28 de jul de 2011

Insegurança

O efeito da insegurança em nossa vida
Fomos treinados a vida toda a assumir posturas de demonstrar segurança perante o mundo, como forma de vencê-lo, de sociabilizar, ouvindo ditados como: O mundo é dos fortes, do mais capaz... a seleção natural destrói os mais fracos, menos aptos, e assumimos como uma verdade que é do mundo selvagem, animal e instintiva, gerando uma estrutura de crenças interna, um personagem que é seguro em tudo.
Porém, só podemos ser seguros naquilo que dominamos completamente, é a rotina, o controle que gera conforto, confiança em si.
Mas para evoluirmos é preciso sair da zona de conforto e ir buscar o novo.
Nem nos apercebemos nas pequenas coisas o novo estamos diariamente inúmeras vezes, seja na visita de um amigo (nos detalhes), num caminho diferente, até mesmo no sabor do café, em quem encontramos na rua, frases ouvidas, que dão um toque na cuca...
Vivemos no novo. E é o novo que gera insegurança. E a insegurança se torna nosso modo de estar, mesmo que inconscientemente.
Mas somos craques em enfrentar o novo e com muito êxito: Nosso espírito quando desce para encarnar, morre no plano espiritual, é comprimido, reduzido, memória inclusive, para descer num desconhecido ovo, ou melhor, em uma união de fitas de DNA, em uma barriga estranha, com emoções, sensações que não são suas, com a idéia que existe fora um mundo terrível... mas começa a se aconchegar naquele útero quentinho e nutridor, e se multiplicar em células, começa a viver... e em nove meses após (uma eternidade para esta célula mãe que sintetizou um corpo viável), já passa por nova morte, morre no útero, para vir ao mundo material, frio, barulhento, e já é recebido com um trauma, a palmada, que lhe faz desbloquear a primeira manifestação emocional, e inflar com força os pulmões.
As crises de insegurança destes momentos.. e vencemos, naturalmente... E percebamos que o Novo é nossa Natureza....e com ele a emoção chamada de insegurança.
No conceito da medicina oriental, existe um órgão onde a insegurança se manifesta. Ele tem a forma e ação das raízes de uma arvore... e ele é a nossa raiz de vida, é o rim que recebe a paternidade de todas as emoções - a insegurança, a ansiedade de tudo que não temos controle, domínio, conhecimento pleno, do que não estamos realmente seguros, confiantes.
O amor e o ódio, opostos, geram ansiedade, assim como a alegria e a tristeza, medo e coragem, tudo que emoção gera insegurança.
E é nosso rim o órgão de impacto, nosso filtro não só de toxinas físicas, emocionais e astrais...
Para poupá-lo devemos diminuir nossas inseguranças, aprender a reduzir nossa ansiedade, o que só é possível se aprendermos a aceitar o novo como nosso caminho.
Insegurança é Natural. Faz parte de nossa consciência enquanto em matéria, porém se reduzirmos nossas expectativas, o treinamento induzido, que temos que ser fortes, perfeitos em tudo que fazemos, atendendo as expectativas da sociedade, do outro, relevando as próprias, vivendo dando mais valor, respeito, consideração, amor ao outro que a nos próprios e trocarmos, como diz uma amiga, colocando o crachá de Ser Humano em treinamento, em aprendizado, e que estamos aqui para experenciar e que faz parte erras, falhar, tentar de novo, mudar, trocar de opiniões, de crenças, até de valores, não temos que ser fieis a ninguém nem a nada, a não ser com a nossa própria essência, retirarmos a mascara construída pretensiosamente do herói, do exemplo, do perfeito, e aceitarmos que viver é natural e a insegurança, o não saber como controlar o novo faz parte do jogo, que não precisamos estar sempre certos, congelados em uma única forma de verdade, gerando por nós mesmos, aceitação, respeito, tolerância, compaixão, e sempre nos acolhermos quando o resultado foi falho, nós reconhecermos quando mandamos bem em algo, reforçando nossa confiança de lidar com o novo, nossa ansiedade, expectativas, ilusões diminuem, e a insegurança deixa de existir 24 horas por dia judiando de nossos rins.
E o rim agradece... e ele trabalhando mais suavemente, irá limpar melhor o fígado, e suas magoas e pulmão das cicatrizes emocionais, o coração bate mais compassado, se descontraindo, pois o rim não aciona mais as glândulas geradoras de adrenalina, nos preparando para a reação de fuga - confronto. (Ingrid Monica Friedrich)
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