29 de nov de 2010

Na sutileza de um sonho

• Deblaterar sobre tráfico é chover no molhado.
• A causa, eu quero que vocês falem de causas e das origens? De onde saem, como saem e entram? Quem toma conta do que? Quem cuida da minha integridade, minha casa e minha vida (sem conotação)?
• Droga, ora dizeis drogas, ninguém sabe que isso de confronto foi meio forçado, pois um lado se escafedeu, se moitou ou pernoitou alhures. Cade os homi?
• Para quem ficou nesse olvido de quase 2 anos sem a eloquência de arribar contra uma favela, uma das mais de 1200 existentes, deixou-me grilado pela lacuna no tempo. Por que assim de chofre? De repente, eis que senão quando, juntam-se armas e bagagens num avanço às trincheiras.
• A mídia escancarou o espaço, encostou programações e ficou naquela de ao vivo e a cores. Até ela entrou no papo.
• Amigo meu, com parente formado em coicainol, está aflito. O moço tá doidão!
• É isso que eu quero ver das autoridades, dos escalões de segurança, das clínicas de recuperação, dos projetos engavetados, das promessas pecuniárias que não chegam e a ausência sempre da proteção regiamente paga pelos contribuintes.
• É um tal de orgasmo sobre falácias, morros e ruas abandonadas (apesar dos índices baixarem) com gente rindo e chorando, outros (muitos) encurralados com medo de sair às ruas.
• Tá, vou ser condescendente, foi uma articulação primária que logrou um êxito. E depois, como é que fica, se já se fala de avanços em outros bunkers?
• Natal taí e as explosões, vimos nas ruas, o fogaréu junino, o mundaréu de motos... cade a tal vigilância minha gente?
• Carne de pescoço pras seguradoras. (AA)


"Eis aqui um teste para verificar se tua missão na terra está concluída: - se estás vivo é porque ainda te falta terminá-la".

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