22 de ago de 2011

Hibernando

Nada supera o Deus Vivo
• Quando a vida te cobrar esforços que julgas estarem acima da sua capacidade.
• Se os amigos desaparecerem na hora da angústia, os telefones silenciarem, os emails voltarem e sentir-se muito só, lembre-se de Deus.
• Por que Deus envia anjos?
• Anjos que vão enxugar a sua lágrima,
• Anjos que vão acalmar o seu coração,
• Anjos que vão alentar a sua vida,
• Anjos que vão fazer você entender, que você não está só.
• Jesus ama você de um modo, sem limites, incondicional e ao saber disso você é impulsionado a evangelizar em Deus.
O Lago dos Cisnes
Nem o autor, Tchaikovsky, teria pensado numa interpretação destas pelo circo chinês.
O Símbolo arroba @
• Durante a Idade Média os livros eram escritos à mão pelos copistas.
• Precursores dos taquígrafos, os copistas simplificavam seu trabalho substituindo letras, palavras e nomes próprios por símbolos, sinais e abreviaturas.
• Não era por economia de esforço nem para o trabalho ser mais rápido (tempo era o que não faltava, naquela época).
• O motivo era de ordem econômica: tinta e papel eram valiosíssimos.
• Assim, surgiu o til (~), para substituir o m ou n que nasalizava a vogal anterior. Se reparar bem, você verá que o til é um enezinho sobre a letra.
• O nome espanhol Francisco, também grafado Phrancisco, foi abreviado para Phco e Pco ˆ o que explica, em Espanhol, o apelido Paco, comum a quase todo Francisco.
• Ao citarem os santos, os copistas os identificavam por algum detalhe significativo de suas vidas.
• O nome de São José, por exemplo, aparecia seguido de Jesus Christi Pater Putativus, ou seja, o pai putativo (suposto) de Jesus Cristo.
• Mais tarde, os copistas passaram a adotar a abreviatura JHS PP, e depois, simplesmente, PP.
• A pronúncia dessas letras em sequência explica por que José, em Espanhol, tem o apelido de Pepe.
• Já para substituir a palavra latina et (e), eles criaram um símbolo que resulta do entrelaçamento dessas duas letras: o &, popularmente conhecido como e comercial em Português, e ampersand, em Inglês, junção de and (e, em Inglês), per se (por si, em Latim) e and.
• E foi com esse mesmo recurso de entrelaçamento de letras que os copistas criaram o símbolo @, para substituir a preposição latina ad, que tinha, entre outros, o sentido de casa de.
• Foram-se os copistas, veio a imprensa - mas os símbolos @ e & continuaram firmes nos livros de contabilidade.
• O @ aparecia entre o número de unidades da mercadoria e o preço. Por exemplo: o registro contábil 10@£3 significava 10 unidades ao preço de 3 libras cada uma.
• Nessa época, o símbolo @ significava, em Inglês, at (a ou em).
• No século XIX, na Catalunha, Espanha, o comércio e a indústria procuravam imitar as práticas comerciais e contábeis dos ingleses. E, como os espanhóis desconheciam o sentido que os ingleses davam ao símbolo @ (a ou em), acharam que o símbolo devia ser uma unidade de peso.
• Para isso contribuíram duas coincidências: 1 - A unidade de peso comum para os espanhóis na época era a arroba, cuja inicial lembra a forma do símbolo; 2 - Os carregamentos desembarcados vinham frequentemente em fardos de uma arroba. Por isso, os espanhóis interpretavam aquele mesmo registro de 10@£3 assim: dez arrobas custando 3 libras cada uma. Então, o símbolo @ passou a ser usado por eles para designar a arroba.
• O termo arroba vem da palavra árabe ar-ruba, que significa a quarta parte: uma arroba (15 kg, em números redondos) correspondia a p de outra medida de origem árabe, o quintar, que originou o vocábulo português quintal, medida de peso que equivale a 58,75 kg.
• As máquinas de escrever, que começaram a ser comercializadas na sua forma definitiva há dois séculos, mais precisamente em 1874, nos Estados Unidos (Mark Twain foi o primeiro autor a apresentar seus originais datilografados), trouxeram em seu teclado o símbolo @, mantido no de seu sucessor - o computador.
• Então, em 1972, ao criar o programa de correio eletrônico (o e-mail), Roy Tomlinson usou o símbolo @ (at), disponível no teclado dessa máquina, entre o nome do usuário e o nome do provedor.
• E foi assim que Fulano@Provedor X ficou significando Fulano no provedor X.
• Na maioria dos idiomas, o símbolo @ recebeu o nome de alguma coisa parecida com sua forma: em Italiano, chiocciola (caracol); em Sueco, snabel (tromba de elefante); em Holandês, apestaart (rabo de macaco). Em alguns, tem o nome de certo doce de forma circular: shtrudel, em iídisch; strudel, em alemão; pretzel, em vários outros idiomas europeus. No nosso, manteve sua denominação original: arroba.

Ferrari GTB 1978 Paris
• Em agosto de 1978, o cineasta francês Claude Lelouch adaptou uma câmera
giroscopicamente estabilizada na frente de um Ferrari 275 GTB e convidou um amigo piloto profissional de Fórmula 1, para fazer um trajeto no coração de Paris, na maior velocidade que ele pudesse.
• A hora seria logo que o dia clareasse.
• O filme só dava para 10 minutos e o trajeto seria de Porte Dauphine, através do Louvre até a basílica de SacreCoeur. Lelouch não conseguiu permissão para interditar nenhuma rua no perigoso trajeto a ser percorrido.
• O piloto completou o circuito em 9 minutos, chegando a 324 km por hora em certos momentos.
• O filme mostra-o furando sinais vermelhos, quase atropelando pedestres, espantando pombos e entrando em ruas de sentido único. O sol nem havia saído ainda.
• O piloto, teria sido René Arnoux, ou Jean-Pierre Jarier?
• Quando mostrou o filme em público pela primeira vez, Claude Lelouch foi preso. Mas ele nunca revelou o nome do piloto de fórmula 1 que pilotou a máquina e o filme foi proibido, passando a circular só no underground.
• Veja agora este clássico, prenda a respiração . Vale a pena curtir a emoção de passear em Paris nessa velocidade.
"Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é passageira, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes!"

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