

Trabalha sempre, ainda que seja pouco,
de vez que muito pior que trabalhar
pouco é afundar-se no poço da inércia

Auxilia sempre para o bem de todos,
ainda que seja pouco, porquanto muito
pior auxiliar pouco é não auxiliar em
favor de alguém, de modo algum.

Espera o melhor sempre, ainda que
seja pouco, de vez que muito pior
que esperar pouco é naufragar nas
sobras do pessimismo

Estuda sempre, ainda que seja pouco,
porquanto muito pior que estudar
pouco é acomodar-se a criatura nas
trevas da ignorância.

Pratica a humildade sempre, ainda
que seja pouco, de vez que muito pior
que pouca humildade é petrificar-se
alguém na frieza do orgulho.

Exercita a paciência sempre, ainda
que seja pouco, porquanto muito
pior que pouca paciência é residir
a pessoa no espinheiro de irritação.

De tudo o que seja bom e útil, belo
e nobre, é conveniente realizar
sempre mais, porque, quanto mais
fizermos nas áreas do bem, mais
amplamente receberemos os bens
da vida. Entretanto, se não pudermos
realizar o máximo, atendamos pelo
menos ao mínimo do que possamos
fazer, de vez que todo muito depende
do pouco a fim de começar
(Emmanuel)

Atenção crianças de todas as idades!
Receita da Alegria:
. Jogue fora todos os números não essenciais para tua sobrevivência.
. Isto inclui: idade, peso e altura e tamanho de pé.
. Conviva, de preferência, com amigos alegres.
. Os pessimistas não são convenientes para você.
. Teu melhor capital, a saúde.
. Aproveite-a se é boa, não a desperdice; se não é, não a estrague mais.
. Diz aos que ama, que realmente os ama e faça isso em todas as oportunidades que tiver.
. Hei!!! Te amo!!!!
. E lembre sempre que a vida não se mede pelo número de vezes que você respira, mas pelos momentos
que teu coração palpitou forte: de muito rir... de surpresa... de êxtase... de felicidade...
. E sobretudo de amor sem limites.

Rio de 6 mil km é descoberto embaixo do Rio Amazonas
. Pesquisadores do Observatório Nacional (ON) encontraram evidências de um rio subterrâneo de 6 mil quilômetros de extensão que corre embaixo do Rio Amazonas, a uma profundidade de 4 mil metros. Os dois cursos d’água têm o mesmo sentido de fluxo - de oeste para leste -, mas se comportam de forma diferente. A descoberta foi possível graças aos dados de temperatura de 241 poços profundos perfurados pela Petrobras nas décadas de 1970 e 1980, na região amazônica. A estatal procurava petróleo.
. Fluidos que se movimentam por meios porosos - como a água que corre por dentro dos sedimentos sob a Bacia Amazônica - costumam produzir sutis variações de temperatura. Com a informação térmica fornecida pela Petrobras, os cientistas Valiya Hamza, da Coordenação de Geofísica do Observatório Nacional, e a professora Elizabeth Tavares Pimentel, da Universidade Federal do Amazonas, identificaram a movimentação de águas subterrâneas em profundidades de até 4 mil metros.
. Os dados do doutorado de Elizabeth, sob orientação de Hamza, foram apresentados na semana passada no 12.º Congresso Internacional da Sociedade Brasileira de Geofísica, no Rio. Em homenagem ao orientador, um pesquisador indiano que vive no Brasil desde 1974, os cientistas batizaram o fluxo subterrâneo de Rio Hamza.
Características
. A vazão média do Rio Amazonas é estimada em 133 mil metros cúbicos de água por segundo (m3/s). O fluxo subterrâneo contém apenas 2% desse volume com uma vazão de 3 mil m3/s - maior que a do Rio São Francisco, que corta Minas e o Nordeste e beneficia 13 milhões de pessoas, de 2,7 mil m3/s. Para se ter uma ideia da força do Hamza, quando a calha do Rio Tietê, em São Paulo, está cheia, a vazão alcança pouco mais de 1 mil m3/s.
. As diferenças entre o Amazonas e o Hamza também são significativas quando se compara a largura e a velocidade do curso d’água dos dois rios. Enquanto as margens do Amazonas distam de 1 a 100 quilômetros, a largura do rio subterrâneo varia de 200 a 400 quilômetros. Por outro lado, as águas do Amazonas correm de 0,1 a 2 metros por segundo, dependendo do local. Embaixo da terra, a velocidade é muito menor: de 10 a 100 metros por ano.
. Há uma explicação simples para a lentidão subterrânea. Na superfície, a água movimenta-se sobre a calha do rio, como um líquido que escorre sobre a superfície. Nas profundezas, não há um túnel por onde a água possa correr. Ela vence pouco a pouco a resistência de sedimentos que atuam como uma gigantesca esponja: o líquido caminha pelos poros da rocha rumo ao mar.  Leia mais.

"Muitas vezes o problema é sério, mas a solução pode ser muito simples. Há uma grande diferença entre foco no problema e foco na solução. Concentre-se na solução ao invés de ficar pensando no problema!"

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